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Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, o livro de Dale Carnegie ganha versão MP3; agora, o leitor pode aprender como aumentar seu poder pessoal enquanto dirige, pratica esportes etc.

Janeiro de 2010 – Considerado o maior best seller sobre relacionamento pessoal de todos os tempos, com mais de cinquenta milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, “Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, chega agora ao Brasil, pelas mãos da Editora Nossa Cultura, em formato de audiolivro.

“Lidar com as pessoas é provavelmente o maior problema observado no ramo de negócios”, destaca Carnegie no prefácio. Uma pesquisa realizada pela sua fundação, a Carnegie Foundation, apontou que 15% do sucesso financeiro de uma pessoa é conquistado pelo conhecimento técnico que possui e aproximadamente 85% pela capacidade de liderar pessoas. Foi com base nesses dados e em vários outros exemplos com os quais se deparou durante sua trajetória, que Carnegie dedicou sua vida a mostrar para as pessoas o quanto é importante conquistar amigos e influenciar pessoas.

No audiolivro, Carnegie apresenta seis maneiras de conquistar o outro, elenca doze passos que levam as pessoas a concordarem com as suas ideias e sugere nove maneiras para mudar as pessoas sem provocar ressentimento.
“ Ouça cada capitulo mais de uma vez, medite sobre o que está ouvindo e tente colocar em prática, pois só o conhecimento que você usa fica em sua mente”, ensina o autor.

São mais de nove horas de ensinamentos com exemplos de casos reais de pessoas, sejam ilustres ou ouvintes de suas palestras que entraram em contato para contar o sucesso conquistado depois de colocar em prática o que aprenderam.

Um dos exemplos é de um homem que frequentou um dos cursos ministrados por Dale Carnegie e há muitos anos havia ordenado, criticado e condenado seus funcionários sem restrição ou discrição. Gentileza, palavras de elogio e encorajamento eram estranhas aos seus lábios. Após estudar os princípios discutidos no livro, o empregador alterou consideravelmente sua filosofia de vida e 314 funcionários se transformaram em 314 amigos.

Em outra passagem, o autor conta a história de uma professora de Detroit que certa vez pediu para um de seus alunos encontrar um rato que havia fugido na sala de aula. Ele foi escolhido por ter uma audição excepcional que compensava sua cegueira. Essa foi a primeira vez que o menino foi reconhecido por seus ouvidos talentosos. Ele desenvolveu o dom de ouvir e se tornou Steve Wonder, um dos maiores cantores e escritores de música pop dos anos 70.

Sobre o autor:
Dale Carnegie – Famoso por sua ênfase na melhoria do ser humano e graças ao sucesso obtido por suas obras, chegou a ser conselheiro de líderes mundiais. Escreveu colunas em diversos jornais e teve o seu próprio programa de rádio. Fundou o que é hoje uma rede mundial de instrutores e escritórios em aproximadamente de 80 países em todo o mundo. Mais de 60 milhões de cópias dos livros de Dale Carnegie foram impressas e publicadas em 38 idiomas.

Sobre a Nossa Cultura –
Com sede em Curitiba (PR), a editora Nossa Cultura é especializada em audiolivros (ou audiobooks) e mídias que destaquem os recursos audiovisuais. Bastante popular em países como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, o audiolivro, em CD, pode ser ouvido em diferentes ambientes e situações, sendo a maneira mais prática de manter-se informado e desfrutar de grandes obras de maneira inovadora. O catálogo da Nossa Cultura é composto por mais de 150 títulos, entre obras próprias e de parceiros. Entre os títulos próprios destacam-se as coleções Pensamento Vivo, de Rubem Alves (quatro volumes) e de Celso Antunes (quatro volumes), a coleção Rubem Alves infantil (três volumes), da Comédia Stand-Up, os audioguias de Barcelona, Nova Iorque e Rio de Janeiro, Darfur – uma nova história de uma longa guerra, China na África e A Família do Milênio. Na área de negócios, a Nossa Cultura tem os audiolivros A Nova Proposta de Warren Buffett, Cartas a um Jovem Investidor, de Gustavo Cerbasi, Terapia Financeira, Porque queremos que você fique rico e Pai Rico, Pai Pobre. As biografias também estão presentes “Cartas a uma jovem atriz” da atriz Marília Pêra e “ A saga das mãos” do maestro João Carlos Martins, são exemplos. O catálogo completo pode ser conhecido no site http://www.nossacultura.com.br

Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas
Autores: Dale Carnegie
Formato: MP3
Duração: 09h47
ISBN: 978-85-98580-53-1
Preço de capa: R$ 29,00

Livros didáticos são encontrados no lixo em Ribeirão Preto
Apostilas de várias disciplinas estavam em caçamba ao lado de escola estadual

EPTV

Uma quantidade ainda não calculada de apostilas do ensino médio que deveriam ser distribuídas para alunos da rede estadual foram encontradas no lixo, ao lado da escola Eugênia Vilhena, em Ribeirão Preto, nesta segunda-feira (26). A Polícia Militar esteve no local para investigar por que todo o material foi descartado.

A maior parte do material ainda não havia sido usada pelos alunos e muitos livros ainda estão embalados. São apostilas de várias disciplinas, como filosofia, química, língua portuguesa e matemática. O material estava endereçado à escola. “Eu que não tive oportunidade de estudar acho um absurdo. Olha só quantas crianças deixaram de receber esse material”, diz o catador de lixo Rodrigo Gabriel Martins.

A vice-diretora do colégio, que não quis se identificar, alega que foram os próprios alunos que jogaram o material.

No fim da tarde, as apostilas foram recolhidas de volta para a escola. A Secretaria Estadual da Educação informou que o material vai ser levado para a Delegacia de Ensino e que vai investigar o que aconteceu. O caso já chegou ao Ministério Público.

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http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?275521

Livros didáticos são encontrados no lixo em Ribeirão Preto

Livros didáticos da rede estadual de ensino foram encontrados dentro do lixo em frente a escola Eugênia Vilela, no bairro Vila Virgínia em Ribeirão Preto. Através de uma denúncia anônima, a Polícia Militar esteve no local na tarde de ontem (26/10) para investigar por que todo o material foi descartado.

Ainda não se sabe a quantidade exata de livros abandonados em uma caçamba de lixo, mas estima-se que seja em torno de 1500. A maior parte do material ainda não havia sido usada pelos alunos e muitos livros ainda estavam embalados. São livros e apostilas do aluno de várias disciplinas do ensino médio, como filosofia, química, geografia, língua portuguesa e matemática.

A Secretaria de Estado da Educação negou que os funcionários da escola pudessem ter jogado os livros fora e informou que vai investigar o caso e definir eventuais punições. O caso já é de conhecimento do Ministério Público. A suspeita é que os livros foram jogados pelos próprios alunos.

http://www.ribeiraopretoonline.com.br/acontece-em-ribeirao/livros-didaticos-sao-encontrados-no-lixo-em-ribeirao-preto/32337

O livro “Piacevolezza”, que reúne lembranças do antigo Colégio Santa Úrsula, será lançado, nesta quinta-feira, dia 2, às 19h30, no Espaço Cultural, no 2º Piso do centro de compras.

O Shopping Santa Úrsula sedia nesta quinta-feira, dia 2 de outubro, o lançamento do livro “Piacevolezza”, que reúne lembranças do antigo colégio que deu nome ao empreendimento. O lançamento acontece às 19h30, no Espaço Cultural, no 2º Piso do centro de compras.

O livro apresenta fotos do antigo colégio Santa Úrsula de aproximadamente 25 anos atrás que foram fotografadas pelos alunos da escola em uma gincana cultural, com a coordenação do professor e poeta Antônio Carlos Tórtoro. Recentemente, o professor mostrou o trabalho para a coordenadora do Grupo Amigo da Fotografia Elza Rossato, que recuperou as imagens.

O livro “Piacevolezza – Santa Úrsula revisitado” conta com 25 páginas com fotografias e também poesias escritas por Tórtoro especialmente para cada foto. Toda a renda obtida com a venda dos livros será doada para o Grupo Auta de Souza, creche administrada pela Sociedade Espírita Mariano do Nascimento. O valor de cada livro é R$ 30,00.

O lançamento, aberto ao público, é uma realização da Secretaria Municipal da Cultura, Instituto do Livro, Grupo Amigos da Fotografia, além do patrocínio cultural do COC Sistema de Ensino e o apoio do Shopping Santa Úrsula.

Conceito Comunicação

Reuters

Volkswagen tenta liderança no Brasil com nova família Gol

SÃO PAULO (Reuters) – A Volkswagen do Brasil lança no domingo a quinta geração do carro mais vendido do país há 21 anos, o Gol. O carro, que consumiu investimentos de 1,2 bilhão de reais, faz parte de uma família que deve contar com até quatro modelos derivados e ajudar a empresa a retomar liderança no país, afirmou na quinta-feira o presidente da empresa no Brasil, Thomas Schmall.

O novo veículo começará a ser vendido na próxima segunda-feira com motores 1.0 e 1.6 e equipado com quatro portas, um dia depois da festa de lançamento para 10 mil convidados e que contará com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O preço será próximo ao da versão anterior do Gol, cuja versão mais básica de quatro portas custa cerca de 29 mil reais, de acordo com a montadora. O novo modelo competirá com o Palio, da atual líder de mercado Fiat, e com o Celta, da GM .

“O novo Gol faz parte de uma plataforma para nos dar um crescimento sustentável. Um carro só não será suficiente (…) Mas vai depender de outros produtos que vamos explorar também”, disse Schmall. “Vai haver uma nova família Gol, com três, até quatro versões”, afirmou o executivo, informando que o novo Gol sedã deve ser lançado ainda este ano. A quarta geração do carro teve como derivadas uma picape (Saveiro) e uma perua (Parati).

A Volkswagen continuará produzindo a geração anterior do Gol, lançada em 2005, mas ela deixará gradualmente de ser fabricada com quatro portas e passará a contar com apenas duas. Com isso, o carro será posicionado para concorrer mais diretamente com o Uno, modelo mais básico da Fiat lançado há cerca de 20 anos e atualmente muito procurado por frotistas.

“Para a liderança (do mercado) você precisa de produto e hoje nós temos produto. Tínhamos perdido um pedaço desse mercado de leves”, disse Schmall, sem revelar números de participação de mercado ou expectativas de vendas do novo Gol.

“Hoje não se faz carro para um mercado só. O novo Gol tem potencial mundial, poderia ir para Índia e Rússia, por exemplo. Estamos estudando”, afirmou o executivo, acrescentando que exportações do novo carro para a Argentina devem começar um mês após o lançamento no Brasil. Atualmente, o Gol só é produzido no país, de onde é despachado para 15 países.

O Gol é o quinto carro mais vendido pelo grupo Volkswagen no mundo. Desde o lançamento da primeira geração do automóvel em 1980, a montadora vendeu 5,7 milhões de unidades.

AUMENTO DE PRODUÇÃO

O lançamento do novo Gol faz parte de um pacote de investimentos de 3,2 bilhões de reais que a montadora prevê desembolsar entre 2007 e 2011 em novos produtos e que envolveu a instalação de 500 novos robôs nas fábricas de São Bernardo e Taubaté (SP).

Schmall afirmou que a Volkswagen do Brasil trabalha ocupando praticamente 100 por cento da capacidade produtiva de suas três fábricas no país que, além de São Bernardo e Taubaté, incluem uma planta em Curitiba.

Apesar do nível de ocupação das fábricas, o executivo afirmou que há espaço para ampliações de unidades, com preferência da empresa à construção de uma nova planta ou a uma parceria. “Já temos três fábricas no Brasil, nosso foco é ampliar o que já temos.”

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima vendas de 3,06 milhões de veículos no Brasil em 2008, alta de 24 por cento sobre o ano anterior. “Este ano, no Brasil, o mercado está perfeito. Já estamos no segundo ano com crescimento acima de 20 por cento.”

Schmall informou que a Volkswagen prevê fabricar no Brasil em 2008 cerca de 800 mil veículos, chegando em 2009 a 900 mil unidades.

Novos selos apostam em auto-ajuda

Publicado: 31 de maio de 2008 em Livros

Novos selos apostam em auto-ajuda
Folha de São Paulo – Ilustrada

DA REPORTAGEM LOCAL

O fenômeno editorial de auto-ajuda continua motivando o mercado e duas das maiores editoras nacionais estão apostando no filão. A Objetiva, que faz parte do grupo espanhol Santillana/Prisa, acaba de lançar o selo Fontanar, que pretende reunir best-sellers que tratem de crescimento pessoal, saúde e sexualidade.
O selo Fontanar traz de início três títulos: “O Anticâncer”, de David Servan-Schreiber; “Sobrevivi para Contar”, de Immaculée Ilibagiza; e “Treine a Mente, Mude o Cérebro”, de Sharon Begley.

Prumo
Já Paulo Rocco, proprietário da editora carioca Rocco, entra no segmento com uma nova editora, a Prumo, com sede em São Paulo. Os primeiros títulos, que devem abrigar um espectro amplo de ficção, de não-ficção e de infanto-juvenis, devem chegar às livrarias em junho. A Prumo também vai publicar obras patrocinadas e livros de arte (“coffe table books”). Já a Rocco carioca lança dois selos infanto-juvenis: Fio e Pavio.

LAURA MATTOS
da Folha de S.Paulo

Nenhuma novela de televisão daria conta da vida de Maitê Proença, 48, que está muito mais para Nelson Rodrigues. Resumir seus dramas neste texto parece injusto, mas obrigatório para escrever sobre seu livro “Uma Vida Inventada” -uma mistura de ficção à sua surpreendente biografia-, que ela lança hoje em São Paulo.

Luciana Whitaker/Folha Imagem
Maitê posa em seu apartamento, no Rio; lançamento do livro acontece hoje em SP

Aos 12, Maitê tem a mãe assassinada pelo pai por adultério. Enfrenta a condenação da família por atuar como testemunha de defesa dele. Aos 16, faz um aborto. Presencia a morte de um irmão por problemas com bebida. Prestes a ganhar seu primeiro papel de destaque, sofre um acidente e fica um ano sem trabalhar. No auge do sucesso, ouve do pai, internado com câncer no cérebro, o pedido para que desligue os aparelhos. Recusa-se e, dias depois, ele se mata. Tudo isso, e histórias do uso de drogas e outras viagens, está no livro.

À Folha Maitê conta que não falava publicamente do passado até “um programa de auditório” resolver, ao vivo e sem sua prévia autorização, abrir sua vida “ao Brasil inteiro numa tarde de domingo”, o que a deixou “chocada”. Foi o “Domingão do Faustão”, em 2005.

A atriz diz ainda que a história que se sabe sobre seu envolvimento com Lima Duarte é fruto “da versão dele, que gosta de florear a realidade”. Confira.

Folha – Você mesclou biografia à ficção. Mas, mesmo quando faz ficção, cria uma relação com sua vida [a protagonista teve a mãe assassinada pelo pai, como Maitê].

Maitê Proença – Você acha, mas essa mulher vai para a África, tem um hospital. Minha vida adulta se conhece. Então não sou eu. É lógico que há fatos ali, e estão sempre sendo tocados pela ficção, essa é a brincadeira do livro. Tem um jogo de pistas falsas para que nunca se saiba o que é real e o que não é.

Folha – Uma das razões para ter criado o jogo entre ficção e realidade foi ter concluído que seria difícil inventar uma história tão surpreendente quanto à da sua vida real?

Maitê – Não sei. Você quer dizer que minha carreira literária acabou aqui [risos]? Mário Quintana disse que em toda obra dele não há uma só palavra que não seja sobre ele. A gente pode se utilizar da nossa vida para fazer literatura. Não há demérito nisso. Há assuntos de que trato no livro dos quais nunca falaria publicamente.

Folha – Na “ficção”, a menina, como você, tem a mãe assassinada pelo pai, e há detalhes do dia do crime. Foi um modo de tratar de um fato tão dolorido na terceira pessoa?

Maitê – Esse é um tipo de resposta que não posso dar, porque não vou falar disso em entrevistas. Escrevi um livro que trata desses assuntos. Fui o mais genuína que pude. Falar sobre isso é vulgarizante. Não sou o tipo que sofre a perda do namorado na capa da “Caras”, da “Quem”. Não é para ser falado. Mas posso usar esse material que conheço profundamente para fazer literatura.

Folha – Apesar de deixar para a menina ficcional a morte de sua mãe, você não se poupou de falar de outros dramas na primeira pessoa, como o aborto aos 16 anos…

Maitê – [interrompendo] Mas falo sobre isso [o assassinato, na primeira pessoa].

Folha – Mas na primeira pessoa fala mais sobre a condenação que sofreu por ter ficado ao lado de seu pai após o assassinato, o pedido para que fizesse nele a eutanásia e seu suicídio. O assassinato é mencionado, mas na terceira pessoa é aprofundado. Isso quer dizer que os outros dramas estão mais bem resolvidos do que a morte de sua mãe?

Maitê – O leitor vai ter que deduzir. O que queria dizer está no livro, não posso falar sobre isso, não desejo. Se for minha amiga íntima, falo longamente se quiser. Não publicamente.

Folha – Você diz que o trabalho de atriz funcionou como terapia, para que conseguisse se emocionar.

Maitê – Achava que estava de passagem pela carreira. Um belo dia vi que era uma pessoa embrutecida, com dificuldade para me sensibilizar. De repente, a atriz me passou uma rasteira, tinha a desculpa do personagem, que podia estar triste, magoado. A Maitê não, o personagem podia.

Folha – Você está fora das novelas desde 2005. Escrever se tornou mais terapêutico do que atuar?

Maitê – Vou fazer a próxima das sete, mas realmente esse trabalho está mais espaçado. Não gosto muito da palavra “terapêutico”, há muitos anos não faço análise. Mas não sei te responder. Talvez não tivesse feito o livro se um dia… Vou dizer uma coisa, veja bem como vai usar para não ficar mal para mim… Não, não vou contar.

Folha – Ah, Maitê, não se faz isso com um jornalista [risos]…

Maitê – [risos] Vou deixar você roendo todas as suas unhas.

Folha – Vai sair aquilo que contar.

Maitê – Um belo dia [em 2005], fui a um programa de auditório [“Domingão do Faustão”] para divulgar algo. Mas o programa não era para divulgar, era uma surpresa para mim [o quadro “Arquivo Confidencial”]. Lá pelas tantas, estou lá surpreendida, e o apresentador resolveu abrir a minha história, elementos íntimos, para o Brasil numa tarde de domingo. Fiquei muito chocada. Jamais, em 27 anos de carreira, havia revelado certos assuntos, porque uma carreira não se faz com a piedade de ninguém. Sou uma pessoa reservada, tenho pudores, acho que determinados assuntos são para a intimidade. Essa pessoa não fez isso por mal, fez porque não pensou nas conseqüências que teria para a vida. O que ocorreu foi que toda a imprensa, com todas as suas matizes de cor, resolveu que podia meter a colher, e ficou difícil. Você escuta as pessoas falando nas suas costas, suposições, invenções, não é agradável. Uma vez que isso aconteceu, passaram-se três anos, e achei que estava na hora de tratar desses assuntos. Foi por meio da literatura. E continuarei não falando.

Está chegando um concorrente de peso para o Orkut – O MySpace da Microsoft chegou: Você tem Orkut? Esta é uma pergunta muito comum aqui no Brasil. Isso devido ao gigantesco sucesso que o Orkut alcançou em nosso País. Sucesso que não se repetiu, nem de perto, em outros países. Agora chegou também ao Brasil um concorrente de “peso” para o Orkut: o MySpace da Microsoft. A rede social MySpace estreou oficialmente seu site em português no Brasil na sexta, dia 14 de dezembro. O grande desafio é conseguir atrair internautas em um segmento que no Brasil é dominado pelo Orkut. Cerca de 1 milhão dos 20 milhões de internautas residenciais brasileiros ativos já utilizam a versão em inglês do MySpace. O Orkut atrai 14 milhões de brasileiros, segundo dados da empresa de pesquisa Ibope//NetRatings. Entre as estratégias do MySpace para atração de usuários, uma está definida: shows de música que só têm seus dias e locais de realização revelados aos usuários do site. O primeiro foi marcado para a próxima quarta-feira, informou a assessoria sem revelar o local do evento nem qual será a atração. Vamos aguardar para ver se o MySpace fará sucesso no Brasil ou se o Orkut continuará dominando, absoluto.

Hatebook – um Orkut ao contrário: Neste site a idéia é ser politicamente incorreto. Fale mal, espalhe fofocas, crie listas negras. Nesse site, a tecnologia está toda voltada para fins nada nobres. No fundo, trata-se de uma divertida – e às vezes até incoveniente – ferramenta de relacionamento. Vale a pena conferir em: http://www.hatebook.com e dar umas boas risadas.

Aparelho sul-coreano traduz texto para qualquer idioma: A empresa sul-coreana Mouscan, lançou um aparelho capaz de “escanear” um texto e produzir automaticamente uma versão em qualquer idioma escolhido pelo usuário, que pode ser lida em voz alta. Pouco maior que um telefone celular, o aparelho chamado Voiscan usa tecnologia originalmente desenvolvida pela HP em 1998. Para usá-lo, o usuário só precisa passar o dispositivo sobre o texto que quer ler. Uma câmera captura uma imagem e extrai o texto através de um processo de OCR. O conteúdo é analisado, e depois de processado encaminhado a um software sintetizador de voz. O produto deve chegar ao mercado em 2008, inicialmente voltado a viajantes e portadores de deficiência visual. Vamos aguardar para ver a eficiência do aparelho, o qual, se não for muito caro, poderá ser um auxiliar valioso para estudantes e leitores em geral.

A próxima versão do Windows dará suporte a comandos através de toque na tela – touch screen: Muita gente nem sabe que foi lançado o Windows Vista, que é o sucessor do Windows XP e a Microsoft já está falando na “próxima versão do Windows”, a qual, por enquanto, tem o nome de projeto de Windows 7.0. A Microsoft explicou, em um blog oficial, que a próxima versão do Windows tem foco em características de toque de tela, ou seja, o usuário poderá executar comandos do Windows tocando em pontos específicos da tela. Para quem é cliente de alguns bancos como o Itaú, por exemplo, esta tecnologia não tem nada de novo, pois os terminais do Itaú já usam comandos de toque na tela há, pelo menos, quatro anos. No blog de desenvolvedores da Microsoft, o engenheiro Hilton Locke conta que seu time trabalha em recursos de toque de tela ao desenvolver as características do Windows 7. Segundo palavras do engenheiro: “Se vocês estão impressionados com as características de toque do iPhone, posso dizer que ficarão loucos com o que estamos desenvolvendo para o Windows 7”. Vamos aguardar então.

Livro da Semana – O Direito à Vida e a Pesquisa em Células-Tronco – Limites Éticos e Jurídicos: Autora: Renata Rocha, Editora: Campus, páginas: 232: A pesquisa científica de células-tronco desponta como potencial terapêutico na cura de diversas enfermidades. Paralelamente à pesquisa científica, dilemas jurídicos e éticos giram em torno da aceitabilidade do uso de embriões humanos como fonte de células-tronco. A utilização implica destruição do embrião e instrumentalização do ser humano? O livro reflete acerca dessa realidade conflitante, valorizando o princípio de que a vida humana é um bem absoluto, pressuposto e requisito dos demais direitos. Vale a pena conferir.
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