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Adolescente com anel preso no dedo em escola de Ribeirão Preto  
Hoje 03/10/2013, quinta-feira período da manhã, os Bombeiros foram chamados à uma escola para atender um adolescente com anel preso no dedo, [Rua Espírito Santo x Mato Grosso].
Se isto acontecer com você não entre em pânico e não corra pra cortá-lo fora também. Há algumas coisas simples que você pode fazer para remover o anel com segurança. 
Como Remover um Anel Preso no Dedo
Se não estiver certo de realizar as manobras aqui apresentadas, procure um profissional habilitado a fazê-lo!
1 Coloque seu dedo indicador gentilmente no anel preso e ponha o polegar abaixo dele. Comece a torcer o anel gentilmente para frente e para trás, enquanto lentamente puxa o anel para fora. 
2 Certifique-se de não puxar e rodar demais. Isso pode causar mais inchaço e fazer com que fique até mais difícil de tirar o anel. 
Método do Lubrificante 
1 Use algo escorregadio. Existem vários itens seguros em casa que podem ser usados como lubrificantes para remover o anel e com mínimos danos à pele. Limpadores à base de amônia funcionam melhor. Se a pele estiver rachada ou cortada, use seu lubrificante com cuidado. Do contrário, tente qualquer um destes, usando uma quantidade generosa até um pouco antes da base do dedo. 
  • Vaselina 
  • Limpador de janela (os joalheiros profissionais usam isso com frequência, mas certifique-se de que não há problemas em usar na pele, leia o rótulo primeiro) 
  • Loção para mãos 
  • Shampoo/Condicionador de cabelo 
  • Pomada antibiótica (a melhor opção se a pele estiver rachada) 
  • Spray de cozinha, manteiga ou óleo de cozinha 
  • Margarina Manteiga de amendoim em pasta (pode ser um pouco grudenta, mas funciona para tirar o anel) 
  • Sabão e água 
  • Óleo para bebê 
2 Mova o anel, fazendo com que o lubrificante entre por debaixo dele. Dê uma volta ou duas com o anel ao redor do dedo e coloque mais lubrificante. Gentilmente, puxe o anel do dedo, movendo-o para frente e para trás e girando enquanto faz isso, se preciso. 
Método da Elevação 
1 Eleve o braço. Se você ainda não puder remover o anel, tente elevar o braço acima do nível do ombro por alguns minutos. 

Método da Água Gelada 
1 Mergulhe a mão em água gelada. Você já percebeu que os anéis cabem melhor em você em dias frios ao invés dos dias quentes? Coloque a mão em água gelada, não congelante, e deixe lá por alguns minutos. Deixar sua mão na água não deve doer. 
Método do Fio Dental 
No vídeo abaixo mostra Bombeiros da Ilha do Governador tirando anel preso em um dedo inchado 
1 Coloque a ponta de um fio dental debaixo do anel. Se necessário, use uma agulha para passar o fio dental por debaixo do anel. 
2 Amarre o fio dental em seu dedo até a base dele. Amarre bem, mas não tão forte que cause dor ou seu dedo fique roxo. Desamarre se estiver muito apertado. 
3 Desamarre o fio dental, começando da base do dedo. À medida que você desamarra o fio dental da base, seu anel irá se mover no seu dedo até que você possa pegá-lo. 
4 Se o anel ficar parcialmente fora: repita os dois passos anteriores com o anel na sua posição atual. 
Aqui a tecnica usada com fio de nylon (linha de pesca)
Depois de Tirar o Anel 
1 Limpe a área onde o anel estava e cuide de quaisquer outros ferimentos. Não coloque o anel de volta até que o dedo desinche. 
Dicas 
  • Seja paciente. Não entre em pânico se você não conseguir tirar o anel de primeira. Pode levar algum tempo e algumas abordagens diferentes. 
  • Meça o seu tamanho de anel, se você não tiver feito isso ultimamente. Ele pode mudar se você ganhar ou perder peso, ou simplesmente à medida que você envelhece. Qualquer joalheiro deve ter um conjunto para fazer essa medição. 
  • Se seu anel precisou ser cortado, qualquer joalheiro profissional deve saber que é preciso esperar pelo menos duas semanas para medir seu dedo, para que ele tenha tempo de se curar. 
  • Não se preocupe em cortar seu anel, se você precisar. É rápido, não dói de jeito algum e anéis são fáceis de reparar. Não danifique sua mão com um anel que não cabe direito – vá para o hospital, bombeiros ou para um bom joalheiro. Eles poderão remover por você. 
  • Assim que o anel chegar na base do dedo, pressione ele contra a base e mova ele até o máximo possível que puder par a junta de cima. Isso facilita puxar o anel para fora do dedo. 
  • Sempre deixe o dedo do anel levemente dobrado já que isso reduz o “agrupamento” de pele na junta e logo faz com que as juntas fiquem levemente menores. 
  • Se seu anel estiver preso porque tem pele acumulada numa junta, segure o anel com seu polegar e o dedo médio e use o dedo indicador para puxar a pele para que ela fique agora debaixo do anel. Deixe o anel usar essa pele acumulada para passar por cima da junta. 
  • Se você precisar cortar o anel você mesmo, você deve fazer assim. Tente colocar um palito de picolé ou alguns palitos de dente entre o anel e a pele para proteger o dedo. Lentamente e cuidadosamente use uma lima fina para cortar uma abertura pelo anel. Limas estão disponíveis em qualquer loja de ferramentas. 
  • Se o anel não estiver preso muito firmemente, eis uma maneira simples de removê-lo com a ajuda de outra pessoa. Geralmente, o que deixa o anel preso é a pele ficar acumulada entre o anel e a junta do dedo, então se você puder deixar a pele lisa nesse local há uma boa chance do anel sair relativamente fácil. Simplesmente peça a alguém para puxar a pele na direção da sua mão, enquanto você puxa o anel para fora do seu dedo (lubrificado). 
  • Isso funciona bem quando você precisa remover seu anel de dedos que estão estufados pela manhã. 
  • Tome um longo banho frio ou saia se estiver frio, para diminuir a sua temperatura corporal. Não exagere, claro. 
  •  Se você tentou de todas as maneiras possíveis tirar o anel e não puder, pegue uma lima de metal de algum tipo e comece a limar um lado do anel. Pode levar algum tempo pra fazer isso, mas quando tiver um espaço no anel você pode alongar os lados dele e tirá-lo. 
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Justiça cassa mandato da prefeita Dárcy Vera, de Ribeirão Preto

A Justiça cassou os mandatos da prefeita de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), Dárcy Vera (PSD), e do vice-prefeito Marinho Sampaio (PMDB) por uso de servidores comissionados na campanha eleitoral que culminou em sua reeleição, em outubro.

A decisão, do juiz eleitoral Héber Mendes Batista, da 108ª Zona Eleitoral de Ribeirão, extingue o diploma de ambos, mas, como já foram empossados, tiveram os mandatos cassados

“Os fatos são induvidosamente graves”, disse o juiz no despacho.

De acordo com a decisão, Dárcy e Marinho ainda foram multados em R$ 50 mil cada um e ficarão inelegíveis por oito anos a partir da data do segundo turno da eleição municipal — 28 de outubro do ano passado. 

O juiz da 108ª Zona Eleitoral da cidade, Heber Mendes Batista, alegou como motivo a utilização de servidores municipais na campanha de reeleição dos políticos. O afastamento do cargo vale a partir da publicação da decisão no Diário Oficial do Estado de São Paulo.

Os autos ainda foram enviados a Procuradoria de Justiça da Cidadania para averiguar uma possível abertura de inquérito para investigar se houveram atos de improbidade administrativa.
Os advogados de Dárcy informaram que vão recorrer contra a decisão. 

Dárcy e Marinho também são alvo de outro processo do Ministério Público que acusa ambos de terem autorizado o Executivo a gastar 17% a mais com publicidade em 2012, em relação aos três anos anteriores de governo. Por lei, os gastos com propaganda no ano eleitoral não podem exceder a média do triênio que antecede o pleito. 

Com a sentença de cassação do diploma da prefeita Dárcy Vera (PSD) e do vice-prefeito Marinho Sampaio (PMDB), o juiz eleitoral Héber Mendes Batista pode determinar a realização de nova eleição em até 40 dias. A afirmação é do advogado especializado em direito eleitoral Anderson Pomini. Nesta segunda-feira (11), o juiz eleitoral informou que não atenderá a imprensa.

“Caso a sentença não seja suspensa, o juiz eleitoral de primeiro grau tem entre 20 e 40 dias para determinar a realização de nova eleição. Mas quem autoriza a realização de eleição municipal é o Tribunal Regional Eleitoral (TRE)”, disse o advogado. Isso porque a ausência do efeito suspensivo pode causar insegurança jurídica.

Neste caso, o prazo de 20 a 40 dias é somente para determinar se as novas eleições seriam realizadas. A data do pleito seria definida pelo TRE.

Segundo Pomini, o próximo passo, após a publicação da sentença, que ocorre nesta terça-feira (12), é a expedição de uma ordem, pelo juiz, para a prefeita e o vice deixarem seus cargos. Mas os condenados precisam ter ciência da ordem, logo devem recebê-la. Assim, o afastamento na quarta-feira depende da citação. Se os dois não forem encontrados, continuam nos cargos. Caso ocorra o afastamento, o presidente da Câmara Municipal, Cícero Gomes da Silva (PMDB), assume interinamente.

Com a publicação da sentença nesta terça, a defesa tem até sexta-feira para recorrer. O recurso será entregue ao juiz Héber Mendes Batista, que não o julgará, mas analisará sua admissibilidade, se está no prazo, se tem pertinência etc. A defesa então deve fazer o pedido de suspensão da sentença ao autor da sentença, que pode ou não conceder.

Concedido o efeito suspensivo, os mandatos são mantidos. Negado, o recurso sobe para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Lá, a defesa também pode pedir uma medida cautelar para suspender os efeitos da sentença de primeira instância. O pedido deve ser julgado ainda na segunda ou terça-feira da semana que vem. Caso a medida seja concedida, os dois seguem nos mandatos até o julgamento do recurso.

“A suspensão da sentença é temporária, para julgamento do recurso, que pode demorar de 30 a 40 dias para entrar em pauta”, disse Anderson Pomini. Mas mesmo durante o julgamento do recurso a determinação de nova eleição pode ocorrer. “Isso ocorre porque há o interesse coletivo, da cidade, que se sobrepõe ao particular”, explicou.

Ribeirão Preto receberá R$ 350,5 milhões para saneamento, mobilidade e pavimentação. Serão 11 reservatórios, 4 poços, 40 km de substituição de redes distribuidoras, implantação de viadutos, túneis, novos corredores de ônibus, novas rotatórias, pavimentação dos bairros. Informa Darcy Vera, que falou em nome de todos os prefeitos do Brasil no Palácio do Planalto, onde a Presidente Dilma divulga cidades que tiveram seus projetos selecionados pelo PAC.

quarta-feira, 04 de janeiro de 2012

O Globo

Manchete: Dilma intervém em pasta que faz uso político de verba contra cheia

Pernambuco, estado do ministro da Integração, foi o que mais ganhou recursos

Para evitar uso político na distribuição de verbas de prevenção contra enchentes, a presidente Dilma Rousseff fez ontem uma intervenção branca no Ministério da Integração Nacional, chefiado pelo pernambucano Fernando Bezerra. Agora, só haverá liberação de recursos com aval da Casa Civil. Em dezembro, o ministério listou 56 cidades do Sul e do Sudeste como prioritárias para receber verbas, mas Pernambuco e Bahia, estado do ex-ministro Geddel Vieira Lima, foram os que mais receberam: R$ 34 milhões e R$ 32 milhões. Só 30% do previsto no Orçamento para prevenir enchentes foram liberados em 2011. Em Minas, a chuva já matou seis pessoas e desalojou 2,1 milhões; 53 municípios decretaram situação de emergência. (Págs. 1 e 3)

Rio: chuva também preocupa no Noroeste

O drama da chuva chegou ao Noroeste Fluminense, onde rios transbordaram e duas pessoas morreram. Uma barreira interditou a Rio-Friburgo e, no Médio Paraíba, uma represa se rompeu. (Págs. 1, 14 e editorial “Catástrofe de 2011 na Serra foi em vão”)

Nos feriados têm de fim de ano, estradas federais menos acidentes e mortes (Págs. 1 e 4)

Com o mau tempo, aeroportos ainda registram atrasos de quase 20% dos voos (Págs. 1 e 4)

Obras mudam o cenário do Sambódromo

Nem só as obras de ampliação do Sambódromo transformam a paisagem da Cidade Nova. Secretaria de Segurança, ONS, Petrobras e Cedae estão erguendo prédios novos e revitalizando o epicentro do carnaval carioca. (Págs. 1 e 10)

Pacote agora é para atrair mais turistas

Prestes a sediar os principais eventos esportivos do mundo, Copa e Olimpíadas, o governo brasileiro prepara pacote para atrair mais turistas. Entre as medidas estão redução de taxas aeroportuárias e corte de impostos. (Págs. 1 e 15)

Acre recebe ajuda federal para haitianos

O governo do Acre recebeu oito toneladas da Conab para alimentar 1.250 haitianos em Brasileia, mas a ajuda federal só dará para oito dias. Na cidade, há mais haitianos do que soldados brasileiros no Haiti. (Págs. 1 e 9)
Viúva de governador argentino: ‘Eu não queria matá-lo’ (Págs. 1 e 21)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Greve de policiais e bombeiros leva medo a Fortaleza

Servidores do Ceará ignoram determinação da Justiça e mantêm paralisação; policiais civis anunciam adesão

Policiais militares e bombeiros do Ceará ignoraram a ordem da Justiça de voltar ao trabalho e, no quinto dia de greve, o medo tomou Fortaleza, apesar de reforço da Força Nacional de Segurança e do Exército. À noite, policiais civis também anunciaram a decisão de parar.

Rumores de arrastão fizeram lojas, creches, repartições municipais, postos de saúde, Tribunal de Justiça e fórum fecharem. O Correio suspendeu suas entregas. (Págs. 1 e Cotidiano, C1)

Casas novas de Alckmin têm infiltração e vazamentos

Casas projetadas pela CDHU e entregues pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em Ribeirão Preto, há uma semana, têm infiltrações, vazamentos de água e de esgoto e estão sem aquecedor solar, item alardeado como diferencial das unidades, que abrigam ex-moradores de favelas.

A assessoria do tucano disse que ele apenas entregou as casas. (Págs. 1 e Poder, A4 e A5)

Carros da PM do Ceará parados perto de um quartel da corporação; grevistas esvaziaram os pneus dos veículos. (Pág. 1)

Infraero deixa de gastar R$ 1 bilhão em obra em 2011

A dois anos da data-limite para concluir as obras da Copa, a Infraero deixou de gastar R$ 1 bilhão na construção e reforma em 23 aeroportos. Sem uso, a verba foi cortada do Orçamento no fim do ano e teve parte pequena repassada a obra em Guarulhos. A manutenção da infraestrutura levou uma fatia maior. (Págs. 1 e Mercado, B1)

Prefeitura e PM fazem operação na cracolândia

Em operação conjunta com a prefeitura, a Polícia Militar retirou usuários de crack que perambulavam pelas ruas da cracolândia ou estavam em prédios invadidos. Duas mulheres foram presas com cem pedras da droga. Após ação, funcionários da limpeza urbana varreram e lavaram ruas com jatos de água. (Págs. 1 e Cotidiano, C8)

Chuvas provocam mais duas mortes em Minas Gerais

Pelo menos duas pessoas morreram em Minas Gerais em decorrência das chuvas. Em Ouro Preto, parte da rodoviária desabou após deslizamento de terra, deixando um taxista morto e outro desaparecido. Na zona da mata, houve outra morte. O Estado já tem 53 cidades em emergência. (Págs. 1 e Cotidiano, C3)

Foto-legenda: Bombeiros resgatam corpo de taxista, que morreu dentro do veículo, após desabamento da rodoviária de Ouro Preto.

Dados positivos de Alemanha e EUA animam o mercado

Dados positivos de EUA, países emergentes e Alemanha sinalizaram que o fim de 2011 pode ter sido menos sombrio do que se esperava.

O índice americano de atividade industrial atingiu o maior nível em seis meses. (Págs. 1 e Mundo, A11)

Polícia apurará se restaurante foi racista com menino etíope (Págs. 1 e Cotidiano, C5)

Editoriais

Leia “Saldo favorável”, sobre o resultado da balança comercial brasileira, e “Cedo para a bengala”, acerca da aposentadoria compulsória aos 70 anos. (Págs. 1 e Opinião, A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma reage a ministro que fez uso político de verba antienchente

Presidente manda fixar critérios técnicos para distribuir recursos depois de o ‘Estado’ revelar que Pernambuco, reduto de Fernando Bezerra, foi privilegiado

A presidente Dilma Rousseff ordenou ontem a adoção de critérios técnicos na distribuição de recursos do Ministério da Integração para o combate a enchente, no dia em que o Estado revelou que 90% dessa verba estava sendo canalizada para Pernambuco, Estado de origem do ministro Fernando Bezerra Coelho. A pedido de Dilma, a ministra Gleisi Hoffman (Casa Civil) interrompeu suas férias no Paraná para convocar a reunião com técnicos do ministério e da Defesa Civil. Dilma não procurou Bezerra, que vai suspender as férias e deve se pronunciar hoje. Até expoentes do PT pernambucano avaliam que o ministro exagerou na politização do uso das verbas antienchente. (Págs. 1 e Nacional, A4)

Chuva mata em Minas Gerais

As chuvas das últimas semanas deixaram 53 cidades em situação de emergência em MG. No total, 109 municípios foram atingidos e seis pessoas morreram. Ontem, deslizamento em Ouro Preto matou um taxista. (Págs. 1 e Cidades, C1)

Imóveis sobem 26% em 2011, mas ritmo de alta é menor

O preço dos imóveis residenciais subiram em média 26% em 2011, mas o ritmo de alta é cadente desde maio, segundo o índice FipeZap, que acompanha o valor médio do metro quarado de apartamentos prontos em seis capitais (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Fortaleza) e no Distrito Federal. Em dezembro, a alta de 1,1%, a menor do ano, após pico de 2,7% em abril. A atividade econômica mais fraca no segundo semestre ajuda a explicar a evolução dos preços. (Págs. 1 e Economia, B1)

PM ocupa cracolândia e fará vigilância 24 horas

A Polícia Militar ocupou ontem a cracolândia, no centro de São Paulo. Pelo menos até o final de janeiro, cem policiais e 30 guardas-civis metropolitanos permanecerão nas ruas tomadas por traficantes e usuários de crack. O objetivo é combater o narcotráfico e permitir a ação de agentes comunitários. A migração para outras ruas do centro foi imediata – até áreas comerciais, como a Santa Efigênia, foram tomadas por drogados. (Págs. 1 e Cidades, C3)

A presença da polícia na região é positiva?

SIM
Antônio Carlos Malheiros, coordenador da Vara da Infância e Juventude, diz que esse tipo de operação, “desde que não seja contra o usuário de drogas, mas contra o traficante”, pode ajudar. A PM será útil, em sua opinião, para facilitar o trabalho de quem cuida dessa população.

NÃO
Guaracy Mingardi, doutor em ciência política pela USP, concorda que é preciso fazer algo em relação à cracolândia, mas diz que ações como essa só ampliam o espaço de uso dos viciados. Para ele, “a repressão ao usuário é perfumaria”, com o objetivo de “esconder as pessoas”.
Exército do Irã ameaça porta-aviões dos EUA (Págs. 1 e Internacional, A12)

Dora Kramer

Saldo devedor

Cada um dos Poderes da República ficou devendo a sua parte em 2011. E, com muitas questões em suspenso, 2012 abre a conta no vermelho. (Págs. 1 e Nacional, A8)
Rolf Kuntz

Pacote não é política

Pacotes e medidas provisórias podem ser bons para emergências. Mas objetivos permanentes e de longo prazo são alcançados por meio de políticas. (Págs. 1 e Economia, B4)

Roberto Damatta

Ano-novo, velhos hábitos

Chega o ano-novo, mas os nossos grandes problemas estão nos velhos hábitos situados naquela zona malandra centrada entre o Estado e a sociedade. (Págs. 1 e Caderno 2, D8)
Notas & Informações

Um sopro de otimismo

O ano começou com boas notícias e algum otimismo nos principais mercados. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Idosos se libertam da ditadura do INSS

Cada vez mais, brasileiros recorrem à previdência privada para não depender só da aposentadoria oficial na velhice. (Págs. 1 e 8)
Brasília, um patrimônio da humanidade sob ameaça

Marco do urbanismo e da arquitetura, a capital brasileira foi o primeiro monumento moderno a ser reconhecido pela Unesco como patrimônio da humanidade. Mas, devido ao descaso, com as regras de preservação, a cidade corre o risco de engrossar a lista dos sítios ameaçados de perder esse título. Encarregados de fiscalizar o tombamento visitam Brasília até o início do mês que vem. Rosina Parchen, presidente do conselho ligado à Unesco, alerta: “É o patrimônio em situação mais difícil”. (Págs. 1 e 18)

Seis problemas na mira da Unesco:

1. Construções com mais de dois andares na Vila Planalto

2. Transformação da Quadra 901 Norte em setor hoteleiro

3. Puxadinhos de bares e restaurantes no Plano Piloto

4. Falta de regras para expansão fora da área de tombamento

5. Invasão de prédios na orla do lago, em vez de áreas de lazer

6. Intervenções urbanísticas no perímetro do tombamento
Chuva encerra férias de Dilma e ministros

Preocupada com os estragos em Minas e no Rio, a presidente Dilma vai reduzir o recesso e voltar a Brasília. Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e Fernando Bezerra, da Integração Nacional, também retornam ao trabalho. (Págs. 1, 6 e Visão do Correio, 12)
A boquinha dos suplentes

De olho nas mordomias da Câmara, quatro deputados “reservas” e um titular assumiram os cargos em dezembro. E saem com os bolsos cheios: ganham R$ 26,7 mil da ajuda de custo e o salário de janeiro. (Págs. 1 e 2)
30 vagas: Itamaraty abre novo concurso

A seleção será para diplomatas, com organização do Cespe. Como no último certame, haverá reserva de vagas na primeira fase para candidatos afrodescendentes. O salário é de R$ 12.962. (Págs. 1 e 9)

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Valor Econômico

Manchete: Infraestrutura ampliará o investimento da indústria

A decisão do governo federal de acelerar o ritmo das obras públicas em 2012 e os projetos de infraestrutura relacionados com a Copa do Mundo e Olimpíada levam uma parte expressiva da indústria a planejar aumento ou manutenção dos investimentos neste ano. Oito de nove setores consultados pelo Valor – que representam 50% do valor da produção da indústria de transformação – indicaram essa intenção mesmo após a desaceleração da atividade fabril ao longo de 2011.

No ano passado, informam os empresários, a concorrência dos importados e a própria desaceleração da economia doméstica fizeram com que parte dos investimentos programados fossem postergados. Isso aconteceu no setor de máquinas e equipamentos, que agora prevê uma recuperação dos desembolsos destinados a ampliar a capacidade produtiva. A projeção, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), está ancorada na demanda que será gerada pelos projetos de infraestrutura. Outros setores que prevêem mais investimento são os fabricantes de químicos, eletroeletrônicos, automóveis, autopeças e material de construção. (Págs. 1, A3 e A5)

País capta com a menor taxa da história

O Brasil, por meio do Tesouro Nacional, realizou ontem a primeira operação em dólares do mercado internacional do ano, com a reabertura do bônus de 10 anos, o Global 2021, e pagou a menor taxa da história (3,449% ao ano), captando US$ 750 milhões. O prêmio da emissão, porém, ficou um pouco superior ao da reabertura anterior do mesmo papel. Em julho de 2011, foram captados US$ 550 milhões com esse bônus, com um “spread” sobre o título americano de 105 pontos básicos. Ontem, o prêmio foi de 150 pontos. A explicação é que hoje os prêmios de risco estão altos para todos os países e os títulos do governo americano estão em patamares muito baixos. Além disso, o Brasil tem conseguido as melhores taxas entre os emergentes. (Págs. 1 e C1)

Pessoa física tira R$ 7,8 bi da Bovespa

Pelo terceiro ano consecutivo, os investidores pessoas físicas tiraram mais dinheiro da Bovespa do que aplicaram. No ano passado, o saldo líquido (compras menos vendas) da pessoa física encerrou negativo em R$ 7,8 bilhões. Com isso, nos últimos três anos o total de recursos retirados pelos pequenos investidores da bolsa soma R$ 25,2 bilhões. O número de pessoas físicas na bolsa cresceu muito em 2006 e 2007, auge das aberturas de capital. O mercado vivia uma fase de liquidez farta e era comum uma empresa abrir capital e sua ação se valorizar já no primeiro dia de pregão. “Isso atraiu muitos investidores oportunistas, que ganhavam dinheiro comprando qualquer coisa”, diz Paulo Levy, diretor do home broker da Icap. Agora, “o que se vê são muitos desses investidores deixando o mercado acionário”. (Págs. 1 e D2)
Importadores vão à Justiça contra selo fiscal no vinho

Vinícolas brasileiras, importadoras de vinhos e supermercados travam uma batalha sobre a aplicação do selo fiscal em todos os vinhos e espumantes vendidos no país, tornada obrigatória desde o dia 1º. A exigência não é válida só para produtos adquiridos pelo comércio até 31 de dezembro de 2010. A Abba, que reúne 130 importadoras, obteve mandado de segurança no Tribunal Regional Federal de Brasília desobrigando seus associados de estamparem o selo de controle fiscal em suas mercadorias e pretende levar a disputa até o Supremo Tribunal Federal.

Os produtores brasileiros pretendem colocar um pequeno exército nas ruas para ajudar a Receita a fiscalizar a aplicação do selo e consideram a medida um passo importante no combate ao contrabando e à comercialização ilegal de produtos brasileiros. Segundo eles, mais de 15 milhões de litros de vinhos e espumantes entram irregularmente no país por ano – o mercado legal é de cerca de 100 milhões de litros. (Págs. 1 e B4)

Salário inicial na construção já bate o da indústria

O salário de admissão na construção civil já é hoje mais alto que o da indústria, serviços, comércio e agropecuária. A reviravolta se deve ao grande déficit de mão de obra no setor. De janeiro a outubro, o salário médio do profissional que ingressa na construção foi 5,46% maior que o pago, nas mesmas condições, na indústria de transformação, segundo o Ministério do Trabalho. Foram criadas cerca de 250 mil vagas até outubro do ano passado no setor, que, sozinho, representa 5,1% do PIB. (Págs. 1 e A2)
Mais gastos públicos, a aposta do presidente Hugo Chávez para se reeleger de novo (Págs. 1 e A9)

G-7 e Brics têm dívidas de US$ 7,6 tri que vencem em 2012 (Págs. 1 e C1)

Déficit de empregos no mundo

A ONU estima que 2011 terminou com déficit de 64 milhões de empregos globalmente. Esse é o numero de empregos necessários para restaurar o nível de antes da crise e absorver as pessoas que entram no mercado de trabalho. (Págs. 1 e A9)
Alerta sobre aftosa

O Ministério da Agricultura do Brasil divulgou nota garantindo que tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar a fronteira do Brasil com o Paraguai, onde foi confirmado novo surto de aftosa. (Págs. 1 e B10)

Preços menores do cacau

Os produtores brasileiros estão vendendo o cacau a preços abaixo dos custos de produção, o que não ocorria desde 2008. As cotações internacionais vêm recuando desde outubro passado. (Págs. 1 e B10)

Preços agrícolas em baixa

A desaceleração da economia vai derrubar os preços das commodities agrícolas em 2012, mas essa queda não será drástica no curto prazo, disse ontem José Graziano da Silva, dois dias depois de assumir o cargo de diretor-geral da FAO. (Págs. 1 e B10)

€ 14,8 bi para bancos europeus

Bancos da zona do euro começaram o ano pegando € 14,8 bilhões de empréstimos de emergência junto ao Banco Central Europeu, ilustrando o problema de funding no sistema bancário do bloco. (Págs. 1 e C2)

Inflação nos balanços

Representantes de países latino-americanos defenderam mudanças nas regras contábeis mundiais em reunião no Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade. A maior preocupação é o efeito da inflação nos balanços. (Págs. 1 e D1)

Investimento em treinamento

Mesmo com o menor ritmo de contratações por conta da crise, as empresas de mineração e siderurgia estão investindo pesado na formação de profissionais especializados. Somente a Vale recrutou de janeiro a outubro 19 mil trabalhadores. (Págs. 1 e D8)

Ideias: Daniel Rittner

O “modelo K”, política econômica do kirchnerismo que tirou a Argentina do calvário, já não é mais o mesmo. (Págs. 1 e A2)

Ideias: Martin Wolf

O grande perigo para as economias mais fracas da UE é que os setores público e privado cortarão despesas simultaneamente. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas


Manchete: Não faltou aviso

Deslizamento de encosta sobre a rodoviária de Ouro Preto mata taxista e outro está desaparecido

Mapeamento geológico entregue à prefeitura em dezembro havia alertado para o risco no local. O estudo da UFOP mostra que 60% do solo urbano da cidade é instável e sujeito a mais tragédias.

Bombeiros seguiram trabalhando até a noite de ontem em busca do corpo do segundo taxista que, conforme testemunhas, ficou sob os escombros. O desmoronamento fechou o principal acesso a Ouro Preto. 
No outro lado do morro que desabou, dezenas de famílias deixaram suas casas às pressas.

A chuva inundou várias outras cidades da Região Central e Zona da Mata, como Muriaé, Ubá, Conselheiro Lafaiete, Congonhas, Jeceaba e Dona Euzébia, algumas delas vivendo a pior enchente da história. Em Guidoval, um homem foi arrastado pela enxurrada e estava desaparecido.

Alagamento interditou a BR-040 por mais de 12 horas nos dois sentidos em Congonhas, causando imensos engarrafamentos. Desmoronamento também fechou a BR-356 entre Itabirito e Ouro Preto.

Em BH, deslizamento de terra na cabeceira do Viaduto São Francisco, que já fechou duas das três pistas do Anel Rodoviário, será avaliado hoje e pode levar à interdição da via por pelo menos um mês.

Em Minas:
5 mortos desde o começo das chuvas
53 cidades em estado de emergência
9 mil pessoas tiveram de sair de casa

Foto-legenda: Toneladas de terra desceram sobre a rodoviária de Ouro Preto.

Foto-legenda: Em Divinópolis, o Rio Itapecerica subiu mais de 7 metros e inundou boa parte da cidade (Págs. 1, 17 a 20 e editorial “Lições da tragédia”, 8)

Presente de Natal: Suplentes com os benefícios de deputados

Manobra de parlamentares às vésperas do recesso na Câmara dos Deputados garantiu salário e adicionais a quatro substitutos. Os novatos trabalharam no máximo cinco dias antes das férias, mas foi o suficiente para assegurar até o recebimento da ajuda de custo de R$ 26,7 mil, equivalente a um 13º. (Págs. 1 e 3)

Ciência: Patrimônios naturais da humanidade em perigo (Págs. 1 e 16)

UFMG: Engarrafamentos atrasam segunda fase do vestibular

Retenções no trânsito fizeram provas começar mais tarde, mas clima foi de tranquilidade nas salas. (Págs. 1 e 2)
Inflação: Índice de 2011 na capital é maior em sete anos (Págs. 1 e 11)

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Jornal do Commercio

Manchete: Guerra na porta do paraíso

Protesto na entrada de Porto de Galinhas, contra aterros na comunidade do Alto da Bela Vista, fechou o trânsito por nove horas para quem tentou entrar ou sair do balneário ou chegar nas indústrias de Suape. A PM foi chamada e houve confronto. (Págs. 1 e Cidades, 1)

Novo plano de combate aos homicídios (Pág. 1)

Intervenção branca na pasta da Integração

Dilma condiciona verbas a aval da Casa Civil, após Bezerra Coelho ser acusado de favorecer Pernambuco. Eduardo Campos diz que ministro cumpriu ordens da presidente. (Págs. 1, 3 e 4)

Técnicos avaliam áreas de risco com chuva no Sudeste (Págs. 1 e 6)

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Zero Hora

Manchete: Estiagem põe 39 cidades gaúchas em emergência

No Estado, conforme a Defesa Civil, passa de 235 mil o número de moradores atingidos pela falta de chuva, que também castiga o oeste catarinense. (Págs. 1, 22 e 27)

Umidade do ar cai a nível comparável ao de deserto (Pág. 1)
Em contraste: Enchentes em Minas tiram de casa 10 mil

Chuva no Sudeste reaviva o terror das cheias dos janeiros passados. (Págs. 1 e 23)

Ato polêmico: Libertação de modelo e político abre debate

Juiz que revogou prisões diz a ZH por que tomou a decisão, que desagradou a familiares de vítimas e promotora. (Págs. 1, 4 e 5)

Prévias: Um nome para desafiar Obama

Mitt Romney testa seu favoritismo no Partido Republicano. (Págs. 1 e 20)

Aftosa

Estado reforça barreiras na fronteira. (Págs. 1 e 14)

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Brasil Econômico

Manchete: Metade das empresas brasileiras planeja comprar seu concorrente

Para 46% das companhias do país, fusões e aquisições são os caminhos preferidos para ingressar em novos mercados, ter acesso a tecnologias inovadoras e reduzir custos operacionais, revela pesquisa da Grand Thornton divulgada com exclusividade pelo Brasil Econômico. (Págs. 1 e 4)

MAN prepara chegada de seu extrapesado

Há nove anos na liderança do mercado de caminhões, companhia presidida por Roberto Cortes lança novo caminhão e quer crescer de 1 a 2 pontos percentuais em 2012. (Págs. 1 e 16)

Começa a corrida eleitoral nos EUA

Estado de Iowa deu a largada ontem para a escolha do pré-candidato republicano à Casa Branca. Democratas iniciam movimento pela reeleição de Obama. (Págs. 1 e 37)

Gol tem passagens mais caras que TAM

Apesar de se posicionar como empresa de baixo custo e focar no público de menor renda, Gol tem passagens 6% mais caras, na média, que a concorrente. (Págs. 1 e 18)

Marcas brasileiras viraram raridade

Ao anunciar sua volta ao mercado, a Gradiente tenta, mais uma vez, recuperar o terreno dos eletroeletrônicos hoje dominado pelas multinacionais coreanas. (Págs. 1 e 17)

US$ 2 bilhões entram ilegalmente no país

Mesmo com a abertura do mercado de câmbio nos últimos anos, “doleiros” continuam atuando. Metade das movimentações não supera o valor de R$ 10 mil. (Págs. 1 e 10)

Ações de 3 empresas iniciam ano no topo

Ambev, Eletropaulo e Klabin atingiram em apenas dois pregões de 2012 o ‘topo histórico’, o maior valor para os papéis desde que são negociados na BM&FBovespa. (Págs. 1 e 30)

Comida mais barata?

Novo diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva diz que preços de alimentos não vão disparar. (Págs. 1 e 36)
Jogos de Guerra

Exército brasileiro vai investir R$ 5 milhões para ter a primeira versão nacional de simuladores bélicos. (Págs. 1 e 24)
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Câmara de Ribeirão aprova Lei Cidade Limpa flexibilizada pelo Executivo e por emendas

A Câmara de Ribeirão Preto aprovou nesta terça-feira (20) o projeto da Lei Cidade Limpa, que estipula padrões para a publicidade exterior no município. A lei era discutida há dois anos e foi aprovada com 13 votos e duas abstenções depois de sofrer mudanças pelo Executivo e por emendas de vereadores.

Entre as alterações do texto original está o prazo de adequação, que passou de 120 para 180 dias após a publicação oficial da lei. Outro ponto que recebeu mudanças foi a distância mínima entre peças publicitárias e matas, leitos de rios e córregos.

As peças publicitárias vão poder ficar a 30 metros desses locais, antes eram estipulados 60 metros.

Também foi flexibilizada a dimensão dos outdoors. Inicialmente, a lei previa 27 m², mas uma das emendas estipulou a mudança para 40 m².

A multa por descumprimento da lei será de R$ 10 mil por anúncio irregular, mais R$ 1 mil por metro quadrado acima do tamanho estabelecido.

Lei Eleitoral é sobreposta à Cidade Limpa

A poluição visual que pode ser banida com a Lei Cidade Limpa vai voltar a Ribeirão Preto no período de campanha das eleições municipais de 2012.

Isso ocorre porque as decisões da Justiça Eleitoral, no caso, a Lei Eleitoral, se sobrepõe à Cidade Limpa. A legislação municipal já proíbe propaganda eleitoral em muros e em locais públicos. 

Ribeirão Preto – SP
Crise financeira faz Recra diminuir serviços e demitir funcionários
Fonte: Ribeirão Preto Online

Uma crise financeira enfrentada há mais de três anos pela Recra (Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto) tem afetado o número de serviços prestados por ela e seu quadro de funcionários.

Com uma dívida avaliada em aproximadamente R$ 12 milhões, o clube, possivelmente, vai demitir cerca de cem empregados. De acordo com matéria publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo” no sábado (17), o horário de funcionamento de alguns locais do clube também pode sofrer redução.

A maior parte dos problemas financeiros da Recreativa se deve a processos trabalhistas, com fornecedores e empréstimos. Em 2008, o clube acumulava uma dívida de mais de R$ 17 milhões.

O presidente na época, João Augusto da Palma, renunciou ao cargo depois de seis meses do seu segundo mandato. Em agosto desse mesmo ano uma nova diretoria assumiu temporariamente e o clube passou a ser presidido por João Batista Sarti. O presidente do conselho é José Antônio Pessini.

O patrimônio da Recra era estimado em R$ 70 milhões e a principal fonte de renda do clube era a mensalidade paga pelos 8 mil sócios (ao todo 30 mil pessoas, considerando as famílias).

Segundo a matéria da “Folha de S. Paulo”, Pessini confirmou as medidas e afirmou que foram estabelecidas durante reunião nesta semana. Ele não quis comentá-las.

Em março deste ano, o clube divulgou que a nova diretoria quitou dívidas no valor de R$ 5,4 milhões e fez investimentos de mais de R$ 90 mil em equipamentos novos para o restaurante e melhorias no ginásio de tênis. Além disso, eles afirmaram ter negociado o parcelamento da dívida fiscal do clube.

Venda de títulos

A matéria sobre a crise na Recreativa afirma que o conselho também definiu questões sobre a venda promocional de títulos.

“Custando R$ 10 mil até três anos atrás e oferecido apenas a convidados, hoje os títulos serão vendidos a R$ 1.200 (no caso da Recra cidade, na avenida Nove de Julho) e a R$ 1.000 (clube de campo), sem necessidade de indicação de um sócio antigo”, diz a matéria.

Em novembro do ano passado, a Recreativa colocou títulos do clube à venda e divulgou para o público em geral. As vendas, que começaram em dezembro de 2010, eram feitas no próprio clube.

De acordo com o que foi divulgado na época, os títulos custavam R$ 3.000 e podiam ser parcelado em até 20 vezes. Em pagamentos únicos o título saía por R$ 2.500.
“PROMOÇÃO”

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