Arquivo da categoria ‘Igreja’

Outdoor de igreja progressista mostra Virgem Maria com teste de gravidez positivo

Redação Portal IMPRENSA 
Um outdoor criado pela igreja anglicana progressista St. Matthews in the City, da Nova Zelândia, mostra a Virgem Maria com um teste de gravidez que aponta o resultado positivo. A publicidade questiona a versão católica da concepção de Jesus Cristo. “A história do Natal é a história de uma gravidez real, com uma mãe e uma criança de verdade… Maria era jovem, solteira e pobre. Com certeza, não foi a primeira ou a última mulher nessa situação”, ressaltou Vicar Glynn Cardy, representante da igreja.

Entretanto, a campanha religiosa causou polêmica no país. “A St. Matthew’s ignora o entendimento da gravidez e do nascimento de Jesus, no qual Maria não é uma mãe comum, mas uma jovem que entregou sua confiança e sua vida a Deus”, observou, porém, Lyndsay Freer, oficial da Diocese Católica do país.

Em 2009, uma propaganda da mesma igreja, na qual Maria e José estão deitados separadamente em uma cama, com rostos entristecidos, sob a chamada “Pobre José. Deus lhe deu uma tarefa muito difícil” também provocou discussões entre os religiosos locais.

Com informações do AdWeek.
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Jornal do Vaticano arrasa decisão de Obama

Publicado: 10 de março de 2009 em Igreja
Vaticano

Jornal do Vaticano arrasa decisão de Obama

O jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, criticou a decisão do presidente dos EUA, Barack Obama, que levantou as restrições impostas ao financiamento público de pesquisas com células estaminais embrionárias no país.

Num artigo que foi antecipado à imprensa, a publicação afirma que “o embrião é um sujeito no seu significado ontológico”, e que “é sobre este pensamento que se funda uma real democracia”.

“O reconhecimento da dignidade pessoal deve ser estendido a todas as fases da existência”, pode ler-se.

Obama foi ainda contestado pelos Bispos católicos norte-americanos, para os quais a decisão representa a “triste vitória da política sobre a ciência e a ética” e é uma acção “moralmente errada”, que estimula a “destruição de vidas humanas inocentes”.

A publicação critica ainda a postura de Obama, que afirmando-se um homem de fé, diz que tomou a sua decisão para aliviar o sofrimento, uma vez que os opositores da medida também são pelo alívio do sofrimento e defendem a vida humana, incluindo a do embrião.

A decisão é ainda criticada por pessoas ligadas à ciência e à bioética, que fazem questão de lembrar que há já três anos que é possível utilizar células estaminais obtidas a partir do cordão umbilical, e que não apresentam quaisquer objecções morais.

FA/Aura Miguel

http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=279690

Células-tronco colocam Obama em rota de colisão com o papa

REUTERS

CIDADE DO VATICANO – O presidente dos EUA, Barack Obama, entrou em rota de colisão com o papa Bento 16 e com a Igreja Católica norte-americana ao suspender nesta semana as restrições ao uso de verbas federais para pesquisas com células- tronco embrionárias.

Líderes do Vaticano e da Igreja nos EUA e na Itália criticaram a decisão, assinada na segunda-feira. Um comentarista disse que o teste de ‘uma real democracia’ é sua defesa dos mais indefesos.

A medida assinada por Obama reverte e repudia as restrições adotadas por seu antecessor, George W. Bush, e permite que laboratórios de todo o país comecem a trabalhar com esse tipo de células-tronco, espécie de ‘manual de instruções’ capaz de dar origem a qualquer tipo de tecido ou órgão.

Os cientistas esperam que as pesquisas levem à cura de diversas doenças degenerativas, e dizem que as pesquisas com células embrionárias são mais promissoras, embora tenha havido recentes avanços no uso de células adultas.

Já os grupos religiosos se opõem ao uso de embriões por considerar isso uma forma de aborto. Os defensores da prática dizem que os embriões usados, que sobram em clínicas de fertilização, seriam descartados de qualquer maneira.

O cardeal Justin Rigali, presidente do comitê de atividades pró-vida da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, qualificou a decisão de Obama como ‘uma triste vitória da política sobre a ciência e a ética’.

– Esta ação é moralmente errada porque encoraja a destruição de vida humana inocente, tratando seres humanos vulneráveis como meros produtos a serem colhidos – acrescentou.

Um artigo na terça-feira no jornal L’Osservatore Romano, porta-voz extraoficial do Vaticano, disse que ‘uma real democracia’ deveria se fundamentar na proteção da dignidade humana em todas as fases da sua existência.

Monsenhor Elio Sgreccia, importante especialista em bioética do Vaticano, disse à imprensa italiana que ‘o motivo para esta decisão deve ser visto sob a pressão dos lucros’.

Depois da suspensão da proibição na segunda-feira, as ações de empresas norte-americanas que fazem pesquisas com células-tronco dispararam. Os pesquisadores dizem que as empresas que tinham medo de sondar o terreno provavelmente se adiantarão agora que há verbas federais disponíveis.

O tema deve ser um dos assuntos tratados no primeiro encontro do papa Bento 16 com Obama, que deve ocorrer em julho, quando o presidente for à Itália para a cúpula do G8.

Em 2001, o falecido papa João Paulo 2o pediu a Bush que não permitisse pesquisas com células-tronco embrionárias.

No ano passado, um documento do Vaticano sobre bioética disse que o embrião humano tem ‘desde o princípio a dignidade própria a uma pessoa’.

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/03/10/e100321013.asp

Manifestantes criticam arcebispo de PE que excomungou responsáveis por aborto

A posição da Igreja Católica, que excomungou a mãe e os médicos que fizeram aborto em uma menina de 9 anos, grávida de gêmeos, depois de estuprada pelo padrasto, foi muito criticada durante manifestação de mulheres realizada neste domingo, 8, em São Paulo. O caso ocorreu no interior de Pernambuco.

Representantes do movimento feminista distribuíram folhetos com a foto do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, nos quais lembravam o tipo de aborto feito na menina foi legal e está previsto em lei, Os panfletos diziam ainda que o fato poderia ter tido um final diferente se o Estado brasileiro reconhecesse e legalizasse o aborto.

“Pregar sua doutrina no interior dos templos é um direito legítimo de todos os religiosos. Agora, quando um representante da Igreja Católica Apostólica Romana tenta interferir nas decisões da Justiça, ou faz essas declarações à imprensa, está claramente procurando exercer inapropriada influência pública sobre o Estado laico, construindo um discurso de intolerância e intransigência oposto à idéia de vida que alega defender”, ressalta o movimento.

A pesquisadora da Universidade de Campinas (Unicamp), Mariana Cestari, uma das coordenadoras da manifestação de hoje, explicou que a bandeira do movimento pela legalização do aborto expressa “uma questão de direito ao nosso corpo”.

“Hoje temos mais de 1 milhão de abortos provocados por ano no Brasil. É uma realidade. E criminalizar ou tratar como criminosas as mulheres que realizam abortos não significa diminuir esses números”, disse Mariana à Agência Brasil. Segundo ela, as mais prejudicadas com a criminalização do aborto são as mulheres negras e pobres, que realizam essas cirurgias de forma clandestina e em condições precárias, que podem levar à morte.

Na questão específica da garota de 9 anos que fez o aborto, Marina diz que é preciso refletir sobre qual a vida mais importante a se preservar: da própria menina ou dos filhos gêmeos que ela teria.

“Quando se defende a vida, de que vida se fala? Defende-se a vida de fetos ou de uma menina que está grávida, depois de estuprada pelo padrasto? A vida dela está pública, escancarada, excomungada. E por que o estupro não é excomungado pela Igreja? E não estamos nesse caso falando de um aborto ilegal. A posição de excomunhão foi lamentável”, afirmou.

Também a coordenadora estadual da União Brasileira de Mulheres, Rosina Conceição de Jesus, afirma que o aborto não pode ser criminalizado. “Não podemos conceber que a Igreja acabe achando que é um outro Estado e queira criminalizar nossas mulheres.”

http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&idnoticia=4463

Excomunhão por aborto pode ser questionada na Justiça
Da redação

Promotor diz que excomunhão da mãe e dos médicos que realizaram um aborto numa menina de nove anos de idade pode ser questionada na justiça.

A justiça comum poderia ser acionada contra a decisão do arcebispo de Olinda e Recife Dom Jose Cardoso Sobrinho que excomungou a mãe e os médicos que fizeram o aborto numa menina de nove anos grávida de gemêos, vítima de estupro praticado pelo padrasto. A opinião é do promotor Robertoi Tardelli que considera que a posição do bispo uma demonstração de fundamentalismo.

.O arcebispo recebeu apoio do cardeal do Vaticano responsável pela America Latina que disse que a excomunhão é triste, mas justa. Neste final de semana o arcebipo Dom Jose Cardoso Sobrinho disse que pode rever a excomunhão se os envolvidos no aborto se arrependerem e se confessarem mas mantem a mesma posição que levou a condenação religiosa.

O médico Mariano Tamura lembra que uma gravidez de gemeos numa menina tão nova aumentava muito o risco de morte. A garota tem 1,33 metro de altura e pesa 36 Kg. O médico diz que vítimas de aborto tem direito de realizar o aborto no inicio da gravidez, mas ele admite que a pressão da igreja pode interferir nas futuras decisões dos médicos.

Para o padre e professor de bioética Marcio Fabri dos Anjos faltou inteligência e sensibilidade ao arcebispo de Olinda. A condenação do aborto é um principio da Igreja mar era preciso pensar no sofrimento da vítima e da família.

O estuprador da garota esta preso e não foi excomungado. A garota que passou pelo aborto foi transferida com a mãe para um abrigo.
http://band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=130440&CNL=1

Vaticano considera “justa” excomunhão de médicos brasileiros
“Os gêmeos concebidos eram pessoas inocentes”, disse cardeal.
Fonte: Isaac Vilela

O presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, o cardeal Giovanni Battista, considera “justa” a excomunhão dos médicos que praticaram legalmente um aborto de uma menina de 9 anos grávida de gêmeos após ter sido violentada pelo padrasto. “É um caso penoso, mas o verdadeiro problema é que os dois gêmeos concebidos eram pessoas inocentes, tinham direito de viver”, afirmou o cardeal em declarações publicadas pelo jornal italiano “La Stampa”, apoiando a atitude do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho.

A interrupção voluntária da gravidez “sempre representa o assassinato de uma vida inocente e, para o código do direito canônico, quem pratica ou colabora diretamente com o aborto cai na excomunhão”, acrescentou. A menina de 9 anos abortou na quarta-feira (4) em um hospital público de Recife (PE), um dia depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, tentou convencer a mãe da menor a desistir da ideia. O arcebispo anunciou pouco depois que os adultos que tiveram alguma participação no aborto incorreram em uma penalidade eclesiástica que é punida com a excomunhão.

“A Igreja (Católica) sempre defendeu a vida e tem que seguir fazendo isso sem se adaptar às correntes da época ou à oportunidade política”, diz o cardeal Battista Re ao jornal italiano. O chefe do departamento do Conselho Pontifício para a Família, Gianfranco Grieco, acredita que a Igreja não pode “trair” sua postura como a de defender a vida até seu fim natural, mesmo que seja um “drama humano como a violência sobre uma menina”. A missão da Igreja Católica “é a defesa da vida e, por isso, cada um de nós deve ter um comportamento de grande respeito a esta gravíssima dor”, diz Grieco, em declarações ao mesmo jornal italiano. “Os bispos predicam justamente o mistério da vida, enquanto o aborto não é uma solução, é um atalho”, disse o religioso.

PAPA ANUNCIA VISITA À TERRA SANTA – O papa Bento XVI anunciou neste último domingo (dia 7 de março) que irá visitar a Terra Santa entre os dias 8 e 15 de maio. Será a primeira visita papal à região desde o ano 2000. O anúncio foi feito logo após a tradicional bênção do meio-dia de domingo, em Roma. Bento XVI disse que irá visitar os lugares onde Jesus viveu e que rezará “pela unidade e pela paz no Oriente Médio e em toda a humanidade”. O itinerário da viagem incluirá paradas na Jordânia, Israel e em territórios palestinos. O papa deve visitar o maior mosteiro da Jordânia na capital, Amã, para depois seguir a Jerusalém, Belém e Nazaré.

http://www.agoracornelio.com.br/noticias/exibe.php?CodNoticia=4757

Arcebispo diz que suspeito de violentar menina não pode ser excomungado

Religioso condenou mãe e médicos envolvidos em aborto.
Imprensa italiana diz que Vaticano apoia decisão.

Do G1, com informações do Jornal Hoje
O caso da menina de 9 anos que interrompeu a gravidez de gêmeos causou comoção e revolta. A repercussão foi ainda maior pela reação da Igreja Católica ao aborto provocado pelos médicos. O arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a mãe e a equipe médica envolvida no procedimento.

Nesta sexta-feira (6), o arcebispo disse que o padrasto, suspeito de violentar a menina e ser pai dos bebês, não pode ser excomungado. “Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão”, afirmou Sobrinho. “Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente.”

A equipe que participou do aborto está recebendo e-mails de médicos do país inteiro. Foram mais de 500 mensagens de apoio até a manhã desta sexta. Para os especialistas, não havia dúvida sobre a necessidade de interromper a gravidez e, sobre essa conduta, não cabe intervenção da Igreja.
O médico Rivaldo Albuquerque, que participou do atendimento, já havia sido excomungado antes. Ele entrou em choque com a Igreja Católica desde que participou da criação de um serviço de atenção às mulheres violentadas, que faz o aborto nos casos previstos por lei. Católico praticante, ele disse que não vai deixar de assistir à missa.

Quem é excomungado fica proibido de receber sacramentos como batismo, comunhão, crisma e casamento.

Repercussão

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota em que destaca o mandamento “não matarás” e reforça as críticas feitas ao aborto.
A imprensa italiana publicou, nesta sexta, reportagens afirmando que o Vaticano apóia a decisão do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, de excomungar os envolvidos na interrupção da gravidez de uma menina de 9 anos.

O site do jornal italiano “Corriere della Serra” mostra um texto sobre o caso. Em entrevista, o padre Gianfrancesco Grieco, diretor do Pontifício Conselho para a Família, disse que o tema é “muito, muito delicado”, mas a Igreja não pode “trair” seus princípios de defender a vida desde a concepção até a vida natural, mesmo diante de “um drama humano tão forte”.

Ainda de acordo com o texto, o padre disse que “o aborto não é uma solução, é um atalho” e reprovou a atitude dos médicos.

Alta

A gravidez da criança foi descoberta na semana passada, depois que ela reclamou de dores e foi levada a uma unidade de saúde. Os médicos classificaram a gestação de 15 semanas como de alto risco, pela idade e por ser de gêmeos. Segundo os médicos, a mãe pediu para que o aborto fosse realizado.

O padrasto da menina foi preso, suspeito de ter abusado da garota e ser pai dos bebês que ela esperava. Ele deve ser indiciado por estupro. De acordo com a polícia, a menina sofria violência sexual desde os 6 anos.

A menina teve alta nesta sexta-feira e passa bem, segundo o diretor do hospital em que ela estava internada, Sérgio Cabral. Ela e a mãe devem ser encaminhadas para um abrigo no Recife, por determinação do Ministério Público. Elas não devem voltar imediatamente para Alagoinha (PE), onde moravam.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1031860-5598,00-ARCEBISPO+DIZ+QUE+SUSPEITO+DE+VIOLENTAR+MENINA+NAO+PODE+SER+EXCOMUNGADO.html

Médico diz que gravidez de menina de 9 anos foi interrompida

De acordo com ele, criança passa bem.
Procedimento teria sido realizado com autorização da mãe.

de Medeiros, da Universidade de Pernambuco (Cisam/A gravidez da menina de 9 anos, que teria sido abusada pelo padrasto, foi interrompida na manhã desta quarta-feira (4). Segundo o diretor médico do Centro Integrado de Saúde AmauryUPE), Sérgio Cabral, os dois fetos foram expelidos.

Cabral informou que o procedimento foi realizado com autorização da mãe e consentimento da menina, seguindo protocolo recomendado pelo Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou decorrente de violência sexual. “Nós entendemos que a menina se encaixava em ambos os casos”, disse o médico.

Para o procedimento, os médicos usaram um medicamento que provoca contrações do útero, induzindo a expulsão do feto. Segundo Cabral, a menina passa bem e ainda está no centro cirúrgico, onde deve aguardar um período de jejum, de oito a doze horas.

Após esse tempo, deverá ser realizada uma curetagem uterina (processo que realiza a limpeza do útero), prevenindo infecções posteriores.

A menina foi levada ao Cisam após receber alta no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip), na noite da terça-feira (3).

Denúncia

O advogado da Arquidiocese de Olinda e Recife, Márcio Miranda, deve oferecer ao Ministério Público de Pernambuco, ainda nesta quarta-feira, denúncia contra a mãe da menina de 9 anos que está grávida de gêmeos. A criança teria sido abusada por seu padrasto, que está preso.

Segundo o advogado, a mãe está sendo orientada por entidades, para que seja feito o aborto. “Essas organizações poderiam orientar e tentar ajudar a mãe o máximo possível para que a gravidez fosse levada adiante, até o momento de uma cesariana”, diz Miranda. “É a lei de Deus, ‘não matarás’. Consideramos que é um assassinato.”

Miranda defende ainda que o aborto causará grave impacto na vida da criança.

Risco
Na última quinta-feira (26) a menina foi levada ao Imip, onde fez exames que constataram a gravidez de 15 semanas. Segundo a assessoria da instituição, no sábado (28), a mãe da criança pediu para que o aborto fosse realizado.

O Imip deu entrada ao processo e uma equipe de médicos e psicólogos começou a preparar a menina para o procedimento. Na terça-feira, o pai biológico da menina grávida solicitou que o aborto não fosse feito.

A equipe médica interrompeu o processo, aguardando consenso por parte da família. Ainda na terça-feira, a mãe da menina pediu ao hospital que liberasse sua filha, afirmando que se responsabilizaria pelos cuidados. Depois, a garota deu entrada no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros, onde a gravidez foi interrompida.

Segundo o Imip, como não havia risco de vida imediato para a menina, ela foi liberada. Entretanto, a assessoria informou que a gestação era considerada de alto risco por causa do porte da criança, que tem 1,33 metro e 36 quilos.

A polícia diz que a menina sofria violência sexual desde os 6 anos. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos.

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1027257-5598,00-MEDICO+DIZ+QUE+GRAVIDEZ+DE+MENINA+DE+ANOS+FOI+INTERROMPIDA.html

ANTES DISSO….

Igreja quer impedir interrupção de gravidez de menina de 9 anos

G1/CBJr.

O arcebispo de Olinda e do Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, quis conversar com os pais de uma menina de 9 anos, que está grávida. O padrasto da criança foi preso na semana passada, em Alagoinha (PE), onde a família vivia, quando se preparava para fugir para a Bahia. Ele teria abusado da menina e seria o pai dos gêmeos que ela está esperando.

A menina teve alta hospitalar na terça-feira (3), no mesmo dia em que aconteceu o encontro. Participaram da reunião, além do arcebispo, o advogado da arquidiocese, Márcio Miranda, o pai da menina grávida, o pároco de Alagoinha, padre Edson Rodrigues, e dois conselheiros tutelares. Para o arcebispo de Olinda e do Recife, a violência sofrida pela menina não justifica o aborto.

“A menina engravidou de maneira totalmente injusta, mas devemos salvar vidas”, disse. O advogado da Arquidiocese de Olinda e Recife, Márcio Miranda, afirmou que vai denunciar o caso ao Ministério Público de Pernambuco ainda nesta quarta-feira (4).

A ideia é impedir que o aborto aconteça. Violência Segundo a polícia, a menina sofria violência sexual desde os 6 anos. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos. A gravidez foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, em Pesqueira (PE).

No hospital, os médicos descobriram que a garota estava na 16ª semana de gestação. Os médicos classificaram a gestação da menina como de alto risco, pela idade e por ser de gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gestação, situação que é prevista em lei diante do risco que a menina corre.

http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=474008

Dom José luta contra aborto de menina

Dom José, na companhia do pai da criança grávida, diz que a lei dos homens não pode superar a lei de Deus. Foto: Juliana Leitão/DP/D.A Press

O caso da menina de 9 anos, grávida de gêmeos, que teria sido estuprada pelo padrasto, teve novodesdobramento no fim da noite de ontem, e foi parar no Palácio dos Manguinhos. Dizendo estar preocupado com o assassinato de dois “inocentes”, o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, encontrou-se com o diretor do Imip, onde a menina estava internada, e até com o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), para tentar impedir o aborto, marcado para as 8h de ontem. Apesar da pressão da Igreja, a criança foi levada pela mãe para outra unidade de saúde ainda na noite de ontem. O Diario localizou as duas e tentou falar com a mãe no novo local de internamento, mas a mulher preferiu não se pronunciar.

Internada na enfermaria de gravidez de alto risco do Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip), no Recife, desde o último sábado – para se submeter ao procedimento de aborto, previsto em lei em casos de estupro – a garota recebeu alta da unidade ontem no início da noite. Segundo informações da assessoria de imprensa do Imip, a liberação foi concedida a pedido da mãe, que responde pela guarda da criança. Ela assinou um termo de responsabilidade e saiu sem comunicar à direção hospitalar nem aos conselheiros tutelares aonde iria levar a filha, se voltaria para casa ou recorreria a outro hospital.

Enquanto a Igreja se mobilizava, entidades de defesa da mulher procuraram a direção do hospital para tentar achar uma solução rápida para o caso e realizar o aborto. “A mãe e a menina estão desesperadas. E este é um procedimento médico que não tem o que se questionar. É previsto em lei. Como o Imip estava demorando para fazer o procedimento, chegamos a essa decisão de orientar a mãe a retirá-la de lá”, explicou Paula Viana, integrante da rede feminista de saúde e da ONG Curumim.

A direção do Imip disse ainda que liberou a saída da garota porque o estado de saúde “não oferecia risco iminente” de complicações e que só fez acatar a decisão da mãe. Ontem, horas antes de liberar a menina, o hospital já havia sofrido um revés para a realização do aborto. Diante da recusa do pai, que ontem, também se juntou ao arcebispo dom José em defesa da continuidade da gestação. “Estava com a consciência pesada de apoiar o aborto e decidi seguir conselhos da minha família”, disse ontem ao falar na Palácio dos Manguinhos, ao Diario de Pernambuco.

O discurso de dom José foi reforçado pelos conselheiros tutelares do município de Alagoinha, onde a menina mora. O grupo assinou documento se posicionando contra a interrupção da gravidez. Desde o último sábado à tarde, a garota estava passando por um processo abortivo com o acompanhamento de uma equipe de médicos, psicólogos e assistentes sociais no Imip. Apesar de informar inicialmente que a garota recebeu analgésicos para não sentir dor e medicamentos abortivos, a assessoria de imprensa desmentiu ontem a informação.

A discussão também reacendeu a polêmica do aborto entre demais autoridades religiosas e representantes de ONGs. O presidente da Convenção das Igrejas Batistas de Pernambuco, que congrega 400 igrejas no estado, Lyncoln Araújo, acredita que “se não há risco de saúde para a mãe, as vidas devem ser preservadas”. Já Taciana Gouveia, da coordenação colegiada do SOS Corpo, acha que o aborto, nesse caso, é um direito legal. “O que justifica o aborto é a situação de violência sexual prevista na lei”, argumenta.

http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/03/04/urbana1_0.asp

Igreja Católica: ACORDA!!!

Não é possível que uma pessoa em sã consciência cometa tal barbaridade em defender uma gravidez de alto risco de uma criança de nove anos e estuprada pelo próprio padrasto. Como pode se falar em defender a vida, se era a criança que estava correndo risco iminente com dois filhos na barriga?

E supondo-se que tivesse sucesso no nascimento destas crianças e que a mãe sobrevivesse sem sequelas, como seria o futuro das três crianças? Quem cuidaria delas? O padrasto estuprador? A igreja? A mãe que não percebeu que a filha estava sendo estuprada pelo marido desde os 06 anos e que ainda abusava da filha de 14 anos com problemas mentais.

E mesmo que alguém cuidasse, como ficaria a situação psicológica das três crianças quando se dessem conta que são filhas do próprio padrasto? Como seria a infância da menina que teria que cuidar da responsabilidade de outras duas crianças?

Agora vem a igreja católica denunciar a mãe pelo aborto?


Aonde estava a igreja quando o padrasto estuprava a(s) criança(s)?

O mesmo mandamento que diz não matarás diz para não cobiçar a mulher do próximo, nem coisa alguma que lhe pertença. Alias até a lei de Deus foi aí mudada: Não trabalharás no sábado! Hoje não se trabalha no domingo (vai dizer isso a um vigilante, um polícia, um médico, um padeiro, um jogador de futebol, e vários outros que trabalham não só no sábado, como domingo e feriados). Este mandamento criado por Deus, na prática, não tem mais fundamento. Do mesmo modo que diz não mataras deve se cobrar também que não estupraras quem quer que seja. Sem contar que a igreja católica no passado já matou milhares de inocentes.


É a lei do faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço.

Só falta agora vir a turma dos direitos humanos passar a mão na cabecinha do nobre padrasto pedófilo.

E nem vou comentar sobre os padres pedófilos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 porque aí já seria assunto pra mais de semana.

Autor Nilton Mariano

Bispo que negou o Holocausto desembarca em Londres

Publicado: 25 de fevereiro de 2009 em Igreja

Bispo que negou o Holocausto desembarca em Londres

De batina, Richard Williamson não falou com os jornalistas.
Ele foi mandado embora da Argentina por conta de suas ideias.

Da AFP, em Londres

O bispo negacionista britânico Richard Williamson desembarcou na manhã desta quarta-feira (25) no aeroporto londrino de Heathrow, procedente da Argentina, que foi obrigado a abandonar.
Williamson passou pelo portão de desembarque do aeroporto, onde era aguardado por uma multidão de fotógrafos.
Foto: AFP

O bispo Richard Williamson chega ao aeroporto londrino de Heathrow nesta quarta-feira (25). (Foto: AFP)

Vestido com batina, sorridente e aparentemente tranquilo, foi escoltado pela polícia até a saída do aeroporto e não fez declarações.

O ministro argentino do Interior, Florencio Randazzo, anunciou na quinta-feira da semana passada que Williamson tinha prazo de 10 dias para abandonar o país, onde morava desde 2003, “sob pena de expulsão” por suas declarações sobre o Holocausto.

Richard Williamson declarou em uma entrevista a um canal sueco de TV: “Penso que não existiram câmaras de gás (…) Acredito que de 200 mil a 300 mil judeus morreram nos campos de concentração, mas nenhum na câmaras de gás”.

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1017012-5602,00-BISPO+QUE+NEGA+O+HOLOCAUSTO+DESEMBARCA+EM+LONDRES.html
https://i2.wp.com/diariodonordeste.globo.com/imagem.asp

Sob ameaça de expulsão, o bispo católico integrista britânico Richard Williamson, que negou o extermínio de judeus nas câmaras de gás nazistas, deixou a Argentina. Antes de pegar um vôo da British Airways com destino a Londres, o bispo mostrou o punho e empurrou um jornalista. O Vaticano ordenou que o prelado se retrate das suas declarações, mas Williamson diz que quer ´provas´.,

O canal no YouTube do Vaticano recebe 740.000 visitas

O canal do Vaticano no YouTube, recebeu um total de 740.000 visitas na sua primeira semana de funcionamento, de acordo com o porta-voz do Vaticano Federico Lombardi.

Considero que esta experiência já começou bem e será muito fértil.

De acordo com analistas do Google, estes dados e as 15.000 inscrições realizadas fazem dele um dos principais canais institucionais do mundo.

Lombardi explicou que eles têm dois vídeos novos cada dia, assim como três vídeoclips dos principais discursos do papa sobre o Holocausto, que coincidiu com a polêmica desatada pelo Bispo Richard Williamson, que negou a sua existência.

Link: El canal del Vaticano en YouTube recibe 740.000 visitas (La Vanguardia)

http://www.fayerwayer.com.br/2009/02/o-canal-no-youtube-do-vaticano-recebe-740000-visitas/