Arquivo da categoria ‘“Os Famosos”’

Procuradora acusada de torturar criança dorme em cela especial de presídio no Rio
Diana Brito
da Sucursal do Rio
A procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes, 66, passou a noite de quinta e sexta-feira em uma cela individual especial para quem tem nível superior no presídio Nelson Hungria, no conjunto penitenciário de Bangu, zona oeste do Rio.
Foragida havia oito dias, ela se apresentou ontem à Justiça do Rio e chorou ao ouvir o juiz Guilherme Duarte, da 32ª Vara Criminal, ler os autos do processo em que é acusada de torturar uma menina de dois anos que estava sob sua guarda para adoção.
Quando deixou o fórum na tarde de ontem, já presa, para ser encaminhada à Polinter (Polícia Interestadual), no Andaraí (zona norte), a procuradora foi hostilizada por pessoas do lado de fora. Acompanhada de policiais e dois advogados, ela foi levada para a Polinter e, em seguida, encaminhada para o complexo penitenciário de Bangu.
Ainda na tarde de ontem, a defesa pediu a revogação da detenção, mas o juiz negou. Para ele, a soltura pode prejudicar a colheita de provas. Jair Leite Pereira, advogado da acusada, disse que espera obter “pelo menos” a prisão domiciliar e nesta sexta já faz novo requerimento à Justiça.
Pereira afirmou ainda que a cliente nega as acusações. “O laudo do IML afirma que a lesões foram leves e não causaram nenhum mal-estar maior na criança.” Já um laudo complementar do IML aponta lesões graves na garota.
Agressão
A criança agredida estava sob a guarda da procuradora desde 14 de março. No dia 15 de abril, após denúncia, uma equipe da Vara da Infância, acompanhada de uma juíza, uma promotora e oficial de Justiça, foi à casa da procuradora. Machucada, a menina foi levada para o hospital municipal Miguel Couto, na Gávea (zona sul). Com os olhos inchados, ela precisou ficar três dias internada.
A denúncia (acusação formal) contra a procuradora foi feita no começo de maio pelo Ministério Público, que pediu sua prisão preventiva pelo crime de tortura. Os promotores responsáveis pela acusação, afirmam que ela submeteu a criança “a intenso sofrimento físico e mental, agredindo-lhe de forma reiterada, como forma de aplicar-lhe castigo pessoal”.
(Folha Online)
Repercussão
Veja o que a Ivete Sangalo comentou no seu Twitter
ola ola que tal amiguitos!!! buenos dias
VERA LUCIA DE SANTANA GOMES. esse é o nome da procuradora que torturou uma menininha de 2 anos. 
Eu só quero dizer a vcs que eu estou vigiando cada passo desse caso.
Não vou sossegar . Isso realmente me deixa enlouquecida, essa infeliz maltratando uma criança de 2 anos, indefesa. 
Tenho mal estar só de olhar pra essa mulher, Mas ela pode saber que estarei de olho, mesmo quando esse assunto sair da midia e esfriar.
Esse será o meu grande objetivo desse ano. Só sossego quando se fizer justiça
a gente não pode deixar essas coisas passarem em branco. Não podemos.
Só vou sossegar quando se fizer justiça.
Vcs tem que vigiar tb! a rua, a casa vizinha, o restaurante, qualquer que seja o lugar. é preciso denunciar mal tratos com crianças e idosos.

Meu Deus, como pode isso acontecer? que loucura? 
O que elva uma pessoa a fazer isso. fico muito triste e revoltada
e ela ainda vai ter regalias por conta do 3 grau completo. Infeliz. Estudou pra que?
Faltando amor, faltando propagação desse amor.
Esse papo que palmada , que essas coisinhas que não fazem mal etc, etc, isso pra mim é balela. educar da trabalho, ter paciencia da trabalho
mas o que seria de nos pais sem essa função de dar carinho, ter paciência, ter calma. esse é o nosso dever e o nosso prazer tb

Tem que ter calma, tranquilidade e ver a cada momento o presente que Deus deu pra gente de ser pai e mãe. é coisa divina
São crianças, pequenininhas, mas sao individuos, que a gente tem que respeitar.Ghandi foi criança, Madre Tereza foi criança. pessoas boas,
Isso é mais que realidade nos nossos tempos. a gente fica alerta e ajuda a quem precisa.

Isso é mais que realidade nos nossos tempos. a gente tem que ficar alerta
to comendo e falando aqui com vcs. Me deixa preocupada demais.
mas, isso só veio à tona por que alguem denunciou, tem que denunciar. A identidade de quem denuncia nunca é revelada.
Criancas vou nessa. obrigada por me permitirem desabafar aqui com vcs. atentos sempre ok?
bjusssss

Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann relembrou seus velhos tempos de modelo e tirou a roupa em um belíssimo ensaio sensual para a revista “Vip”. Capa da edição 300 da publicação, a apresentadora do “Tudo é possível”, da Record, ficou orgulhosa com o resultado. “Há seis anos não fazia nada tão sensual. A primeira capa foi sexy, mas desta vez ficou bem mais abusado”, avaliou a loura, em seu terceiro ensaio.
 
Dona de curvas esculturais, Ana confessou, durante a entrevista, que hoje se gosta muito mais do que antes: “Estou bem mais gostosa, com certeza (…) Eu sou uma magra com curvas. Não sou assim gostoooosa. Mas não tenho vergonha de usar aquilo que tenho”.
Sobre o trabalho, Hickmann contou que já conquistou credibilidade e, por isso, se sente à vontade para abusar mais.
http://extra.globo.com/lazer/retratosdavida/posts/2010/03/02/ana-hickmann-tira-roupa-para-ensaio-sensual-270569.asp

Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual

Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual
Ana Hickmann tira a roupa para ensaio sensual

Antes era assim, acreditem!

antes e depois da Ana Hickmann

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(Por isso mulherada não desanimen…)

Médico de Michael Jackson tentou enganar investigadores
RIO – O médico particular de Michael Jackson tentou acobertar detalhes sobre a morte do cantor, acreditam policiais que investigam o caso. Segundo especialistas, inclusive um anestesista que analisa as prováveis causas da morte, Jackson recebeu uma injeção intravenosa de propofol em sua perna no dia 25 de junho de 2009, que se revelaria fatal. Aos policiais, porém, Murray informou que havia ministrado uma pequena dose de 2,5 ml propofol no popstar.

O médico particular de Michael Jackson tentou acobertar detalhes sobre a morte do cantor, acreditam policiais que investigam o caso. Segundo especialistas, inclusive um anestesista que analisa as prováveis causas da morte, Jackson recebeu uma injeção intravenosa de propofol em sua perna no dia 25 de junho de 2009, que se revelaria fatal. Aos policiais, porém, Murray informou que havia ministrado uma pequena dose de 2,5 ml propofol no popstar.
De acordo com o blog TMZ, sua versão foi contestada pelo médico John Dombrowski, um conceituado anestesista, diretor da American Society of Anesthesiologists, para quem uma injeção desse volume não seria capaz nem de fazer Jackson dormir, quanto mais de matá-lo. De fato, relatório legista aponta que o nível da substância encontrado no corpo do músico era o equivalente ao utilizado em cirurgias de grande porte.
No quarto do cantor, foi encontrado um frasco vazio de 20ml de propofol, mas a chave para o caso pode estar num compartimento secreto dentro de um closet, onde foram encontrados numerosos recipientes vazios do analgésico, incluindo um de 100ml com um rasgo na tampa de plástico – uma dose 40 vezes maior da que a admitida pelo médico. Este detalhe pode ser também crucial para a investigação, já que indica que o doutor Murray pode ter aplicado a substância diretamente na veia de Jackson. Os doutor Drombowski e os investigadores do caso apostam nessa tese, que aponta para um comportamento “incauto” do médico em relação ao paciente.

Comediante Arnaud Rodrigues morre em naufrágio

Publicado: 17 de fevereiro de 2010 em "Os Famosos"
Comediante Arnaud Rodrigues morre em naufrágio
O comediante e ator Arnaud Rodrigues, de 68 anos, morreu depois que a embarcação em que estava ter virado e afundado no lago da Usina Hidrelétrica de Lajeado, na altura do km 26 da TO 10, entre o município de Lajeado e Palmas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, havia oito pessoas na embarcação, além do piloto, que está desaparecido. A embarcação era particular. Equipes da Marinha e dos Bombeiros fazem buscas no local.
‘Arnaud Rodrigues era o melhor redator de humor do país’, diz Chico Anysio
Humorista morreu no Tocantins vítima de naufrágio.
Ele está sendo velado na Câmara Municipal de Palmas.
Arnaud Rodrigues, morto na terça-feira (16), era o melhor redator de comédia do Brasil. É o que diz Chico Anysio, que trabalhou com o humorista em diversos programas de televisão.
“Já não trabalhamos juntos há mais de 15 anos, mas acho que ele foi o melhor redator de humor do país. Era até um pouco difícil de trabalhar com ele, pois era muito teimoso. Mas sempre foi muito bom”, afirmou Chico Anysio.
Rodrigues morreu na noite desta terça-feira (16), no Tocantins, depois que a embarcação em que estava virou em um lago, na altura do km 26 da rodovia TO 10. Nove pessoas morreram no acidente.
Chico Anysio se disse muito chateado com a morte do colega, pois “a família fica desprotegida”.
O corpo do humorista Arnaud Rodrigues está sendo velado nesta quarta-feira, na Câmara Municipal de Palmas (TO).
Carreira
Nascido em Serra Talhada (PE), em 1942, Arnaud Rodrigues trabalhou nos programas de Chico Anysio na TV Globo, entre eles “Chico City” (1973), e em vários programas humorísticos. Ao lado de Chico Anysio formou o grupo musical Baiano e os Novos Caetanos na década de 70.
Entre seus trabalhos em novelas destacam-se “Roque Santeiro” (1985), “Partido Alto” (1984), “Pão Pão, Beijo Beijo” (1983), “Bandidos da Falange” (1983) e uma participação especial em “Lampião e Maria Bonita” (1982).
No cinema, atuou em “A filha dos Trapalhões” (1984), “Os Trapalhões e o Mágico de Oroz” (1984), “O doce esporte do sexo” (1971) e “Uma negra chamada Tereza” (1973).
Recentemente ele atuava no humorístico “A praça é nossa”.
Corpo de Arnaud Rodrigues é velado em Palmas
O velório do humorista Arnaud Rodrigues, 68 anos, acontece desde às 8h da manhã desta quarta-feira (17) na Câmara Municipal de Palmas (TO).
Apesar de nascido em Serra Talhada, no estado de Pernambuco, Arnaud Rodrigues residia em Palmas há cerca de 10 anos. Ele foi vítima de um acidente com um barco, que naufragou no Lago da Usina de Lajeado, a 26 km de Palmas.
Arnaud Rodrigues teria programa de variedades no Tocantins
Comediante morava há 10 anos no Estado. Filho segue a carreira do pai
O comediante Arnaud Rodrigues Rodrigues, que morreu nesta terça (16), vítima de um naufrágio, em Palmas (TO), voltaria às gravações do programa A Praça É Nossa (SBT) na próxima semana e gravaria um programa de variedades para televisão local. Há três anos, ele estava afastado do humorístico do SBT.
Apesar de muito abalado com a morte do pai, Arnaud Rodrigues Junior conversou com o R7 direto de Palmas e afirmou que o comediante estava cheio de vida e com muitos projetos.
– Além de voltar para a Praça É Nossa, meu pai estava com diversos projetos na cidade. Construção de moradias populares, além de sua volta à TV. Ele estava acertando um programa de variedades, entrevistas e humor em uma televisão pública local. Já tinha até nome: Chocolate. Ele me dizia que este nome foi dado porque chocolate é uma coisa que todo mundo gosta.
Arnauld Junior, que também é humorista, ainda contou que seu pai sempre lhe dava muitos conselhos em relação à profissão.
– Eu fiz vários trabalhos na TV. Fiz uns trabalhos para o Show do Tom (Record), trabalhei com o Chico Anysio, também na própria Praça, mas nunca fui colocado nestes lugares pelo meu pai. Ele me dizia “filho, bate na porta nos lugares, mostra seu talento e com certeza você vai conseguir”.
Junior ainda contou que vai ser difícil superar a perda de Rodrigues, pois além de ser um pai “maravilhoso” ele também “era meu grande professor”.
Rodrigues morava há dez anos na capital do Tocantins. Ele escolheu o local, pois era um lugar novo e tranquilo para se viver. Na época, o comediante foi conhecer a cidade, fez muitos amigos e resolveu se mudar.
Formou, com Chico Anysio, na década de setenta, o grupo musical “Baiano e Novos Caetanos” com o qual gravou dois discos que fizeram sucesso na época. Destaque para as músicas “Vô Batê pa Tu” e “Urubu ta com Raiva do Boi”
Em carreira solo, sob o pseudônimo de “Paulinho”, um dos muitos personagens que interpretava nos programas de Chico Anysio, gravou um disco antológico, chamado “O Som do Paulinho”
A principal característica da música de Arnaud Rodrigues é uma mixagem muito bem dosada do tradicional com o moderno, dentro do universo nordestino. Ele não abandona as raízes, mas empresta a elas um toque de modernidade, fazendo um som gostoso, dançante, com letras inteligentes e arranjos super criativos. Vale a pena ouvir!
Arnaud Rodrigues, um grande talento brasileiro que, musicalmente, não teve ainda o reconhecimento que merece!
Arnaud Rodrigues
Arnaud Rodrigues
Arnaud Rodrigues
Arnaud Rodrigues
Arnaud Rodrigues
Mais um DNA: Ronaldo pode “ganhar” nova criança

Fenômeno é intimado pela Justiça de São Paulo a fazer exame para “comprovar” paternidade de garoto


ERNESTO RODRIGUES/AGÊNCIA ESTADO/AE

Mais um caso polêmico envolvendo supostos casos amorosos de Ronaldo volta à tona. O Fenômeno foi intimado pela Justiça de São Paulo a realizar exame de DNA para comprovar ou não que é pai de um garoto brasileiro que mora em Cingapura. A decisão está no Diário Oficial de 19 de janeiro, mas só agora ganha maior dimensão.

A mãe da criança, Michele Umezu, conduz o processo desde 2009 sob segredo de Justiça. O suposto filho de Ronaldo teria nascido em 2004, nove meses após um reencontro da moça com o camisa 9 do Corinthians numa excursão do Real Madrid a Tóquio. Ronaldo teria conhecido Michele numa festa na capital japonesa, durante a Copa do Mundo de 2002.

Ronaldo teria se habilitado a fazer o teste de paternidade há algum tempo, mas na sequência ignorou novos contatos da mãe do menino. Desta vez, ele terá que realizar o DNA, caso contrário será oficializado como pai da criança e terá que se reponsabilizar por todas as questões legais que envolvam a paternidade, como o pagamento de pensão a Michele. “Ele pode se recusar, mas caso se recuse, a paternidade vai ser decretada”, comenta a advogada da moça, Cely McNaughton.

http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/mais-um-dna-ronaldo-pode-ganhar-nova-crianca-188065,,0

AFB Press

Ronaldo já é pai de Ronald, de 9 anos, de seu primeiro casamento, com Milene Domingues, e de Maria Sophia, de 1 ano, da união com Bia Antony – que está grávida de 7 meses de uma menina

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI119620-9531,00-RONALDO+FARA+TESTE+DE+DNA.html

Michael Jackson morre aos 50 anos

Publicado: 25 de junho de 2009 em "Os Famosos", Musica
Michael Jackson morre aos 50 anos, diz mídia

LOS ANGELES (Reuters) – O cantor Michael Jackson, de 50 anos, morreu nesta quinta-feira, informaram o jornal Los Angeles Times o site de celebridades TMZ. O Los Angeles Times citou fontes da cidade e de segurança confirmando a morte de Jackson. “O popstar Michael Jackson foi declarado morto por médicos nesta tarde depois de chegar a um hospital em coma profundo, disseram fontes da cidade e de segurança ao Times”, disse o jornal.
O TMZ afirmou: “acabamos de saber que Michael Jackson morreu.”

“Michael sofreu um problema cardíaco nesta tarde e os paramédicos não conseguiram reanimá-lo. Fomos informados que quando os paramédicos chegaram Jackson não tinha pulso e eles não conseguiram restaurar a pulsação”, disse o site.

Não foram divulgados mais detalhes e porta-vozes de Jackson não foram encontrados para comentar a notícia.

O Los Angeles Times informou mais cedo que o cantor havia sido internado às pressas por paramédicos do Corpo de Bombeiros que o encontraram sem respiração ao chegar na casa do músico.

Segundo o jornal, paramédicos iniciaram ressucitação cardiopulmonar no local antes de levá-lo ao UCLA Medical Center.

Jackson iniciaria uma série de shows em Londres no dia 13 de julho até março de 2010. O cantor, cujos sucessos incluem “Thriller” e “Billy Jean”, estava realizando ensaios em Los Angeles nos últimos dois meses.

Os ingressos para as 50 apresentações em Londres foram vendidos em apenas algumas horas, em março.

Jackson, que iniciou sua carreira como uma estrela infantil na banda “The Jackson 5” há mais de 40 anos, tem vivido em um virtual refúgio desde sua absolvição, em 2005, de acusações de abuso de crianças.

Preocupações sobre o estado de saúde de Jackson aumentaram nos últimos anos mas os produtores dos shows de Londres, a AEG Live, disse em março que Jackson foi submetido a exames físicos de 4 horas e meia com médicos independentes.

Advogada de dona da Daslu pede habeas corpus e prisão domiciliar

Portal G1

 Defesa afirma que cliente tem câncer e não pode ficar exposta. Justiça condenou empresária a 94,5 anos de prisão.

A advogada da empresária Eliana Tranchesi, Joyce Roysen, disse no final da tarde desta quinta-feira (26) que entrou com pedido de habeas corpus junto ao Tribunal Regional Federal (TRF) em São Paulo solicitando a libertação da dona da Daslu.

Eliana foi presa às 6h desta quinta em sua residência na capital paulista após a juíza da 2ª Vara Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, ter aplicado uma sentença de 94,5 anos de prisão à empresária. Além do habeas corpus, a advogada também entrou com pedido formal junto à juíza de Guarulhos apresentando um relatório médico para justificar, se for o caso, uma prisão domiciliar de Eliana.

De acordo com a advogada, a empresária tem câncer no pulmão e nos ossos e atualmente passa por tratamento radioterápico e quimioterápico. No relatório médico enviado à juíza, o Dr. Sérgio Daniel Simon, professor da Unifesp, afirma que Eliana está sob cuidados médicos desde o início do mês por possuir “adenocarcinoma de pulmão com metástases em coluna”. Como está passando por tratamento, ela possui “alto risco de infecção generalizada” e está tomando medicação diária. “Por esses motivos, creio que a mesma não deva permanecer em prisão comum, sendo mais seguro a prisão domiciliar com os cuidados médicos apropriados”, conclui o médico.

Em entrevista coletiva no final desta tarde, Joyce criticou o tamanho da pena aplicada contra a empresária, classsificando a decisão da juíza como “um exagero e injusta.” “A crueldade deste momento extrapola qualquer limite (…) Me parece que (a decisão) é para criar esse momento jurídico, causar esse impacto.”

Pena de quatro anos

Questionada sobre qual seria a pena justa para a empresária, a advogada falou de absolvição, mas, logo em seguida, afirmou que em casos jurídicos como esse, em que não houvesse tanta atenção da mídia, a pena justa seria de quatro anos.

Para demonstrar o que chamou de “injustiça e desproporcionalidade” da sentença, Joyce citou algumas outras sentenças aplicadas em casos que tiveram grande repercussão. “No caso de Suzane Richthofen, 39 anos de prisão; Fernandinho Beira-Mar, 6 anos; Pimenta Neves, 19 anos; caso João Hélio; 45 anos; caso Champinha, 47 anos de prisão”, afirmou.

Fonte: Portal G1

http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=3&id=16825

Procurador da República considera corajosa decisão de juíza

O procurador da república Matheus Baraldi Magnani considerou corajosa a decisão da juíza Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara Federal de Guarulhos, que condenou a 94 anos de prisão a empresária Eliana Tranchesi, dona da butique Daslu. Outras seis pessoas, incluindo o irmão da empresária, Antonio Carlos Piva de Albuquerque, também foram condenadas por sonegação fiscal. A sonegação de impostos pode chegar a R$ 1 bilhão.

“E a prova de que para vários setores do judiciário, hoje em dia, um criminoso não é somente um desgraçado com um fuzil na mão”, afirmou o procurador da República.

As investigações detectaram provas de seis importações fraudulentas consumadas e três tentadas, praticadas pela quadrilha, cujas penas, conforme a lei, foram determinadas em dobro em virtude de o crime ter sido efetivado por via aérea. Para cada descaminho consumado, a juíza fixou sete anos de pena. Para cada tentativa, foi fixada pena de quatro anos e meio.

Na decisão, a juíza asseverou que, apesar de ter condições para pagar impostos, a organização criminosa optou pela ganância, pois “podia agir de modo diverso” e optou pelas fraudes nas importações. Para a juíza, a dona da Daslu “demonstrou ter personalidade integralmente voltada para o crime”. Segundo a juíza, “isso merece ainda maior reprovação posto que a conduta da acusada, proveniente de cobiça em busca da acumulação de riqueza proveniente de meios ilícitos, visava angariar recursos bilionários através de lesão ao erário”.

Da Agência O Globo
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20090326194804&assunto=26&onde=Brasil

Prisão de Tranchesi é uma afronta ao STF, dizem especialistas
Ver autoresPor Gláucia Milicio

A prisão preventiva da empresária Eliana Tranchesi, uma das proprietárias da megabutique Daslu, e mais seis pessoas na manhã desta quinta-feira (26/3) pode ser mais um caso de desrepeito à decisão do Supremo Tribunal Federal. O STF decidiu, em fevereiro, que o réu só pode ser preso depois que a condenção transitar em julgado ou em exceções que justifiquem a prisão preventiva. Segundo advogados criminalistas, essa exceção não acontece no caso da Daslu porque os réus estavam respondendo ao processo em liberdade e não havia nenhuma motivo que justificasse a preventiva.

Não foi, no entanto, o que entendeu a juíza Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara da Justiça Federal em Guarulhos (SP). Na quarta-feira (25/3), ela condenou Eliana a 94 anos de prisão e os outros réus a penas que variam de 20 a 94 anos. Determinou que todos fossem presos imediatamente. A ordem foi cumprida na manhã desta quinta.

Na sentença condenatória, a juíza chegou a citar decisão do Supremo Tribunal Federal de que um condenado só poderá ser preso com o processo transitado em julgado, mas registrou que este processo se tratava de um caso diferente. Para ela, as prisões, neste caso, não violam a presunção de inocência, pois existe uma sentença condenatória, no caso a sua, que aponta todos os motivos das prisões preventivas. “Eventuais condições subjetivas favoráveis dos condenados, tais como primariedade, bons antecedentes e residência fixa por si só, não obstam a segregação cautelar, se há nos autos elementos hábeis a recomendar a sua manutenção.”

Os motivos da prisão preventiva, explicados em quase 20 das 542 páginas da sentença, vão desde a possibilidade de os réus fugirem até a periculosidade em razão das altas quantias movimentadas ilegamente por eles. Eliana Tranchesi, uma das perigosas com risco de fuga, segundo a juíza, hoje passa por um tratamento de quimioterapia para tratar um câncer no pulmão.

Na sua sentença (leia abaixo) com índice e organizada em tópicos, Maria Isabel afirma que os réus praticam crime “como verdadeiro modo de vida” e são “literalmente profissionais do crime”. Ela nomeia a peça de Operação Narciso, nome de batismo da operação deflagrada em 2005 e da qual é resultado. Esquece-se da recomendação do Conselho Nacional de Justiça para que os juízes não usem o nome de batismo das operações nos processos judiciais para evitar o marketing dessas ações. Aqui vale lembrar que a recomendação não é de cumprimento obrigatório.

Para a juíza, as prisões são essenciais para garantir a ordem pública, pois trata-se de organização criminosa “que não interrompeu as atividades mesmo depois de iniciado o processo”. Segundo Maria Isabel, a organização criminosa possui braços no estrangeiro, o que facilita a fuga. Some-se a isso o fato de Eliana ter viajado 17 vezes ao exterior durante instrução penal, o que significa uma facilidade de fuga, no entendimento da juíza.

“A prisão cautelar ora imposta aos condenados, concretamente justificada no resguardo da ordem pública e para garantia da aplicação da lei penal, tem por escopo, portanto, prevenir a reprodução de novos fatos criminosos e acautelar o meio social, retirando do convívio da comunidade aqueles que demonstram ser dotados de intensa periculosidade, consubstanciada no modus operandi, na habitualidade das condutas e, como no caso em exame, de reiteração delituosa por poderosa organização criminosa.”

A juiz destaca que, “caso os réus venham a permanecer em liberdade, especialmente neste momento processual, haverá um forte sentimento negativo de insegurança, de impunidade por parte de toda a sociedade, havendo, indubitavelmente um forte abalo à ordem pública”.

Desrespeito judicial

Advogados criminalistas ouvidos pela Consultor Jurídico tomaram a decisão de Maria Isabel do Prado como um desrespeito à autoridade do STF. Alberto Zacharias Toron considerou a prisão da empresária uma violência inominável. “Ela estava em liberdade durante todo o transcurso do processo, compareceu a todos os atos processuais e nunca causou nenhum tipo de embaraço para as testemunhas”, disse.

http://www.conjur.com.br/2009-mar-26/prisao-tranchesi-afronta-decisao-stf-dizem-criminalistas

Conheça os envolvidos no esquema de sonegação na Daslu

Eliana Tranchesi foi condenada pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos

Grizar Junior/Futura Press

Dos sete condenados à prisão como resultado da Operação Narciso, da Polícia Federal, quatro ainda eram procurados no final da tarde desta quinta-feira. Além de Eliana Tranchesi, dona da Daslu e condenada a 94,5 anos de prisão, estão presos Antonio Carlos Piva de Albuquerque, diretor financeiro da empresa, irmão de Eliana e também condenado a 94,5 anos, e o empresário Celso de Lima, da Mult Import, condenado a 53 anos.

São procurados pela Polícia Federal os empresários Moira Deukers (Kinsberg), condenado a 30 anos de prisão; Cristian Polo (da By Brasil), condenado a 14 anos de prisão; Roberto Facury Jr. (Todos os Santos), condenado a 11,5 anos de prisão; e Rodrigo Nardi Figueiredo (Todos os Santos), condenado a 11,6 anos.

Deukers estaria em Dubai, nos Emirados Árabes, e é procurado pela Interpol. Cerca de 40 agentes da Polícia Federal buscam os demais foragidos.

Os envolvidos foram condenados por formação de quadrilha, falsidade ideológica, contrabando consumado e contrabando tentado.

O esquema

Segundo a Justiça, algumas das empresas foram criadas apenas para fazer importações para a Daslu. Eliana viajava à Europa para decidir quais mercadorias seriam compradas, negociaria os preços, formas e condições de pagamento diretamente com o fornecedor estrangeiro. Ainda de acordo com a Justiça, ela fazia um “roteiro” de como deveria ser feita a importação.

Era quando começava a atuação dos empresários. Os donos das importadoras faziam as compras e os subfaturamentos das mercadorias. Eles elaboravam faturas falsas de venda para diminuir a incidência de imposto.

No registro das importações, os empresários omitiam que os donos da loja estavam envolvidos diretamente nas compras, para evitar qualquer envolvimento com a Justiça.

Redação Terra
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3661544-EI5030,00-Conheca+os+envolvidos+no+esquema+de+sonegacao+na+Daslu.html

Confira íntegra do bilhete da empresária dona da Daslu
Dona da Daslu não pode recorrer em liberdade, diz MPF
Cruzeiro On Line

O procurador do Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) Matheus Baraldi Magnani afirmou, em coletiva de imprensa, que a dona da butique Daslu, Eliana Tranchesi, e os outros envolvidos na Operação Narciso, presos novamente hoje pela Polícia Federal (PF), não poderão recorrer em liberdade. Na avaliação do MPF, a sentença da juíza da 2ª Vara Federal de Guarulhos, Maria Isabel do Prado, imputa o reconhecimento da existência de uma organização criminosa e a reiteração dos crimes já cometidos, o que impede o recurso em liberdade. Somados todos os crimes, a pena de Tranchesi chega a 94,5 anos de prisão.

Segundo Baraldi, os acusados cometeram no Porto de Itajaí o mesmo crime de descaminho (fraude em importações) cometido no Aeroporto de Guarulhos, na Grande capital paulista, enquanto respondiam o processo em liberdade. Com isso, incorreram em reiteração de prática criminosa. Além disso, o procurador citou que os habeas-corpus impetrados pela defesa dos envolvidos no Tribunal Regional Federal (TRF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foram recusados. “O grande motivo (da recusa dos habeas-corpus) foi a questão da organização criminosa, pois a lei traz imputações severas a este crime e o principal deles é não recorrer em liberdade.

Na avaliação do procurador, a Operação Narciso atingiu o seu objetivo, pois quando foi deflagrada, em 2005, se falou em exagero, a atuação das autoridades foi questionada e não se acreditava em uma condenação, “mas o MPF federal estava confortável e amparado em um mar de provas, principalmente pela boa atuação da Receita Federal”. Ele disse também que a atuação da juíza foi louvável. “Organização criminosa não é só coisa de desgraçado com fuzil na mão, rico também integra organização criminosa.” Ele voltou a afirmar que as penas dos réus são bastante severas porque “eles não precisavam disso e (foram motivados) por cobiça”.

Sentença

Na sentença da juíza, os irmãos Antonio Carlos Piva de Albuquerque e Eliana Maria Piva de Albuquerque Tranchesi foram condenados pelos crimes de formação de quadrilha, descaminho consumado, descaminho tentado e falsidade ideológica, que somados chegam a uma pena de 94,5 anos de prisão. Celso de Lima, dono da maior das importadoras envolvidas, a Multimport, poderá ficar preso por 53 anos.

Ainda na sentença, os importadores André de Moura e Christian Polo, podem ser condenados, respectivamente, a 25 e a 14 anos de prisão. Já Roberto Fakhouri Júnior e Rodrigo Nardy Figueiredo, também de importadoras que fizeram negócios com a Daslu, podem ser condenados a 11,5 anos. Na avaliação de Baraldi, a sentença significa o desfecho da Operação Narciso em primeira instância.

Entretanto, na entrevista coletiva que concedida hoje, o procurador do MPF-SP reconheceu que os habeas-corpus foram rejeitados antes que a sentença fosse dada e prevê que a defesa deve entrar com uma série de novos habeas-corpus na Justiça, agora que a sentença já foi expedida. Segundo o procurador, essa quadrilha atuava de forma muito confiante pelo poder social e político que tinha. (AE)
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=34&id=171635

Confira íntegra do bilhete da empresária dona da Daslu
Agência Estado

Em bilhete entregue à sua advogada, Joyce Roysen, e divulgado pela assessoria da Daslu, a empresária Eliana Tranchesi diz que não vê sentido em estar presa novamente. Tranchesi diz que não representa perigo para a sociedade e afirma que sua vida foi revirada. A empresária, que foi condenada a 94 anos de prisão pela Justiça de Guarulhos e presa na manhã de hoje, afirmou que já estava pagando as multas por crime tributário.

Veja a íntegra do bilhete divulgado pela empresária:

“Não vejo sentido em estar presa novamente. Não represento perigo para a sociedade. Este processo começou há quase três anos. Minha vida foi revirada. Fui presa por um crime tributário cujas multas já haviam sido lavradas e estavam sendo pagas. Vocês acompanharam tudo e viram que enfrentamos muitos problemas, fechamos lojas, demitimos 500 funcionários, mas observaram também que as mesmas lojas estão sendo reabertas e muitas pessoas foram recontratadas.

Devo tudo isso a cada uma das mais de 600 pessoas que trabalham comigo. Sei que podem tocar a Daslu, pois são corajosas, competentes e determinadas e tiveram a força posta à prova durante todo esse período de luta contra as adversidades. Vencemos, crescemos e estamos fazendo sucesso. A Daslu continua a ser uma referência internacional na moda. Um motivo de orgulho para mim e um exemplo do que o Brasil pode dar ao mundo.

Neste momento, meu coração está com meus filhos. Penso neles todo o tempo e me questiono se era necessário mais um sofrimento em seu coração. Quanto à Daslu, tenho muita esperança, muita determinação e muitos sonhos. Sonhos que a minha equipe comprometida e competente vai ajudar a realizar.

Obrigada,

Eliana Tranchesi”