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Anhanguera causa polêmica ao sortear carros e tablets
Estratégia de fidelização dos alunos é ilegal, afirma Procon e Caixa Econômica

Antes de passar pela roleta que dá acesso às salas de aula, o aluno do câmpus da Uniban em Osasco – uma das instituições compradas pelo Grupo Anhanguera no ano passado – passa por um carro zero e pela faixa com a inscrição “Adiante a mensalidade do próximo mês e concorra a 4 carros e 40 tablets”.

A estratégia de fidelização, no entanto, não está sendo divulgada nem no site da instituição nem das redes sociais porque a ação é ilegal.

É que, apesar de a distribuição de prêmio não ser uma prática irregular – desde o ano de 1971 a legislação permite a prática, até mesmo mediante a quitação de débitos, o que já fazia o famoso Baú da Felicidade -, tanto a Anhanguera como outras instituições de ensino transformam essa ação promocional em concurso cultural para burlar os requisitos exigidos pela legislação.

“O concurso não precisa de autorização do governo para acontecer, já esse tipo de ação promocional, sim. É para fugir da burocracia e da fiscalização que garantem a lisura do processo que as instituições cometem essas irregularidades”, explica Renan Ferraciolli, diretor de fiscalização do Procon-SP.

Segundo a lei 5.768/71, o concurso cultural é aquele em que não há restrição de participação e o vencedor é escolhido por mérito, não por sorte. É o que acontece, por exemplo, em um concurso de fotografia ou de frase, em que a melhor imagem ou texto são premiados.

A ação promocional da Anhanguera até traz alguns conceitos típicos de concurso cultural, mas deturpados. A avaliação do mérito do respondente, por exemplo, é medido pelo acerto da questão “Qual faculdade dá para os alunos a chance de ganhar 4 carros e 40 tablets?” “Só isso já retira o caráter exclusivamente cultural, artístico, recreativo ou desportivo da ação, pois existe vinculação direta com a marca promotora”, afirma o advogado João Pedro Raupp, sócio de uma empresa de assessoria jurídica que presta serviço ao mercado publicitário.

A passo seguinte, de definir o ganhador do carro por meio de sorteio entre os que acertaram a questão, completa a irregularidade. “A partir desse princípio, o que importa não é o tipo de produto. Mesmo sorteios de tablets ou de bolsas de estudo precisam de autorização governamental”, completa o advogado.

Regulamentação – O tipo de ação realizada pela Anhanguera, explica Ferraciolli, é denominada “operação assemelhada a concurso” e, portanto, necessita de autorização da Caixa Econômica Federal. É esse o órgão que autoriza esse tipo de sorteio, mediante o encaminhamento de documentação e o pedido de autorização no prazo mínimo de 40 dias antes da data de início da promoção comercial.

Além disso, a entidade promotora deve pagar taxas de fiscalização com valores proporcionais ao custo dos prêmios. Os valores vão de 27.000 reais a 66.000 reais.

No caso dos carros e tablets da Anhanguera, a instituição deveria pagar 33.000 reais. Quem infringe a legislação está sujeito a sanções como pagamento de multa no valor integral dos prêmios, suspensão do concurso em pauta e proibição de realizar ações promocionais por dois anos.

De 2010 a junho de 2012, segundo a Caixa Econômica Federal, foram instaurados 498 processos administrativos por motivo de promoção sem prévia autorização, isto é, empresas que promovem concursos culturais caracterizados como promoções comerciais, além de sorteio e distribuição de brindes sem autorização.

Questionada pela reportagem, a Universidade Anhanguera respondeu, em nota, que o sorteio de carros e de tablets “faz parte de um amplo programa de relacionamento com o aluno” e se enquadra como “concurso cultural” já que a participação do aluno é voluntária e não condicionada a pagamento adicional ou aquisição de bem ou de serviço.

Críticas – Ao mesmo tempo em que promove esse tipo de ação para fidelizar o aluno, algumas práticas pedagógicas da instituição, que comprou 12 instituições em 2011, têm sido alvo de críticas de alunos e professores. Só no fim do ano passado, a Anhanguera demitiu 680 professores, sendo 380 da Uniban – a compra foi a maior aquisição da história do setor no País – e outros 111 em instituições compradas por ela na região do ABC.

Em abril deste ano, com nariz de palhaço e apitos, os alunos da Uniban organizaram uma manifestação contra o que classificaram de “abandono e precarização do ensino” da instituição. Os estudantes reclamam de problemas de infraestrutura, da demissão de professores e da implementação de atividades online – prática que está de acordo com portaria do MEC -, que deixam as instituições de ensino oferecerem até 20% da carga horária das graduações em módulos semipresenciais.

“Não existe nenhum indicador mais importante do que a satisfação do estudante e, hoje, o aluno começa a ter um olhar mais crítico sobre essas variáveis.

Ele não se deixa levar por algumas novidades”, explica o consultor Carlos Monteiro. Segundo ele, ações como sorteio de carros podem significar antecipação de caixa, mas são equivocadas ao não valorizar o que o aluno realmente tem direito ao comprar o serviço. “O universitário sabe que, para conseguir um bom emprego e apresentar uma boa performance profissional, ele precisa de competências e habilidades que estão longe desses aspectos de marketing.” 

Crime: Adnews e UOL inventam notícia sobre Record News e R7

Site voltado ao mercado publicitário afirmou que emissora e portal encerrariam suas atividades
Em “notícia” criminosa publicada pelos jornalistas Leonardo Pereira e Marcelo Gripa no site Adnews às 10h03 desta sexta-feira (17), o site “informa” que a Record News e o R7 terão suas atividades encerradas.Estranhamente uma semana depois da parceria entre Adnews e UOL ser alardeada em anúncios na Folha de S.Paulo, o Grupo Folha dá indícios de que o AdNews será o seu braço armado para atacar os concorrentes que o ameaçam.
Montagem adnews
Incapaz de ser efetivo em ataques gratuitos em suas próprias páginas, o UOL demonstra claramente que, a partir do anúncio da parceria, usará o Adnews como caneta de aluguel para tentar conter a real ameaça que sofre tanto em audiência quanto em faturamento nos últimos anos.
“Uma vez mais o Grupo Record é vítima de seu sucesso. O êxito do R7 e da Record News é inconteste e provado pelos números que apresentam. A Record tomará imediatamente as medidas judiciais cabíveis contra os jornalistas e o site que publicaram mais este ataque inverídico contra a empresa”, afirma Alexandre Raposo, presidente da Rede Record.
Leia abaixo o comunicado oficial da Record:
O Grupo Record  vem a público informar que foi vítima de mais um ataque criminoso contra as suas atividades empresarias. São absolutamente falsas as notícias sobre o encerramento do portal R7 e da Record News.

           
O ataque foi divulgado sem identificar qualquer fonte de informação pelo site Adnews, na mesma semana em que a empresa anunciou que se tornava parceira do portal UOL, um dos concorrentes do R7.
       
O R7 registrou excelentes resultados em menos de três anos de atividades. De janeiro a dezembro de 2011, o portal teve um crescimento de 111,61%, enquanto o mercado brasileiro de internet se expandiu 8,73% no mesmo período, segundo dados do Ibope/Nielsen. 
           
A Record News, apesar de sofrer boicote de algumas operadoras de televisão paga, segue como o canal de notícias com o maior número de telespectadores do país.
          
A atuação da Record News e do portal R7 permitiu que o Grupo Record expandisse seu alcance, democratizando ainda mais o acesso à informação. Ambos atendem a um público cada vez maior, telespectadores e internautas que, cientes da qualidade dos produtos, optam cada vez mais pelos seus serviços. 
             
O Grupo Record informa ainda que vai tomar medidas judiciais contra estes ataques, que podem trazer prejuízos para nossas atividades.   


São Paulo, 17 de fevereiro de 2012.
CENTRAL RECORD DE COMUNICAÇÃO

Papel Semente
O que você faz com um papel depois de usá-lo?  Que tal plantá-lo ?



O Papel Semente nasceu com o propósito para dar continuidade ao processo de reciclagem do papel. 


Ele, que foi produzido a partir de aparas usadas, virou um novo papel, que será novamente usado e agora sim poderá ir  para o lixo, talvez para debaixo da terra de um aterro sanitário. 

Mas como virou um papel semente, ele continua o ciclo do reaproveitamento da matéria, transformando-se em suporte para sementes, e até em adubo para as mesmas. 

Esta idéia já usada em algumas partes do mundo começou a ser adotada no Brasil a partir de 2008, depois que  um cartão comercial, feito com papel plantável, vindo de um outro país, chegou ás mãos de Leila Novak,  Presidente do Instituto Papel Solidário (IPS). 


Como fornecíamos papel para o IPS ela nos desafiou a desenvolver o “papel semente” por aqui.  Demorou alguns meses para surgir os primeiros bons resultados.
Com a ajuda de Paulo Candian, então diretor de vendas do Instituto e hoje diretor da Papel Semente, trilhamos um continuo processo de aperfeiçoamento. E como tudo que vem do trabalho coletivo dá resultados, finalmente chegamos ao definitivo Papel Semente Brasileiro. 


Nosso Papel Semente pode ser cortado, vincado, dobrado e impresso, como qualquer outro papel, porem com este grande diferencial, de poder ser plantado no final do seu processo de uso, dando lugar a uma flor, uma verdura, uma árvore ou um tempero.

                                               Plante esta idéia!

“PROMOÇÃO”

ENERGIA PURA COM NOITE E CIA E BUG ENERGY DRINK
promoção bug energy drink noite e cia
Para participar é bem fácil, entre no site: www.noiteecia.com.br deixe seu comentario na promoção, curtir o link do BUG ENERGY DRINK no facebook e pronto já está participando, quanto mais comentários você deixar na promoção mais chance você tem de ganhar um pack de Bug Energy Drink lata. Esta  promoção termina em 31/12/11,  participe e boa sorte!!!

OBS: O ganhador somente será premiado se estiver curtindo o site Noite e Cia e a página do Bug Energy Drink no Facebook!!!
Noite e Cia

Se beber, não dirija com “Everybody Hurts”

Publicado: 11 de dezembro de 2009 em Marketing, Saúde
Se beber, não dirija com “Everybody Hurts”

TAC
A TAC (Transport Accident Commission) trabalha há 20 anos no estado de Victoria, na Austrália, para conscientizar a população sobre consumir bebidas alcóolicas e dirigir. Ou melhor, não dirigir.

E para marcar essas duas décadas desde que levou ao ar sua primeira campanha, o orgão lançou um filme de 5 minutos de duração que reúne cenas de todos os seus comerciais veiculados.

O filme, em suas várias versões, também forma a campanha de Natal da TAC. A criação é da Grey Melbourne.

As cenas são fortes e mobilizadoras por si só, mas alguém devia proibir juntar tudo isso com “Everybody Hurts” do R.E.M. Jogo baixo.

SBT vende reportagem a anunciante

Publicado: 10 de dezembro de 2009 em Marketing, Publicidade, Televisão
Outro Canal: SBT vende reportagem a anunciante

da Folha Online

O jornalismo do SBT terá obrigatoriamente de fazer reportagens sobre uma série de shows em janeiro no hotel de Silvio Santos no Guarujá, se depender do acordo feito entre o departamento comercial da emissora e anunciantes.

Na apresentação do projeto Verão Jequitimar, na terça-feira passada, o diretor de vendas do SBT, Ricardo Ribeiro, afirmou que as quatro cotas comerciais incluem cobertura do evento pelo jornalismo da casa. A Folha o questionou se a cobertura jornalística estava sendo oferecida ao anunciante, e Ribeiro reiterou a informação.

Ontem, Ribeiro disse, por meio da assessoria do SBT, que “nosso jornalismo vai cobrir sim, como cobre todos os eventos do SBT, independente de plano comercial”. O evento foi anunciado por Patrícia Abravanel, filha de Silvio e diretora de novos negócios do grupo.

Diretor de jornalismo do SBT, Paulo Nicolau declarou ontem à Folha: “O jornalismo do SBT é independente e só faz cobertura do que é notícia”.

Nos anos anteriores, o jornalismo da emissora realizou reportagens sobre o evento.

A informação é da coluna Outro Canal, publicada na Folha desta quinta-feira. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u664259.shtml

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Clubes de SP viram ‘rótulo’ de cerveja, e Andrés critica lei seca nos estádios
Carlos Padeiro
Em São Paulo

Torcedor bebe mais fora do estádio, diz AndrésCorinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo terão em breve suas marcas estampadas em latas e rótulos de garrafas de cerveja, fruto de acordo feito através do G4, grupo que engloba os quatro grandes do Estado. Tão logo o contrato foi divulgado, o assunto sobre a proibição de bebida alcoólica nos estádios paulistas voltou à tona. Na avaliação do presidente alvinegro, Andrés Sanchez, o veto é uma bobagem e não traz os efeitos esperados pelas autoridades.

O dirigente discorda da ideia de que com a restrição à venda de cerveja a violência será menor dentro do futebol. “O torcedor bebe lá fora”, argumenta.

“Eu acho ridículo o cara ficar na barraca bebendo, porque sabe que lá dentro não poderá. Ele bebe mais rápido pois sabe que dentro do estádio é proibido. Bebidas leves, como cerveja e champagne, devem ser liberadas”, declarou o dirigente. “É um absurdo liberar em qualquer lugar, e no estádio, não. Então tem que fechar faculdade, metrô, bares e restaurantes. Se não pode beber no estádio, não pode beber em lugar algum.”

Na quarta-feira, o G4 apresentou contrato feito com o Grupo Femsa Cerveja Brasil, que fabrica a Kaiser, Gold, Bavaria, Heineken, Santa Cerva, Xingu, Sol e Summer.

A Kaiser foi a escolhida para ter os distintivos dos clubes anexados. O acordo com os quatro grandes do Estado tem duração até o final de 2014.

Cada clube pode faturar R$ 2,5 milhões por ano com o acerto, valor que pode variar conforme a venda de produtos associados à marca. Quanto mais lata de Kaiser com o rótulo do Corinthians for comercializada, por exemplo, mais o time do Parque São Jorge recebe.

O clube de Parque São Jorge possui um acordo anterior com a Femsa, que estampava a marca Sol nos banners colocados atrás dos jogadores em entrevistas coletivas.

A comercialização de bebida alcoólica dentro de praças esportivas de São Paulo está proibida desde dezembro de 1996, conforme lei estadual número 97/90. Propagandas de cervejas e outras bebidas alcoólicas estão liberadas.

UOL Esporte
http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2009/12/10/andres-critica-veto-a-cerveja-nos-estadios-corinthians-estampa-marca-em-lata.jhtm

Grandes clubes de SP firmam parceria com Grupo FEMSA e Coca-Cola Brasil

O G4 Paulista, formado pelos quatro principais clubes do Estado (Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos), firmou na manhã desta quarta-feira (09), em evento realizado no Hotel Hilton, em São Paulo, uma parceria inédita com o Grupo FEMSA e a Coca-Cola Brasil.

A parceira, cujos valores não foram revelados, é válida até dezembro de 2014 e vai trazer uma série de benefícios além de enriquecer os cofres dos quatro clubes de São Paulo. Estão previstas realizações em conjunto de campanhas publicitárias e ações promocionais da Coca-Cola e Kaiser, que serão as duas bebidas oficiais dos times participantes.

A marca Coca-Cola e Kaiser não estarão estampadas nas camisas dos clubes, mas serão divulgadas em ações desenvolvidas durante os jogos e também em placas colocadas no interior dos estádios. Além de também ajudar na divulgação das partidas, um dos principais objetivos da parceria G4, Grupo Femsa e Coca-Cola Brasil é o combate à violência e a volta da família aos estádios e um controle fiscalizado no combate à pirataria.

Estiveram presentes no evento os presidentes do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, do Corinthians, Andrés Sanchez, do São Paulo, Juvenal Juvêncio, e o vice-presidente do Santos, Norberto Moreira. Também representou o Verdão o diretor de marketing, Rogério Dezembro. Participaram do evento o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o Padre Marcelo Rossi, escolhido como o garoto-propaganda da parceria.

“Os grandes clubes paulistas do G4 estão felizes em firmar o primeiro contrato com a FEMSA e Coca-Cola, empresas arrojadas, capazes de intuir o valor das novas oportunidades que se oferecem ao patrocínio esportivo”, afirmou o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos principais responsáveis por coordenar desde o início a parceria entre os quatro clubes do Estado.

“O futebol mudou o potencial de receitas e esperamos avançar cada vez mais nesse objetivo de atrair e conseguir novos parceiros. Sozinhos, não conseguiríamos essa parceria. Com os quatro unidos, sim. Essa união dos clubes fora dos gramados é saudável, pois precisamos nos ajustar às necessidades que o mercado pede. Mais do que dinheiro entrando nos cofres, estamos promovendo a marca de todos os envolvidos e ações que só vão acrescentar nesse espetáculo chamado futebol”, concluiu.

Belluzzo fez questão de elogiar o departamento de marketing do Palmeiras e dos outros outros clubes envolvidos na parceria. “Os diretores de marketing é que deveriam estar aqui no lugar dos presidentes, pois são os principais responsáveis por tudo o que aconteceu”, comentou. “É uma parceria inovadora e que vai servir de base e estímulo para outros centros do nosso futebol”, completou Rogério Dezembro.

Sambafoot.com

http://br.sambafoot.com/informacoes/15046_Grandes_clubes_de_SP_firmam_parceria_com_Grupo_FEMSA_e_Coca-Cola_Brasil.html

https://i0.wp.com/www.futebolinterior.com.br/imagens/galeria/img-3118.jpg

Com padre de garoto-propaganda, dirigentes de Palmeiras, São Paulo, Santos e Corinthians oficializam G4


GazetaEsportiva.Net

Os quatro grandes clubes paulistas se uniram sob a bênção do padre Marcelo Rossi. Na manhã desta quarta-feira, o religioso foi o garoto-propaganda do evento que divulgou o contrato de patrocínio firmado entre o G4 (parceria agora oficializada por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo) e a Coca-Cola e Kaiser.

“Eu era corintiano, mas troquei de time. Agora sou G4”, discursou Marcelo Rossi, que vestiu uma camiseta de divulgação sobre a sua batina, posou para fotos com uma lata de refrigerante em mãos e não fez reprovação às bebidas alcoólicas. Até chorou, no momento em que o prefeito Gilberto Kassab falava sobre as enchentes na cidade de São Paulo.

Sempre que alguém se dirigia a Marcelo Rossi, inclusive, o padre fazia jus ao papel de garoto-propaganda e respondia com um berro: “G4!”. Os presidentes Juvenal Juvêncio e Andrés Sanchez (de São Paulo e Corinthians, respectivamente) sorriam com o canto da boca a cada intervenção.

Após trocar diversos cochichos com Sanchez, Juvenal Juvêncio também se apresentou para discursar – o presidente do Corinthians, então, esticou os braços de maneira debochada, aparentemente incomodado com a demora do encontro e a eloquência do colega. O são-paulino defendeu a “rivalidade sadia” entre os clubes e a ampliação de ações de marketing em conjunto.

O Palmeiras foi representado pelo presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, que não permaneceu até o final da reunião – estava claramente incomodado com os problemas do seu time. Antes de sair pelos fundos, o dirigente foi o único a segurar uma lata de cerveja (ele não bebe) na foto oficial com os patrocinadores do G4.

Já Marcelo Teixeira, mandatário do Santos que perdeu a eleição para Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, sequer foi ao encontro. Viajou para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sob a desculpa de viabilizar a versão feminina do Mundial de Clubes. “O Marcelo já sonhava com o G4 há muito tempo. Tudo para ele emana de Deus”, disse o vice-presidente santista Norberto Moreira da Silva, que também deixará o cargo na próxima semana. A afirmação alegrou o padre Marcelo Rossi.

O primeiro contrato firmado pelo G4 paulista renderá aos clubes um valor entre R$ 8 e R$ 18 milhões, segundo o presidente Andrés Sanchez – a Coca-Cola e a Kaiser preferiram não divulgar o investimento. Pelo acordo, com duração até dezembro de 2014, as empresas poderão explorar comercialmente as marcas de Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, além de divulgar seu logotipo em placas de publicidade nos estádios.

correiobraziliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/09/esportes,i=159959/COM+PADRE+DE+GAROTO+PROPAGANDA+DIRIGENTES+DE+PALMEIRAS+SAO+PAULO+SANTOS+E+CORINTHIANS+OFICIALIZAM+G4.shtml

Presidente do Corinthians reforça veto a jogos no Morumbi

A realização de clássicos paulistas no estádio do São Paulo é uma das ações previstas no acordo que criou o “G4”

GazetaEsportiva.Net

Uma das ações divulgadas na oficialização do G4 paulista (união dos quatro grandes clubes de São Paulo) não será apoiada pelo Corinthians. Quando o superintendente santista José Carlos Peres falou sobre a realização de clássicos no Morumbi na manhã desta quarta-feira, o presidente corintiano Andrés Sanchez sorriu, ajeitou-se na cadeira onde estava sentado, bebeu bastante água e cutucou o mandatário são-paulino Juvenal Juvêncio.

O assunto alterou o humor de Sanchez cerca de meia hora depois. “Já falei que o Corinthians não joga mais no Morumbi! O meu torcedor está muito feliz no Pacaembu, onde o acesso é mais fácil e não há problema de enchente nas proximidades”, esbravejou o mandatário do Corinthians.

Sanchez decidiu não mandar mais jogos no Morumbi depois que o São Paulo passou a destinar apenas 10% da carga de ingressos à torcida rival e de uma confusão no setor visitante do estádio, em clássico disputado no início do ano. Na festa de aniversário de 99 anos do Corinthians, o presidente chegou a demonstrar orgulho de sua resolução quando um vídeo com a imagem de um ‘bambi’ foi exibido no telão: “No Morumbi, nunca mais!”, gritou.

Juvenal Juvêncio, por sua vez, ainda espera voltar a lucrar com o empréstimo do estádio do São Paulo ao Corinthians. “O Andrés está errado no seu juízo, mas não tenho nada contra. Isso me deixa sem alegria e sem tristeza. Somente respeito. Vamos ver se melhoramos alguma coisa no próximo ano”, comentou o presidente do Tricolor.

O discurso dificilmente convencerá Andrés Sanchez, que continuou irredutível. “O Corinthians está arrecadando bem no Pacaembu e vai arrecadar ainda mais em 2010. Se o São Paulo vier com números bons, a gente até pode conversar”, disse o presidente do Corinthians, que se corrigiu logo em seguida. “Sou um homem empreendedor. O São Paulo não vai chegar ao número que eu quero.

Correio Braziliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/09/esportes,i=159999/PRESIDENTE+DO+CORINTHIANS+REFORCA+VETO+A+JOGOS+NO+MORUMBI.shtml