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Altas Horas – no ar dia 30 de janeiro

Publicado: 29 de janeiro de 2010 em Altas Horas, Globo
Altas Horas | 30/01 sab/dom | Globo – Variedades |

Apresentado por Serginho Groisman na Rede Globo de Televisão, os assuntos abordados no programa incluem música, dança, entrevistas, comentários e arte, tendo a presença de uma banda formada apenas por mulheres.

Altas Horas – no ar dia 30 de janeiro

Neste sábado, dia 30, Serginho Groisman recebe na arena do Altas Horas Edson Celulari, Marisa Orth, Paulo Ricardo, Diogo Nogueira e a banda Fresno. A música é o ponto de partida entre os entrevistados do programa. O ator Edson Celulari comenta a experiência de viver uma mulher na peça Hairspray, as dificuldades de pensar como elas e o prazer de fazer um musical. E também solta a voz com Diogo Nogueira, com a música ‘Alvorada’, do Cartola. O sambista Diogo Nogueira recebe das mãos de Serginho, o DVD de ouro, por ‘Diogo Nogueira Ao Vivo’ e canta sucessos ‘Malandro É Malandro, Mané é Mané’, ‘Deus é Mais’ e ‘Violão Vadio’, a última em parceria com Marcel Powell.

foto: twitter/oserginho

A atriz Marisa Orth fala da sua participação no filme ‘É Proibido Fumar’, sobre a peça ‘O Inferno Sou Eu’, sobre os planos para 2010 e junto com Paulo Ricardo canta a música ‘I’m Not in Love’. O roqueiro está lançando o livro da banda ‘RPM – Revelações por Minuto’, e relembra o sucesso da banda. Paulo Ricardo ainda canta o grande hit ‘Olhar 43’ junto com Fresno. E os gaúchos do Fresno lançam seu primeiro DVD e agitam o público com as músicas ‘Desde Quando Você se Foi’, ‘Redenção’ e ‘Uma Música’.

Ainda no programa, um desafio com os adolescentes que resolverem mais rápido o ‘Cubo Mágico’. A participação da plateia no Púlpito Altas Horas e Laura Muller tira as dúvidas sobre sexo.

(O programa foi gravado em 17/12/2008)

O ‘Altas Horas’ vai ao ar logo após o ‘Supercine’.

Altas Horas – atrações de 15/11/09

Publicado: 14 de novembro de 2009 em Altas Horas, Globo
Altas Horas | 15/11 sab/dom 01h03 | Globo – Variedades |

Apresentado por Serginho Groisman na Rede Globo de Televisão, os assuntos abordados no programa incluem música, dança, entrevistas, comentários e arte, tendo a presença de uma banda formada apenas por mulheres.

Charlie Brown Jr levanta a plateia com hit Me Encontra


O Charlie Brown Jr lançou o CD Imunidade Musical e depois tirou um período de férias. Esse tempo afastado parece que fez muito bem para a banda que volta mais madura em seu 9º disco de inéditas, Camisa 10 Joga Bola Até na Chuva.

O álbum, que foi dirigido por Rick Bonadio, teve como primeiro single a faixa Me Encontra. O disco ainda traz em seu repertório a música O Dom, a Inteligência e a Voz, que o Chorão fez para a cantora Cássia Eller.

Neste sábado, o Charlie Brown Jr será um dos convidados do Altas Horas. Durante o programa, Chorão falou sobre violência, sobre o filme O Magnata e sobre o seu próximo longa, O Cobrador. A banda ainda tocou os sucessos Me Encontra, Só os Loucos Sabem, Proibida Pra Mim e Posso Até me Apaixonar, as duas últimas junto com Dudu Nobre.

Dudu Nobre fala sobre o CD e DVD Roda de Samba Ao Vivo


Dudu Nobre já se mostrava muito talentoso quando tocava cavaquinho e cantava junto com Zeca Pagodinho. O seu primeiro disco solo, Dudu Nobre, mostrou que o cantor nasceu para brilhar e agora, completando 10 anos de carreira, o sambista lança o seu sétimo CD e o segundo DVD, intitulados Roda de Samba Ao Vivo.

O novo projeto de Dudu Nobre pode ser considerado um marco em sua carreira. Roda de Samba Ao Vivo reúne uma seleção de músicas dos maiores nomes do samba e conta com as participações de Zeca Pagodinho, Roberta Sá, Nei Lopes, Martinho da Vila e Almir Guineto.

Neste sábado, o Altas Horas terá a presença de Dudu Nobre, que entre outras coisas vai falar sobre o CD e DVD Roda de Samba Ao Vivo, sobre a comemoração dos seus 10 anos de carreira e ainda vai tocar as músicas No Mexe Mexe, No Bole Bole, No Tempo de Don Don, Posso Até me Apaixonar, acompanhado de Chorão, e Proibida Pra Mim, junto com o Charlie Brown Jr.

Maria Paula fala da entrada de outro integrante no Casseta & Planeta


A única mulher entre os “cassetas”, Maria Paula alegra as noites de terça-feira dos brasileiros no humorístico Casseta & Planeta . Além do programa na Rede Globo, a atriz também já atuou em dois filmes: Casseta & Planeta: A Taça do Mundo é Nossa e Seus problemas acabaram!.

Depois de seis anos longe dos palcos, a “Senhora Casseta” está em cartaz como protagonista de Decameron, uma peça de Otávio Muller. O espetáculo ainda conta com Marcos Oliveira, o Beiçola de A Grande Família , George Suma, o Tatalo de Toma Lá Dá Cá , e Camila Rodrigues.

Neste sábado, Maria Paula participa do Altas Horas. No programa, a “casseta” fala que não existe ninguém que possa assumir o lugar de Bussunda no Casseta & Planeta , comenta a peça Decameron e revela que o apresentador Serginho Groisman quase fez parte do elenco.

Cléber Machado comenta a polêmica no jogo entre Palmeiras e Sport


Quem nunca ouviu: “Pro fundo do gol!!!” O jornalista e locutor esportivo Cléber Machado marca sempre presença nas transmissões dos jogos para o estado de São Paulo e atualmente é a voz que narra os jogos mais importantes do Campeonato Brasileiro.

Além de atuar como narrador de futebol, Cléber Machado apresenta o Arena Sportv, um programa que debate assuntos ligados aos mais diferentes esportes, mas com o futebol como carro chefe.

Cléber Machado é um dos convidados do Altas Horas deste sábado. Durante o programa, o locutor fala sobre a polêmica envolvendo o árbitro Elmo Resende da Cunha no jogo Palmeiras e Sport, e sobre a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro e a Copa do Mundo no Brasil.

Geisy Arruda revela que não recebeu proposta para posar nua

Geisy Arruda é o assunto do momento. Após ser hostilizada pelos colegas de faculdade por estar trajando um vestido curto, a estudante de turismo causou discussão em todo o país sobre a liberdade de cada um se vestir como mais lhe agrade.

A estudante foi uma das convidadas do programa Altas Horas deste sábado. Durante o programa, Geisy comentou sobre o escândalo, diz que pretende voltar para a faculdade para terminar o semestre e revela que não recebeu nenhuma proposta para posar nua.

Altas Horas – atrações de 01/08/09

Publicado: 31 de julho de 2009 em Altas Horas, Globo
Altas Horas | 02/08 dom 00h50 | Globo – Variedades |

Apresentado por Serginho Groisman na Rede Globo de Televisão, os assuntos abordados no programa incluem música, dança, entrevistas, comentários e arte, tendo a presença de uma banda formada apenas por mulheres.
Cauã Reymond

Altas Horas
Cauã Reymond começou sua carreira de modelo aos 17 anos. Ainda como lutador de jiu-jítsu, foi aprovado em um teste para estampar o catálogo de um dos seus patrocinadores e, em pouco menos de um mês, já estava em catálogos ao lado de modelos famosas como Gisele Bündchen e Fernanda Tavares.

Da carreira de modelo para de ator foi um pulo. Ao se mudar para Nova York, em 2000, Cauã estudou drama no famoso Actor’s Studio, com a mesma professora de astros de Hollywood, como Tom Cruise e Nicole Kidman.

Quando voltou ao Brasil, o modelo estreou na TV com o personagem Mau Mau em Malhação. Agora, Cauã Reymond já possui 5 novelas, 5 filmes e alguns prêmios em seu currículo.

Este ano, o galã participou de 3 filmes: À deriva, de Heitor Dhalia, Divã, de José Alvarenga Jr., e Se nada mais der certo, de Eduardo Belmonte. Durante o programa, ele comentou sobre o seu papel no filme de Belmonte, que estreia em 14 de agosto.

Além de falar sobre Se nada mais der certo, Cauã desfilou na passarela do “Altas Horas Fashion Night”, atacou de entrevistador e falou sobre a gravação das cenas mais calientes. “A gente sente vontade de fazer uma fantasia bem feita para voltar para casa e viver a nossa na vida Justificarreal”.

Deborah Secco

Altas Horas

Vinte anos se passaram desde que Deborah Secco iniciou sua história na televisão. A atriz conseguiu seu primeiro papel de destaque aos 8 anos e de lá para cá foi um sucesso atrás do outro.

Apesar de nova, 29 anos, ela já possui um currículo de dar inveja. Deborah já estrelou 7 filmes, 9 peças de teatro e 14 novelas, entre elas A Padroeira, Celebridade, América e A Favorita.

A fama de Deborah Secco não se restringe ao Brasil. A atriz revelou que, em Portugal, a personagem Darlene, de Celebridade, fez tanto sucesso que ela mal conseguiu deixar o hotel em uma viagem que fez ao país.

Deborah volta à telinha como protagonista da minissérie Decamerão – A Comédia do Sexo, que estreia nesta sexta-feira (31/07), ao lado de Lázaro Ramos e Matheus Nachtergaele.

No programa, a atriz fala sobre a minissérie, a vida de celebridade e sobre o seu casamento com o jogador de futebol Roger Flores, que atualmente atua pelo Qatar SC, da cidade de Doha, no Qatar.

Costanza Pascolato

Altas Horas

Nascida na Itália, Costanza Pascolato veio para o Brasil ainda muito nova, quando sua família mudou para São Paulo fugindo da Segunda Guerra Mundial. Aqui, os seus pais fundaram uma tecelagem, que nos anos 80 tornou-se uma das maiores empresas têxteis do país.

Costanza começou sua carreira na moda em meados dos anos 70, primeiro como produtora e depois como consultora. A empresária e ícone fashion já trabalhou em revistas conceituadas e é membro da Academia Brasileira de Moda.

Referência de estilo, ela ostenta em seu currículo três livros: O Essencial, Como Ser uma Modelo de Sucesso e Confidencial, Segredos de Moda, Estilo e Bem-viver, que foi lançado recentemente.

No programa, a consultora de moda falou sobre sua nova publicação, analisou o estilo dos convidados Deborah Secco e Cauã Reymond, e participou do desfile do “Altas Horas Fashion Night”.

Túlio Dek

Altas Horas
Quem disse que rap só pode falar de violência e drogas? Túlio Dek está aí para provar o contrário. Com letras que falam sobre felicidade e amor, o rapper lançou seu primeiro CD, O que se Leva Dessa Vida é a Vida que se Leva.

O músico nasceu em Goiás e começou a arriscar as primeiras rimas aos 9 anos, influenciado pelas modas de viola que escutava com o seu avô. O rap surgiu na sua vida quando ele morou em Los Angeles e se aprimorou depois que foi morar no Rio de Janeiro.

Durante o programa, Túlio Dek cantou Tudo passa, O que se leva da vida…, além de improvisar um rap com informações do RG de algumas pessoas da platéia. O músico também falou sobre a origem do sobrenome Dek e sobre as letras de suas músicas.

Sorriso Maroto

Altas Horas
O que começou como uma reunião entre amigos para animar as festas da turma do Grajaú, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, foi tomando corpo e se tornou algo sério: o Sorriso Maroto.

O grupo, formado por Cris, Bruno, Sérgio, Fred e Vinícius, foi conquistando o seu espaço aos poucos e passou a se apresentar com nomes importantes do samba, como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Alcione.

Atualmente, o grupo trabalha o seu sétimo disco, Sinais, lançado em junho de 2009. Durante o programa, o Sorriso Maroto tocou alguns sucessos que fazem parte do repertório deste CD, como Ainda Existe Amor em Nós e Por Você.

Altas Horas | 18/07 dom 00h35 | Globo – Variedades |

Ivete Sangalo

Altas Horas

Com 10 anos de carreira e muita alegria, Ivete Sangalo comemora a realização de uma grande ideia, fazer um CD e um DVD, Pode Entrar, com participações especiais gravadas dentro de sua casa em Salvador, onde construiu um estúdio.

Entre os convidados estão Lulu Santos, Carlinhos Brown, Maria Bethânia e Marcelo Camelo. Esse último fez uma participação com Ivete no programa, cantando Teus Olhos.

Além disso, no programa, Ivete ainda fala sobre sua gravidez, “Estou mais calma no dia a dia, mais tolerante. Acho que a gestação tem que ter isso. Eu nunca quis tanto ter uma barriga (risos)”, e cantou Cadê Dalila, Na Base do Beijo e Balakbak.

Anderson Varejão

Altas Horas

Ele tem 2,11m, pesa 122kg e calça 48. Por influência do irmão, começou a gostar de basquete com 10 anos. Ainda pequeno, jogou pelo time Saldanha da Gama, em Vitória. Com 16 anos, foi jogar pelo Franca, time do interior de São Paulo, onde ficou 3 anos. Em 2001, realizou o sonho de jogar pela Seleção Brasileira, na Copa América. Foi para o Barcelona, onde jogou por três temporadas. Diz que nessa época ficou amigo de Ronaldinho Gaúcho.

Esse é Anderson Varejão, que em 2004, participou do Draft (processo de seleção de entrada de jogadores na liga profissional americana) da NBA. Foi escolhido pelo Orlando Magics, mas acabou indo para o Cleveland Cavaliers, com a camisa 17. Lá, onde ele é chamado de “Andy”, ganhou o apelido de “Wild Thing”. Quando ele entra em quadra, toca a música Wild Thing, de Lou Reed. Além disso, a torcida criou o “Varejão Day”, dia em que os torcedores vão ao ginásio com perucas imitando o cabelo dele. As perucas são vendidas na loja do time.

Ele já participou de 541 jogos, e fez 3.646 pontos na NBA. Agora, está passando férias no Brasil, após a temporada da liga profissional americana. Diz que pretende se apresentar para os treinamentos da Seleção Brasileira para a Copa América, que será disputada em Porto Rico em agosto e setembro. O campeonato vale uma vaga para o Mundial. O atual técnico da seleção é o espanhol Moncho Monsalve.

Tiê

Altas Horas

Tiê já foi vocalista de apoio da banda de Toquinho e hoje vive uma carreira solo em constante crescimento. Neta da atriz Vida Alves, que protagonizou com Walter Forster o primeiro beijo da teledramaturgia brasileira, ela agora lança o seu primeiro álbum, Sweet Jardim.

Com violões, arranjos delicados e letras próprias, a cantora fala sobre o mundo amoroso.

No programa, Tiê cantou Dois.

Altas Horas | 17/05 dom 00h55 | Globo

Juliana Paes
Atriz diz que cultura indiana abre a cabeça das pessoas

Altas Horas

Ela batalha para ser uma atriz de sucesso desde os 12 anos de idade, quando começou a trabalhar como modelo e o resultado disso pode ser muito bem definido por Ney Latorraca, que participa do programa desse sábado, 16/05, ao lado da atriz, “ela é maravilhosa, arrasa em seus papéis”. Além disso, no intervalo, ele fez uma brincadeira em que a plateia, em jogral, dizia junto com ele “Juliana, eu te amo”. Essa é a melhor resposta que uma atriz pode ter, não?

Ela começou na TV em Laços de Família, como Ritinha. Depois disso vieram O Clone, como Karla, uma participação em A Casa das Sete Mulheres, como Teiniaguá, Celebridade, como Jackeline Joy, e América, como Creusa.

Fora da TV, ela já fez sucesso nas telonas e nas propagandas. Com um corpo de dar inveja em qualquer menininha e um rosto marcante, não dá para negar que Juliana Paes é um sucesso só. E, para reafirmar isso, hoje, ela vive Maya, a protagonista de Caminho das Índias. “Maya foi mais do que um presente, conhecer a cultura indiana faz a gente abrir a cabeça”. Durante o programa, Juliana não cedeu aos pedidos da platéia que pedia para que ela dançasse. “Gente, essa roupa não é apropriada, não é por mal, mas não dá para dançar assim”, ainda sobre a dança, ela revela uma curiosidade, “a hora da dança é o único momento que a mulher mostra a sua sensualidade, por isso ela é tão valorizada”.

Ney Latorraca
Ator fala sobre seus trabalhos atuais e “O Mistério de Irma Vap”

Altas Horas

Com 65 anos de idade e 59 de carreira, Ney Latorraca é um ícone na TV brasileira. Ele se sobressai em dois aspectos que tornam o profissional dessa área um grande homem: a excelente atuação e o bom humor.

Ele diz que já nasceu ator. Em 1958, com um grupo de amigos, Ney formou o conjunto Eldorado, que fazia animação de festas e bailes. No grupo, além de cantor, Ney era também o líder. Na verdade, a carreira musical era a pretensão do garoto, que tinha os exemplos dos pais. O conjunto Eldorado fez apresentações por quase dois anos. Em 1964, a montagem de uma peça teatral na escola chamou a atenção de Ney. Essa foi a estréia de Ney no palco, com a peça Pluft, O Fantasminha, de Maria Clara Machado, dirigida por Serafim Gonzales. Sua estréia no cinema e na TV foram em 1969, com Audácia, a Fúria dos Trópicos e Super Plá, respectivamente.

Atualmente, Ney Latorraca – juntamente com Marco Nanini – detém o recorde mundial, segundo o Guiness Book, de apresentações de uma peça com o mesmo elenco. O marco foi conseguido com O Mistério de Irma Vap, de Charles Ludlan, dirigida por Marília Pêra. A peça ficou onze anos em cartaz, percorreu as principais cidades do Brasil e foi vista por mais de 2,5 milhões de pessoas.

Josiane Gulart
Ela é joqueta desde os 9 anos de idade e fala sobre isso

Altas Horas

Josiane Gulart tem 23 anos, é joqueta e começou sua carreira montando em sua cidade natal, aos 9 anos de idade. Com 16 anos, mudou-se para o Rio de janeiro e entrou na Escola de Aprendizes do Hipódromo da Gávea, onde venceu a sua primeira carreira com Georgia’s Day. Como aprendiz, Josiane venceu 131 provas, batendo o recorde da categoria, e foi a primeira mulher a montar no GP Brasil.

Até hoje, a joqueta soma cerca de 300 vitórias na carreira e pensa em montar por mais alguns anos e depois começar uma carreira de treinadora.

Tok Tok Tok
Em um jazz, banda mistura voz nigeriana e melofia inglesa

Altas Horas

Tok Tok Tok é uma banda formada por uma cantora nigeriana e um músico alemão. Eles se juntaram no final dos anos 90 e, desde então, arrasam na soul music.

Com um estilo mais romântico, Tokunbo Akinro, diz que gosta de “usar” o amor para inovar. “A maioria das canções deste álbum (She and He) fala de amor, mas queríamos fugir de letras óbvias do tipo ‘eu te amo’, ‘nós nos amamos’. Quando escrevo uma canção, penso que estou criando uma história para um filme. Eu valorizo muito as imagens”, diz a cantora.

Além disso, a banda formada por Tokunbo Akinro (vocal), Morten Klein (sax), Thomas Bauser (teclado), Christian Floher (baixo) e Matthias Meusel (bateria), conta que adora as canções da bosas nova brasielira e os clássicos de Tom Jobim.

No programa, eles cantam You drive me crazy e The day dream.

Sepultura e Angra
Juntos, eles fazem um projeto de rock brasileiro para tremer as bases

Altas Horas

Não é a toa que duas bandas resolvem se unir, não é mesmo? Pois é, com um trabalho voltado para o metal, muitas conquistas e excelente resultado, as bandas brasileiras de metal Sepultura e Angra resolvem dar um presentão aos apaixonados por rock e saem em turnê em território nacional e na América Latina juntos, pela primeira vez.

A excursão, que já começou nesse mês de maio, deve passar por 20 cidades. No programa, eles cantaram Immigrant Song juntos, e What I do e The Course of Nature, Sepultura e Angra, respectivamente.

O Angra é formado por Edu Falaschi (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Ricardo Confessori, que saiu do Angra no início da década para formar o Shaman e volta à bateria do grupo para a turnê. Já o Sepultura tem Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo), Derrick Green (vocal) e Jean Dolabella (bateria). Tem como essa união não dar certo?

Globo | 03/05 dom 01h00 | Altas Horas

Fernanda Souza diz que ama fazer “Toma Lá Dá Cá”

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Ela está em cartaz com a peça Enfim, nós; vai rodar em breve o filme Muita calma nessa hora; fez mais de 200 comerciais; fez a caipira Mirna, na novela Alma Gêmea e, hoje, é a Isadora de Toma Lá Dá Cá e declara uma paixão pelo programa. “Eu amo fazer esse programa, me divirto e aprendo muito. Depois que comecei a fazer humor virei uma pessoa mais divertida, dou mais valor para a alegria”.

Fernanda Souza começou aos cinco anos de idade, fazendo comerciais e pequenas participações na televisão. Ela é formada em artes cênicas e, com 24 anos, carrega fãs seguidores desde sua primeira novela.

Coronel Velozo fala sobre as torcidas organizadas

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Torcer é válido em qualquer situação, mas a violência sempre deixa o espetáculo feio e afasta as pessoas dos estádio. O coronel Hervando Velozo, responsável pela segurança nos estádios em muitos jogos na cidade de São Paulo coemnta a situação das torcidas organizadas e conta qual é o esquema utilizado pela polícia brasileira para evitar confusão. “A polícia escoa primeiro a torcida local porque é maior. Se ficar no estádio, será mais difícil para a PM segurá-la”.

Outra estratégia que vem sendo utilizada pelos PMs é filmar a entrada das torcidas organizadas para identificar os torcedores que cometerem atos de vandalismo. “Isso é para tirar os vândalos do anonimato. Fora do anonimato, eles voltam a ter um comportamento normal de torcedor”, afirma Hervando.

Biólogo fala sobre a gripe suína

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Paolo Zanotto é formado em Biologia pela Universidade de São Paulo, fez especialização em virologia nos Estados Unidos e na Inglaterra e veio ao programa para falar do assunto que causa medo no mundo todo, atualmente, a gripe suína.

A gripe suína é conhecida como uma doença respiratória de porcos causada por um vírus que geralmente causa gripe somente em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos, o que vem acontecendo. Uma dúvida muito comum é se essa gripe mata, Paolo diz que qualquer tipo de gripe pode matar, em especial pessoas que já estejam enfraquecidas. No caso da gripe suína, a doença pode afetar gravemente pessoas com sistema imune mais forte, e seu mecanismo de ação ainda precisa ser estudado em detalhes. No entanto, o principal risco associado à doença é uma inflamação dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória.

Uma pessoa pode pegar a gripe suína como se pega uma gripe qualquer, através do ar, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas. Se você está se perguntando se comer carne de porco causa gripe suína, pode ficar tranquilo, porque ao cozinhar a carne de porco, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.

Paolo recomenda que a qualquer sinal de gripe com febre alta, um médico seja procurado e os exames para identificar o tipo de vírus seja feito. Sendo identificada com rapidez e tratada, a gripe pode até ser combatida.

Marcelo D2 conta que não escreve mais músicas, faz direto no estúdio

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D2 tornou-se famoso depois do sucesso do grupo Planet Hemp, do qual era vocalista. Na carreira solo, ele provou que seu trabalho arrasta multidões e arrasou em seus CDs. Hoje, ele afirma que não tem mais um caderno de músicas. “No primeiro CD do Planet Hemp eu tinha um caderno com as letras, agora eu entro no estúdio e faço, não escrevo mais”.

Atualmente, ele divulga o CD A Arte de Fazer Barulho. No programa, ele cantou Desabafo, Pode Acreditar e Alzira e as torres, essa última cantou junto com Lenine.

Lenine revela uma de suas paixões. Confira!

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”Dizem que faço uma música que agrega manifestações musicais brasileiras e de outros cantos do mundo. Sons que não se encaixam em um único gênero e desconhecem limites. Eu concordo. Pelo menos, é o que tento!”. É assim que Lenine começa definindo seu trabalho em uma biografia.

O cantor, que teve Elba Ramalho como a primeira cantora a gravar uma composição sua e depois vieram Fernanda Abreu, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Maria Bethânia, hoje faz sucesso com suas letras e com sua voz.

Ele conta que adora produzir e, por isso, faz seus próprios CDs e diz que entre todos os seus trabalhos, elege o Olho de Peixe como o mais importante da sua carreira.

Atualmente, ele divulga o CD Labiata. No programa, cantou Martelo bigorna, É o que me interessa e Alzira e as torres, essa última junto com Marcelo D2. Além disso, ele confessou ser apaixonado por orquídeas.

Lilia Cabral conta que faz terapia há 22 anos e fala sobre o filme “Divã”

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Depois de interpretar Catarina na novela A Favorita e fazer um grande sucesso, Lilia Cabral chega com tudo no cinema brasileiro com o filme Divã, dirigido por José Alvarenga Jr., com José Mayer, Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond. O filme é uma daptação da peça homônima, em que a própria Lilia atuou. Ela conta que em sua vida frequenta divãs desde 1987, quando sua mãe faleceu.

Lilia diz que sua estreia como atriz profissional foi ao lado de Clodovil, na peça Seda Pura e Alfinetadas. Fez muito teatro infantil, e ganhou 2 prêmios Mambembes. Na TV, estreou em 81. Em 2007, foi indicada ao Emmy de melhor atriz por seu papel na novela Páginas da Vida.

Fature um box com 36 episódios de “A Grande Família”

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Você é fã dessa família? Então clique aqui e responda qual recheio o Beiçola deveria colocar em seu pastel para conquistar o coração de Nenê? A resposta mais criativa leva o prêmio para casa.

Ah! E sabe quem vai ajudar a produção a escolher o vencedor? Marieta Severo, a própria D. Nenê! Então, capriche ne resposta e boa sorte!

César Menotti & Fabiano + Marcelo Faria + Negra Li + Rogéria
Globo | 25/04 00h45 | Altas Horas |

Promoção!

Quer faturar um CD e um DVD autografados da dupla César Menotti & Fabiano e um relógio do Altas Horas? Então, clique aqui e participe da nossa promoção.

Seja criativo e responda: “Que você leiloaria para conquistar alguém?”. As respostas serão enviadas para a dupla e César Menotti & Fabiano vão escolher a melhor. Agora, cruze os dedos e boa sorte!

Negra Li solta a voz no sertanejo?


Pois é, a rapper fez um dueto com Fabiano e mandou bem na música É o Amor, de Zezé Di Camargo e Luciano.

Juntos, eles levataram a plateia e surpreenderam no musical.

César Menotti & Fabiano

Depois de Leilão, não tem mais que não conheça a dupla César Menotti e Fabiano. O sertanejo dos irmãos conquistou uma legião de fãs e levanta multidões por onde passa.

Atualmente, eles divulgam o César Menotti e Fabiano ao vivo. No programa, a dupla animou a plateia com a música Ciumenta. Além disso, cantou Tarde Demais e um trecho do sucesso infantil Superfantástico.

“Fico 100% nu no teatro”, Marcelo Faria

Atualmente, ele é o Eleutério jovem da novela das 6, Paraíso, e está em cartaz com a peça Dona Flor e seus dois maridos, faz o Vadinho.

Marcelo estreou na TV em 1989, aos 18 anos de idade, como o Elvis Presley da novela Top Model. Nesse início de carreira, ele diz que a fama subiu à cabeça, e ele acabou ganhando fama de “convencido”. Mas depois percebeu que era uma pessoa comum, igual a qualquer outra. Ficou três anos afastado da TV depois da novela Uga-Uga. Nesse tempo, trabalhou como produtor ao lado de seu irmão Régis Faria, fazendo shows na Marina da Glória.

Negra Li, gravidíssima, faz a festa no Altas Horas

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Em 2004, ela foi convidada para gravar um CD solo, mas achou que ainda não era o momento e conseguiu emplacar um projeto ao lado de Helião, o Guerreiro, Guerreira. Depois disso, Negra Li ficou conhecida como a primeira rapper brasileira que se destacou em rimas.

Com 27 anos e vinda da Brasilândia, periferia da Zona Norte de São Paulo, a música apareceu em sua vida aos 16 anos quando um amigo precisava de uma voz para o seu grupo de rap. Em 2006, ela seguiu sua carreira com projetos solos e não parou mais.

Atualmente, divulga o Negra Livre um disco que mistura bossa nova, hip hop e deixa a cantora livre para soltar o verbo e dar um toque pop ao seu trabalho.

No programa, ela cantou Exército do rap e Você vai estar na minha.

“O Brasil é o paraíso dos gays e dos travestis”, Rogéria


De um menininho afeminado que ia ao cinema assistir Marilyn Monroe escondido da família, passando por uma “bicha rebelde” que correu da polícia durante a ditadura militar, Rogéria transformou-se num doa maiores símbolos gays do Brasil. Aos 10 de idade já era a atração do bairro onde morava, em Niterói. Inspirado em Bette Davis e Marilyn Monroe, imitava vários personagens femininos, como Cleópatra e Jane, mulher do Tarzan. Diz que sua mãe e seus dois irmãos sempre o apoiaram, sem qualquer tipo de preconceito contra sua homossexualidade. “Se não fosse minha mãe, eu não seria Rogéria”. Além disso, ela afirma que perto de outros países, o Brasil é receptivo com os gays e travestis. “O Brasil é o paraíso dos gays e dos travestis”.

Tornou-se transformista na adolescência, mas nunca quis fazer a cirurgia de mudança de sexo. Rogéria se diz feliz com sua genitália masculina, e diz que, sabendo que nunca seria uma mulher de verdade, negou-se a ser castrada num açougue que mutilava os travestis nos anos 70. “Nunca quis ser mulher. Essa parada é para quem tem cabeça de mulher como a Roberta Close. Não vou abrir mão de ser homem, homem trai, ganha mais… e na hora h, eu quero saber do meu prazer e pronto. Eu adoro ser o Astolfo”.

Atualmente, Rogéria está em cartaz em São Paulo com a peça “7 – O Musical”, de Charles Möeller e Claudio Botelho.

Em clima rubro-negro, Altas Horas estreia novos quadros no sábado, 18

Fernanda Machado fala sobre Laís, sua personagem em Caras e Bocas

TV Globo/TV Globo
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Serginho estreia o Banda da Torcida, onde músicos se unem para homenagear seu time de futebol

Os flamenguistas agradecem. No próximo sábado, dia 18, o clima rubro-negro vai invadir o Altas Horas que a Rede Globo exibe à 0h55, logo após o Supercine. O programa vai mostrar uma matéria feita pela atriz Cláudia Rodrigues no jogo Flamengo X Fluminense, que aconteceu no último domingo, dia 12. Além disso, tem também a estreia do novo quadro Banda da Torcida, em que músicos homenageam seus times, com torcedores do Flamengo.

Cláudia Rodrigues vai falar sobre a torcida organizada e as emoções de uma grande partida. O jogo escolhido por Cláudia, flamenguista roxa, foi Flamengo X Fluminense, e ela mostrará toda a paixão dos torcedores rubro-negros diante de um grande clássico.

Já os músicos Sandra de Sá, Gabriel, O Pensador, Jorge Aragão, Pepeu Gomes, Dudu Nobre, Ivo Meirelles, Leandro Sapucahy, George Israel, Jeff Victorio, Gilmar Ferreira, Luciano Broa e Claudio Mazza estrearão, sob o manto vermelho e preto do Flamengo, o quadro Banda da Torcida, em que famosos reunidos por uma mesma paixão futebolística formam uma banda para homenagear o seu time.

Novo quadro terá anônimos interpretando músicas famosas

Outros quadros também estreiam no Altas Horas neste sábado, 18. Um deles é o Com Que Pareço, que convida pessoas que circulam pelas ruas para falar com que famoso ou famosa acham que se parecem. Além deste, Serginho mostrará o Carona Altas Horas, onde ele conversa com anônimos que contam histórias de vida curiosas, a bordo de um corversível montado dentro do estúdio. A personagem escolhida para este sábado é a casamenteira Claudya Toledo, que dividirá casos para lá de inusitados com o apresentador. E, para incrementar ainda mais o programa, o quadro Clipe Altas Horas mostrará anônimos interpretando a música ‘Admirável chip novo’, da cantora Pitty.

Fernanda Machado é oposto da Laís de Caras e Bocas

Na arena, Serginho conversará com Fernanda Machado sobre Laís, sua personagem de Caras & Bocas.

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– Laís é o meu oposto! Normalmente dá para emprestar umas coisas para as personagens, mas com ela não. Eu só empresto o corpo mesmo. Ela é totalmente descontrolada, não consegue se segurar – afirma a atriz.

O Altas Horas vai ao ar aos sábados, após o Supercine.

Eu não tenho nada da Laís (Caras & Bocas)”, Fernanda Machado
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fernanda_machado.jpg Atualmente, ela interpreta a Laís na nova novela das 7, Caras e Bocas. Ela é apaixonada por Gabriel (Malvino Salvador), e fará de tudo para afastá-lo da mocinha Dafne (Flávia Alessandra). A personagem é meio barraqueira, completamente diferente da personalidade da atriz. Ela engordou, exagerou nos gestos e encurtou o figurino. O novo papel já mexeu com o jeitão de Fernanda, que sempre se considerou equilibrada e controlada, mas outro dia até notou uma mudança em seu comportamento. “Outro dia gritei com uma pessoa no trânsito. Nunca tinha feito isso. Não é fácil ficar quase nove meses gravando uma novela e não se envolver. Hoje, às vezes, até esqueço que sou a Fernanda (risos). Mas, não tenho nada da Laís”, conta.

Fernanda também acabou de rodar o filme “Amanhã Nunca Mais”, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2009. É o primeiro longa de Tadeu Jungle, escrito por ele, Maurício Arruda e Marcelo Müller.

Ela conta que tem registro profissional de maquiadora, aderecista, produtora, figurinista e atriz. “Eu sempre lutei para estar naquela prateleira dos atores com formação, de alguém que estudou. Não decidi ser atriz do dia para a noite”.

Em 2008, Fernanda Machado estourou com o filme Tropa de Elite. “O filme me levou até para a Sérvia. Nunca imaginei ir tão longe com um trabalho. Quanto aos processo que quiseram colocar no filme pela realidade mostrada, eu só acho que nós temos uma ferida aberta, que é a da segurança pública, a gente foi e mostrou essa ferida.” Além disso, vivia a personagem Joana, em Paraíso Tropical. “Esse momento de Joana e, na seqüência, Tropa de Elite, foi muito marcante para mim”.

Banda da Torcida tem sua estreia com torcedores do Flamengo!
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banda-da-torcida.jpg Você já imaginou uma banda com Pepeu Gomes, Sandra de Sá, Gabriel Pensador, Luciano Broa (Banda Leandro Sapucahy), Leandro Sapucahy, Ivo Meirelles, George Israel e Jeff Victorio (Kid Abelha), Gilmar Ferreira (trombone do Afroreggae) , Claudio Mazza (tecladista banda Vitória Régia), Dudu Nobre e Dé Palmeira? Pois é, o Altas Horas tornou isso possível!

Com o novo quadro, Banda da Torcida, todo mês músicos torcedores de um mesmo time formam uma banda que tocará grandes sucessos, variados. Essa semana, começamos com a banda do Flamengo. Todos esses músicos acima são flamenguistas.

Além de fazer uma grande festa, juntos, eles tocaram e cantaram País Tropical, Brasil, Fazendo Música, Jogando Bola, Aquele Abraço, É Hoje e, é claro, o Hino do Flamengo.

“Quando quiser tirar uma foto de uma celebridade, peça”, Ricardo Brajterman

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ricardo_advogado1.jpg Ricardo Brajterman é um grande conhecedor do meio artístico, aos dez anos, por insistência da mãe, ele começou a cursar teatro em Botafogo, de onde partiu para um grande grupo. Foi lá que manteve os primeiros contatos com atores como Cláudia Abreu, Malu Mader, Marcelo Serrado, Maurício Mattar e Selton Mello, entre outros. Além de interpretar peças como a rodriguiana Bonitinha, mas Ordinária, sua experiência teatral permitiu que se envolvesse, também, com os bastidores das montagens. Aos 17, ele fez a iluminação de “Confissões de Adolescente”, de Maria Mariana. Por pouco não abriu uma produtora. Acabou optando por prestar vestibular para direito e jornalismo.

Quando estava no terceiro período da faculdade, foi chamado por Bruno Lara Resende, filho do jornalista e escritor Otto Lara Resende, para produzir uma peça. O espetáculo aproximou-o de um amigo de Bruno que trabalhava no já badalado escritório de Sérgio Bermudes, do qual hoje é sócio. No novo trabalho, um antigo professor de teatro, Daniel Herz, procurou-o, insatisfeito com a lei que assegurava pagamento de meia-entrada para todos os espectadores com até 21 anos. A vitória na Justiça com essa ação fez Brajterman voltar a frequentar o círculo dos antigos amigos artistas. Primeiro os assessorava na assinatura de contratos, na compra de imóveis e nas ações de divórcio. Com o tempo, passou a defender também a privacidade dos famosos.

Hoje, Brajterman é um dos advogados mais procurados pelas celebridades brasileiras em apuros. Carolina Dieckmann, Luana Piovani, Dado Dolabella, Preta Gil, Danielle Winits, Cláudia Abreu, Malu Mader, Marcelo Serrado, Maurício Mattar e Selton Mello são alguns de seus clientes. “As pessoas confundem uma pessoa pública com um banheiro público, ao qual todos podem ter acesso”, compara Brajterman, que diz que, se não houver interesse público que justifique sua divulgação, informações sobre a esfera pessoal não devem ser exploradas.

Ele reconhece que é pequeno o limite entre os direitos constitucionais à privacidade e à liberdade de expressão. Diz que recorre aos tribunais apenas quando os atos são reiterados e têm maior potencial ofensivo. “Enquanto não tiver como provar o abuso de direito, nem entro no caso. Espero o sujeito dar a corda para se enforcar”.

Para finalizar, Ricardo deixa um conselho. “Sempre que quiser tirar foto de um artista, peça. Ele pode não negar e você evita qualquer tipo de confusão”. Está dado o recado!

Altas Horas 2009
Dudu Nobre e Pepeu Gomes foram os primeiros a chegar no estúdio para a passagem de som do quadro “Banda da Torcida”. Uma vez por mês uma torcida do Brasil será homenageada no programa com a formação de uma banda que terá músicos torcedores de um mesmo time. A primeira torcida escolhida foi a do Flamengo.
Dudu Nobre e Pepeu Gomes afinam seus instrumentos para nada dar errado na hora do programa.

Altas Horas 2009
Enquanto o pessoal passa o som, Gabriel, O Pensador e Dudu Nobre, que também fazem parte da banda formada para o quadro “Banda da Torcida”, ness sábado, 18/04, em homenagem ao Flamengo, repassam letra da música “Aquele Abraço”, canta por Gabriel no programa.

Altas Horas
Sandra de Sá e Ivo Meirelles, que participaram do quadro “Banda da Torcida” representando o Flamengo, fazem uma festa durante a passagem de som.

Fernanda Lima
“Eu acho que o Brasil está na moda”

Fernanda Lima

Na infância, ela produzia showzinhos para apresentar para a família. Também brincava com os primos de fazer noticiário, saía na rua fazendo pesquisas de intenção de votos. Hoje, Fernanda Lima é atriz, modelo, apresentadora e mãe de gêmeos!

Em fevereiro de 2009 apresentou o quadro Menina Fantástica no Fantástico. Está filmando o longa Flordelis – Basta uma palavra para mudar. O filme, que deve ser lançado em maio deste ano, conta a história de Flordelis, uma mulher que nasceu e cresceu no Jacarezinho, na zona norte do Rio capital, e nos anos 90 começou a fazer um trabalho social sozinha dentro de sua comunidade, visando orientar jovens adolescentes envolvidos no tráfico de drogas.

Soma em seu currículo 5 filmes; Didi quer ser criança; A Dona da História; Cine Gibi, O Filme; Ligado em Você; Maria Ninguém; e duas novelas, Bang Bang e Pé na Jaca.

Ela conta que nas horas de lazer, pratica ioga, surfe e mergulho. Os pais eram professores de educação física quando ela era criança, e sempre incentivaram a prática de esportes. Praticava ginástica rítmica, olímpica, natação, patinação, ballet, jazz, vôlei, handebol.

Quando perguntada sobre a moda brasileira, Fernanda afirma que mandamos bem nas tendências. “De uma forma geral, eu acho que o Brasil está na moda”.

Alex Atala
“A cozinha é ferro, fogo, água fria e pancada”

Alex Atala

Conhecido como o chef de cozinha número 1 do Brasil e com mais de 20 anos de experiência na cozinha, Alex Atala conta que a cozinha tem muitos segredos e que com o tempo ele descobriu qual é o melhor jeito de se trabalhar. “Descobri que trabalhar em silêncio é o grande segredo”. Defensor da culinária genuinamente brasileira, ele diz que os elementos fundamentais do seu trabalho são flores, frutas e raízes nacionais.

Alex entrou para o mundo da culinária por acaso. “Era um trabalho sem glamour, eu só pensava em pagar as contas”. Mas, a sua experiência só não deu certo, como, hoje, ele é o chef e dono de um dos 50 melhores restaurantes de São Paulo. Com tanta experiência, o chef diz o quanto aprendeu a respeitar o cliente e como passa isso para quem trabalha com ele. “O cozinheiro é pago para cozinhar e o cliente paga para comer. Então tem que ter respeito”.

Depois de anos, Alex define sua profissão em uma frase: “A cozinha é ferro, fogo, água fria e pancada”.

Toni Garrido
“Eu tive o melhor que eu poderia ter tido no Cidade Negra”

Toni Garrido

Depois de estourar com o Cidade Negra, Toni Garrido segue com seu sucesso em carreira solo. “Eu tive o melhor que eu poderia ter tido no Cidade Negra”, afirma o cantor.

Atualmente, seu som tem um toque de rock, soul e funk.

No programa, ele cantou Todos os Amigos Perto de Mim, Solteiro no Rio de Janeiro e Mas que Nada, essa última junto com o grupo Farofa Carioca.

Farofa Carioca
Grupo recebe Elza Soares

Farofa Carioca

Juntos desde 1997, o Farofa Carioca agita a galera com um som que mistura vários ritmos, como funk, jongo, rock, jazz, rap, reggae, xote e, principalmente, samba.

O grupo se define como “uma combinação de influências diversas, que forma um gênero democrático, irreverente e original. Um suingue contagiante e letras que falam da realidade do Brasil, ingredientes de uma mistura irresistível e bem brasileira: este é o Farofa Carioca”.

No programa, eles receberam Elza Soares e, juntos, cantaram Vendedor de Bananas, além disso, o grupo cantou Samba Rock e fez uma festa cantando Vale Tudo junto com o convidado Alex Atala e Mas Que Nada junto com Toni Garrido.

Vanessa Giácomo
“Temos química e total liberdade em cena”, sobre Eriberto Leão

Vanessa Giácomo

Vanessa Giácomo começou na carreira artística aos 13 anos fazendo balé e teatro na escola. Diz que já fez de tudo um pouco: de peças infantis a Nelson Rodrigues, e que estudou bastante para chegar até a Globo.

Quando completou 18 anos, foi para o Rio com a mãe, para tentar a sorte na carreira de atriz. A mãe sempre foi sua incentivadora, matriculando-a em cursos de teatro e balé. O pai sempre torceu o nariz. Já no Rio, fez muitos testes sem resultado. Até que aceitou fazer figuração em Malhação, onde conheceu Ricardo Waddington. Fez figuração também no Linha Direta e na minissérie Presença de Anita.

Durante a escalação do elenco da novela Cabocla, ele lembrou-se de Vanessa e chamou-a para um teste. Ela fez sem saber que era para o papel da protagonista Zuca, papel que foi de Glória Pires na novela original. Em 2006 estreou no cinema, no filme Canta Maria.

Atualmente, é a Rosinha da nova novela das 6, Paraíso, remake da novela escrita por Benedito Ruy Barbosa em 1982. Das quatro novelas que fez até hoje, é a terceira de Benedito em que Vanessa atua. “O Benedito escreve para o ator”. Na trama ela se apaixona por Zeca (Eriberto Leão), seu irmão de criação. É também o quinto trabalho de Vanessa com Eriberto. “O Eri é meu irmão. Agora somos irmãos ‘de verdade’. Temos química e total liberdade em cena”. Também está no elenco do filme O Menino da Porteira, dirigido por Jeremias Moreira Filho, e passou dois meses em Londres fazendo o longa Brazuca, sobre a vida do brasileiro Jean Charles, morto pela polícia londrina por engano em 2005. Jean Charles é interpretado por Selton Mello, e a direção é de Henrique Goldman. O filme deve ser lançado em meados de junho. “Esse caso (Jean Charles) é muito mais conhecido lá do que aqui e os ingleses morrem de vergonha disso”.

Grazi Massafera
Ela fala sobre sua carreira de atriz

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Depois de aparecer pela primeira vez na TV no Big Brother Brasil, Grazi mostrou que era muito mais do que um rosto bonito querendo ganhar 1 milhão de reais. Ela acabou de fazer a personagem Lívia, protagonista da última novela das 7, Negócio da China. Antes disso, fez Páginas da Vida, Desejo Proibido e foi repórter do Caldeirão do Huck.

De família muito pobre, Grazi diz que cresceu num barraco, “via o sol nascer pelas rachaduras das paredes”. Desde pequena era “aparecida” e queria ser modelo. Diz que pegava emprestados os brincos da mãe, vestia roupas iguais às da boneca Barbie e desfilava em festas de rodeio. Começou a desfilar aos cinco anos de idade. De lá pra cá, venceu vários concursos de modelo, inclusive o Miss Paraná e o Miss Brasil Beleza Internacional em 2004.

Em 2005, depois de sair do BBB, fez Oficina de Atores da Globo. Seu primeiro papel em novelas foi em Páginas da Vida, a convite do autor Manoel Carlos, que escreveu um papel especialmente para ela.

Diz que foi criança até os 18 anos, quando arrumou o primeiro namorado. O namoro durou cinco anos, mas ela terminou para poder ingressar na carreira de modelo. Ela diz que desistiu de vários concursos por causa dos ciúmes do namorado, e a gota d´água foi quando ela ficou entre as 3 finalistas do Miss Brasil e ele não deu nem parabéns. Depois disso, deslanchou. Foi até para a China representar o Brasil num concurso de beleza.

Hoje, com o sucesso em mãos, Grazi conta que costuma usar arruda contra a inveja. “Quando eu era pequena, tinha um pé de arruda na minha casa. Minha mãe me dava uma folhinha e eu colocava no caderno. Em qualquer lugar, sempre tem algum ‘peso’ em cima da gente. De vez em quando tomo um banho de sal grosso. As pessoas se incomodam com meu sucesso porque acham que consegui tudo rápido. Mas não sabem se estou merecendo estar ali.”,

Mart’nália
Cantora levanta a plateia

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Com seu jeito despojado, Mart’nália ou a “Sonora Mart’nália”, como alguns a definem, é musicista, cantora e compositora. Não é para menos que a filha de Martinho da vila e Anália, nomes que juntos dão o seu, é querida não só no meio artístico como também por seus fãs.

Com sete discos gravados, sendo que três já lançados em Portugal e um nos Estados Unidos e em toda a Europa, segundo seu pai, ela canta, dança, toca violão e é percussionista de quase todos os instrumentos de ritmo. “Que cantora!… O seu canto é doce, negro, suingado e o seu timbre é especial”, afirma Martinho.

No programa, ela cantou Don’t worry be happy, Alívio, Cabide e Espelho, essa última junto com Vanguart.

Maurício Ricardo
“Já fui processado por causa de charge política”

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Quem nunca riu com as charges do Big Brother Brasil? E quem nunca pensou de onde vem tanta inspiração e criatividade? Pois é, o grande “mentor” disso tudo é Maurício Ricardo, um chargista que já tem mais de duas décadas de trabalho, já foi repórter e editor de jornal.

Há seis anos cria charges para o Big Brother. Ele tem pay-per-view em casa, e fica sempre ligado no programa pra buscar inspiração pras charges. Produz um minuto de animação por dia, o que dá mais de 50 horas em nove anos. “Se a gente tomar muito cuidado com o politicamente correto, não vamos rir de nada. Já fui processado por causa de uam charge política”.

Hoje, além de desenhar (com uma prancheta digital) e animar, ele dubla (geralmente fazendo todas as vozes) e toca a música de fundo das charges apresentadas no site. Sua primeira experiência musical foi com o grupo Solo Vertical, que chegou a gravar dois discos nos anos 80.

Atualmente toca na banda Os Seminovos. As músicas do grupo consistem em paródias, críticas políticas e humor. Diz que o legal é que pode fazer tudo online, por isso não precisou sair de Uberlândia, onde mora com a família.

Rodrigo Lombardi
“Galà é o rótulo que me dão agora”

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Ele é o indiano Raj, um dos protagonistas da novela Caminho das Índias. “Recebi um telefonema da autora. Ela disse que já vinha pensando em mim. Puxa vida, ela já estava pensando em mim e eu nem sabia. Quando chega o texto, e começo a decorar fico mais empolgado por saber que aquilo foi feito para mim. Chegar no set e ver todo aquele cenário montado para o seu personagem é gratificante. Eu pego tudo isso para me ajudar nas gravações. É uma coisa bem Poliana.”

Antes de tornar-se ator, ele foi jogador de vôlei e trabalhou como agente de viagens, garçom, modelo e estilista. Jogava no Independente Futebol Clube em Mauá (São Paulo) e, ao terminar o colégio, foi para os Estados Undos para estudar inglês e jogar vôlei na Universidade da Califórnia, em San Diego. Voltou para São Paulo e foi trabalhar numa agência de viagens. Participou de um grupo de teatro amador, fez comerciais para a TV, aulas de sapateado, curso de locução, trabalhou como dublador, foi garçom. Um dia, esperando pra gravar um comercial, viu um amigo lendo um script, e soube que haveria um teste para uma, tirou xerox do texto e foi fazer o teste. Ganhou um dos papéis principais da trama.

Durante as gravações da novela, conheceu o ator Genésio de Barros, que o apresentou ao Grupo Tapa, um dos mais importantes grupos teatrais do Brasil. Depois de quatro anos no grupo, foi convidado para fazer seu primeiro protagonista, na peça Mandrágora. Ricardo Waddington o viu atuando nessa peça e convidou-o para fazer o mágico Zoltar na novela Bang Bang. Ia fazer uma participação em 20 capítulos, mas o personagem agradou e ele ficou até o final, mesmo já estando escalado para outra novela, Pé na Jaca.

Hoje, ele é o novo galã da TV. Assediado por muitas mulheres, ele comenta a fase atual, “galã é o rótulo que me dão no momento”.

Vanguart
Grupo mostra som alternativo

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O Vanguart foi um sonho que virou realidade. Depois de um projeto solo do vocalista Hélio Flanders, com dois discos gravados dentro do seu próprio quarto, o grupo surgiu e teve uma trajetória rumo ao sucesso desde que virou uma banda, em 2005.

Já fez shows por todo o Brasil, foi destaque em programas de TV e após o lançamento de alguns singles de sucesso no meio indie, finalmente veio o tão aguardado CD. O primeiro álbum do Vanguart é auto-intitulado.

Com Hélio Flanders (vocais, violão, gaita), Reginaldo Lincoln (baixo), David Dafré (guitarra), Douglas Godoy (bateria) e Luiz Lazzaroto (teclado) o som alternativo ganhou mais um adepto.

No programa, eles cantaram O Mar, Semáforo e Espelho, essa última, junto com Mart’nália.


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