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Conforme publicação do site Daily Mail, uma jovem de apenas 17 anos pode ter descoberto a cura para o câncer. Angela Zhang, estudante da Monta Vista High School, recebeu uma bolsa de estudos de US$ 100 mil por ter ganhado o Siemens Competition Math, Science & Technology. 
Estudante de 17 anos descobre cura para o câncer
A adolescente sempre se revelou um prodígio. Já em seu primeiro ano no Ensino Médio, a garota lia artigos de pós-doutorado em bioengenharia. Um ano mais tarde, Zhang já comentava sobre seu objetivo de trabalhar como pesquisadora no laboratório da Universidade de Stanford – uma das instituições de ensino mais renomadas dos EUA. 

O projeto da jovem consiste na utilização de nanopartículas para identificar as células cancerígenas, as quais podem ser enviadas ao centro dos tumores quando combinadas com uma droga à base de salinomicina. Depois de terem se “prendido” às células doentes, através de ressonâncias magnéticas, essas nanopartículas permitem que os médicos saibam exatamente onde estão ou poderão se formar os tumores. 

Por meio de uma luz infravermelha, as nanopartículas são “derretidas”, liberando o medicamento que eliminará as células cancerígenas de dentro para fora. Quando testada em ratos, a tecnologia acabou quase que completamente com os tumores. Angela Zhang passou mais de 1.000 horas engajada em seu projeto, o que significa que ela trabalha nele desde os 15 anos. 

Embora ainda possa levar alguns anos para que essa técnica seja testada em humanos, os primeiros resultados são promissores.

MySpace lança player para ouvir e partilhar música

O Myspace anuncia hoje o lançamento do seu novo player de música, que dá acesso ao maior catálogo de música online do mundo e que permite partilhar a música com a rede social Facebook.
O novo player é o primeiro a permitir ouvir música gratuitamente e de forma ilimitada, em modo rádio personalizado, com motores de busca melhorados, bem como recursos de sincronização instantânea, possibilitando aos utilizadores partilharem a música que ouvem no Myspace com os amigos no Facebook, lê-se em comunicado. 

Através dos acordos exclusivos com a Sony, Universal, EMI e Warner e das parcerias com 20 mil editoras independentes, o Myspace adquiriu direitos globais sobre mais de 42 milhões de músicas, detendo agora uma biblioteca que é três vezes maior do que quaisquer outros catálogos online, refere a plataforma. 

«O Myspace tem um acesso incomparável a artistas com ou sem editora, que precisam de uma plataforma para dar a conhecer a sua música», sublinha Chris Vanderhook, COO do Myspace. 

«O novo player simboliza o nosso compromisso de promover a conexão entre artistas e fãs, não só permitindo que as pessoas oiçam as suas canções favoritas, como também oferecendo sugestões para descobrirem e adicionarem aos favoritos. Através da integração com o Facebook, vamos estender o processo de descoberta às redes sociais, permitindo aos fãs de música fazer circular as suas playlists e recomendar favoritas a todos os seus amigos», acrescentou Vanderhook. 

Entre as funcionalidades do novo player contam-se: 

O modo on-demand – permite às pessoas ouvir faixas individuais, álbuns na íntegra e playlists, de forma gratuita e sem interrupções de áudio para anúncios e sem limitações de streams. 

A integração com o Facebook – possibilita ouvir e partilhar selecções musicais de forma instantânea com os amigos através do Myspace e do feed de notícias do Facebook, ticker and timeline. O Myspace cria automaticamente um perfil para os novos utilizadores, evitando, assim, perdas de tempo com a criação de uma conta. 

O modo rádio – proporciona uma experiência de audição passiva, que recomenda músicas, tendo em conta o histórico de faixas ouvidas. O player permite também aos ouvintes adicionar faixas às suas playlists, com base em favoritos recém-descobertos, que ouviram através das recomendações do Myspace no modo rádio. Além disso, podem também encontrar os 15 milhões de artistas no Myspace – das editoras principais ou independentes, com ou sem editora – e visitar as estações de rádio dos artistas através do link: myspace.com/artistname/radio. 

Motores de busca melhorados (como Discovery/Browse, Top Charts, Similar Songs and Editor´s Picks) – favorecem a descoberta de novas músicas. 

Primeira rádio para jogos sociais é criada exclusivamente pela Vostu
  
Disponível nos jogos MegaCity e MiniFazenda, a novidade contará com Djs, músicas, dicas e ofertas especiais para jogadores
Líder em desenvolvimento de jogos sociais no Brasil, a Vostu acaba de lançar uma rádio inédita para jogos sociais.

A novidade está disponível para os dois maiores jogos da desenvolvedora – MegaCity e MiniFazenda – no Orkut e Facebook, e conta com Djs que tocarão músicas  populares brasileiras e compartilharão dicas e novidades sobre ofertas especiais. Por exemplo, o DJ vai informar os jogadores do MiniFazenda que a árvore básica do jogo é realmente importante para que no futuro ele tenha um sofisticado armazém, ou o DJ do MegaCity vai dar uma dica sobre que edifício o jogador deve colocar no jogo para completar sua missão.   

A experiência irá proporcionar novas formas de diversão aos usuários, e à Vostu, uma maneira inédita de se comunicar com os jogadores.

A rádio incluirá:
– Missões de Grupo para desbloquear detalhes especiais do jogo para todos os participantes
– Entrevistas com top gamers
– “Sabia isso”: fatos de criatividade no jogo 
– Menções de realizações excepcionais de jogadores 
– Streaming constante das 9h-Meia-noite

A Vostu realizou testes com o rádio “in-game” e conseguiu resultados extremamente positivos – 95% de jogadores que testaram o produto informaram que sua experiência de gaming melhorou. O rádio aumentou o tempo de sessão de gamers por 30%, e 25% de jogadores completaram uma missão audiovisual. 

“Estamos sempre buscando maneiras inovadoras de melhorar nossos jogos. Com a rádio, criamos uma forma exclusiva de nos comunicar com nossos usuários sem prejudicar a experiência de jogar. Ficamos muito satisfeitos com os testes iniciais e em saber que os jogadores abraçaram a ideia”, finaliza Daniel Kafie, CEO da Vostu.

Sobre a Vostu – http://www.vostu.com 
Fundada em junho de 2007, a Vostu é a maior desenvolvedora de jogos sociais do Brasil. Sediada em São Paulo, com escritórios em Buenos Aires e Nova York, reúne em seu portfólio jogos como GolMania, MegaCity, Mini Fazenda, Café Mania, além dos populares MegaPoker, Pet Mania e Rede do Crime, que já atraíram mais de 50 milhões de jogadores nas redes sociais. Além do Orkut, a empresa também disponibiliza jogos para usuários do Facebook e Google+.

Supermercados de SP vão oferecer sacolas biodegradáveis por R$ 0,19

SÃO PAULO – Dia 9 de maio. Essa é a provável data em que o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, vai firmar um convênio com a Apas (Associação Paulista de Supermercados) para extinguir as sacolinhas plásticas desses estabelecimentos.

Eles pretendem conscientizar os consumidores a utilizarem as famosas ecobags. Por isso, os supermercados vão oferecer uma grande variedade para os clientes. “Terá uma sacola retornável básica com a logomarca da campanha, mas cada empresa vai ter outros tipos, mais estilizadas e com cores diferentes”, explica o Diretor de Sustentabilidade da Apas, João Sanzovo.

A ideia é que exista variedade pelo menor preço possível. “Inclusive, a Apas está buscando fazer convênio com empresas para elas oferecerem preços bastante baixos para o supermercadista repassar para o consumidor”, diz. Na experiência de Jundiaí, cidade do interior paulista pioneira na eliminação das sacolinhas, as ecobags são vendidas por R$ 1,85. Tudo isso visa facilitar a mudança de comportamento do consumidor.

“Para aquele cliente que é de outra cidade, que está viajando ou em trânsito e que não se programou para fazer a compra, haverá a opção da sacolinha biodegradável vendida pelo preço de custo de R$ 0,19”, tranquiliza Sanzovo. Os estabelecimentos também vão disponibilizar gratuitamente caixas de papelão das mercadorias que eles revendem.

Fim da zona de conforto
“Na verdade, o que vamos fazer é pedir para todo mundo sair da zona de conforto”, diz Sanzovo. Ele lembra que as gerações mais velhas usavam sacolas retornáveis no passado – “que é a antiga sacola de feira, feita de lona”.

Porém, o advento da sacolinha plástica trouxe a comodidade, a praticidade e a facilidade. “Nós estamos destruindo a natureza para o nosso comodismo”, instiga.

Ainda não foi definido um prazo para o início da exclusão das sacolinhas, mas o diretor da Apas aposta no dia 12 de novembro deste ano, data em que é comemorado o Dia do Supermercadista. “A Secretaria fará campanhas de esclarecimento em escolas públicas e utilizaremos nossa rede de educação ambiental para conscientizar principalmente os jovens nas escolas”, explica o Secretário Estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas.

“Até lá, o setor vai fazer campanha nas lojas, colocar cartazes, conscientizar clientes e colocar sacolas retornáveis à venda a um preço bastante convidativo, assim como foi feito em Jundiaí”, acrescenta Sanzovo.

Estendendo horizontes
Localizada a 60 quilômetros da capital paulista, a cidade de Jundiaí iniciou, em agosto de 2010, a campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, uma parceria entre a Apas e a prefeitura do município.

Com seis meses completados em fevereiro, a cidade havia retirado de circulação 480 toneladas de plástico e 132 milhões de sacolas distribuídas em supermercados, o que representa uma redução de 95% de sacolinhas. Anteriormente, Jundiaí produzia 22 milhões de sacolas por mês.

“A coisa mais surpreendente e legal desse caso foi perceber a maturidade e o nível de consicência que o consumidor já se encontra em relação à sacola plástica”, ressaltou Sanzovo. “Eles só estão esperando alguém fazer algum movimento que os ajude a parar de usar as sacolas”. Por conta dessa experiência pioneira tão positiva, ele acredita que a adesão no resto do estado será semelhante.

“A orientação é a melhor estratégia para que a iniciativa tenha sucesso”, afirmou Covas.

Lixos do banheiro e da pia da cozinha
Muitas pessoas ainda têm receio em banir as sacolinhas plásticas, porque as utilizam nos lixos do banheiro e da pia da cozinha. Mas Sanzovo avisa: “A empresa que está fazendo a sacolinha biodegradável já está produzindo saco de lixo biodegradável. Daqui a pouco ele estará disponível para o consumidor”.

Ele ainda lembra que não usar as sacolinhas representa um maior aproveitamento do saco de lixo. “Antes, você jogava a sacolinha de supermercado com lixo dentro de um sacão”, alerta.

De acordo com o Instituto Akatu, existem outras alternativas menos impactantes para o meio ambiente como, por exemplo, uma dobradura feita com folha de jornal. No site http://www.institutoakatu.org.br eles ensinam como fazer esse saquinho.

“O plástico é feito de petróleo, portanto, aumenta o aquecimento global, leva centenas de anos para se degradar na natureza e, descartado errado, vai entupir bueiros e tubulações de esgoto, provocando enchentes. No lixão ou aterro sanitário, por impedir a circulação de gases, também atrapalha a degradação de outros materiais”, destaca o Akatu.

Os pontos positivos das sacolinhas!
A Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) defende que as sacolinhas têm, sim, benefícios. “Os plásticos são 100% recicláveis. Além de não emitir resíduos tóxicos, este tipo de material pode gerar energia para abastecer residências e indústrias”, aponta a entidade.

O presidente da associação, Alfredo Schmitt, defende a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa legislação tem o objetivo de promover o uso racional e responsável das sacolinhas, mas não eliminá-las.

Seguindo essa mesma ideia, a Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos recebeu a notícia sobre o acordo entre Apas e Governo Estadual com surpresa. “A preocupação da Plastivida é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que presevam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha”, informou a entidade.

O Instituto defende que as ações de preservação ambiental sejam equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízo ao consumidor.
Falhas na PSN podem custar até US$24 bilhões para a Sony
autor: risastoider

O possível roubo de informações pessoais dos usuários da Playstation Network tem preocupado jogadores e especialistas em segurança. A rede continua offline desde quarta-feira passada (21/04), devido a um ataque que teria sido realizado por “intrusões externas”, como afirmou a Sony.

A companhia admite a possibilidade de que dados de cartões de créditos dos utilizadores da rede tenham sido roubados. O instituto Ponemon, uma firma de pesquisa em segurança de dados, estima que o roubo de informações confidenciais custa às empresas uma média de US$318 por ocorrência. Se todos as 77 milhões de contas da PSN ficarem expostas a cibercriminosos, o prejuízo da Sony pode chegar a US$24 bilhões, como conta a Forbes.


O incidente não só significa horas e horas de jogatina online perdidas, mas traz à tona uma questão muito mais séria: a integridade dos dados sob responsabilidade de uma empresa desse porte. “Simplesmente, é uma das maiores brechas de segurança que já vimos em muitos anos”, avalia Josh Shaul, CTO da Application Security Inc, companhia nova-iorquina que desenvolve softwares de segurança de banco de dados.

Para Alan Paller, diretor de pesquisa no SANS Institute , uma organização de treinamento em segurança, explica que mesmo que os números dos cartões de crédito não tenham sido capturados, basta que um criminoso saiba o nome, endereço de e-mail e jogos preferidos de cada usuário da rede para aplicar golpes por e-mail.

A Sony não explica as causas que estão deixando a PSN offline e nem tem certeza de quais dados podem ter sido roubados. A companhia segue pedindo desculpas aos jogadores e agradecendo a paciência e assegura que está trabalhando para restaurar os serviços “o mais rápido possível” e para torná-los “mais seguros do que nunca”. A empresa, inclusive, já está sendo processada pelo ocorrido, o que irá exigir ainda mais dos seus recursos financeiros.

Corel Drawl – Erro 24 e outros

Publicado: 1 de junho de 2010 em Tecnologia
Falha na Instalação do Produto. Reinstale (Erro 24)”
Se você chegou hoje para trabalhar e o CorelDRAW deu essa mensagem de erro ” Falha na instalação do produto. Reinstale ( Error 24 ) “, não se desespere, não precisa reinstalar o programa e também não é vírus.
Apenas o programa necessita de uma atualização. Enquanto ela não é disponibilizada via internet, mude a data do sistema para uns dias atrás. Nem precisa reiniciar o micro, apenas abra novamente o Corel e ele funcionará normalmente.
*Após abrir o Corel troque a data para o dia atual.
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Erros no CorelDRAW
Há um processo que é responsável por esse erro, não sei a razão, mas sei que se ele não estiver em funcionamento, o CorelDRAW dá esse erro. O processo chama-se PsiService_2.exe.
Muito bem, aqui vai a solução:
1. Menu iniciar; Executar. (ou simples Winkey + R)
2. Digite services.msc e tecle enter, procure o serviço Protexis Licensing V2, botão direito; propriedades. Em Tipo de inicialização selecione automático, e reinicie o pc.
3. Pronto, com o serviço rodando, o seu corel funcionará corretamente.
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Como desativar e desinstalar Protexis Serviço de Licenciamento 

(PSIService.exe)

Se você tiver instalado a versão para testar ou versão licenciada de produtos de software Corel, você provavelmente poderá notar uma aplicação de software de terceiros sem aviso prévio instalado no seu computador também.
O programa é PSIService.exe por Protexis, que instala um serviço de licenciamento ou Protexis Protexis Licensing V2 serviço no sistema operacional Windows.
PSIService faz parte da cópia de Protexis proteção DRM (digital rights management) e de licença de software de gestão, que visa proteger um software ou aplicação de atos de pirataria e cópias ilegais.
Assim PSI serviço é normalmente instalado por outro programa, como o Corel Paint Shop Pro Photo X2, Corel Paint Shop Pro XI (X1), Corel Paint Shop Pro X, que usa o seu serviço para recolher informações de licenciamento para mandar para Corel bem como spyware, assegurar proteção contra cópia e autenticar usuário que usa a versão verdadeira do programa.
Para tornar a questão ainda pior, o serviço ProtexisLicensing pode deixar o seu PC mais lento, e quando desativado, fará o Corel Paint Shop Pro para parar de trabalhar, além de adverti-lo de correr cópia ilegal de software não genuíno.
Além disso, PSIService.exe não desinstala juntamente com o pedido programa, quando o aplicativo é desinstalado e removido.
Em qualquer caso, se você quiser se livrar de Protexis mantendo o aplicativo que depende ainda funcionando corretamente e capaz de executar (ao contrário da crença popular, Protexis serviço de licenciamento não é exigido para o programa funcionar), ou precisa agora de limpar o PSIService Protexis spyware manualmente devido à remoção não por aplicação original que instala-lo, os procedimentos para concluir desinstalar e remover Protexis é fácil.
Na verdade, as instruções para desinstalar PSIservice é fornecido no site Protexis .
Se você tiver certeza que nenhum  aplicativos usando PSIService ainda estão instalados em seu sistema, e que este serviço ainda está em execução, você pode removê-lo manualmente seguindo estas instruções:
1. Remova a seguinte entrada do Registro:
[HKEY_LOCAL_MACHINE \ SYSTEM \ CurrentControlSet \ Services \ ProtexisLicensing]
2.Reinicie o computador.
3.Exclua os seguintes arquivos: windir \ System32 \ PSIService.exe
windir \System32\PSIKey.exe Windir  \ System32 \ PSIKey.exe
Claro, a fim de manter os aplicativos como o Corel Photo Shop Pro continuar funcionando sem erro, as instruções de remoção completa não pode ser seguido. Use a seguinte solução alternativa em vez disso:

(se for versão ‘2’ pule parte de 1 a 7)
1.Aberto Serviços (services.msc) no Painel de Controle Ferramentas administrativas.

2. Se você está vendo Protexis Licensing V2 serviço, use o próximo guia. Pare o serviço e defina o Tipo de Inicialização para Desativado.(imagens acima)
3.Browse para SystemDrive\Windows\ System32. (C:\WINDOWS\system32)
4.Copie PSIKey.dll original para a pasta do programa aplicativo que depende Protexis,
por exemplo, SystemDrive \ Program Files \ Corel \ Corel Paint Shop Pro Photo XI \.  
5.Renomear PsiClient.dll para PsiClient.bak, ou simplesmente excluí-lo.
6.PSIKey.dll Mudar para PsiClient.dll
7.Renomear PSIService.exe para PSIService.bak, ou simplesmente excluí-lo.
Se o Protexis DRM softare instalado em seu sistema é da versão 2, siga estes passos em vez disso:
1. Aberto Serviços (services.msc) no Painel de Controle Ferramentas administrativas.
2. Localize Protexis V2 serviço de licenciamento. Pare o serviço e defina o Tipo de Inicialização para Desativado. (imagens acima)
3.Bowse para pasta SystemDrive \ Program Files \ Common Files \ Protexis \ License Service.
C:\Arquivos de programas\Arquivos comuns\Protexis\License Service
4. Copie PSIKey_2.dll original para a pasta do programa aplicativo que depende Protexis, por exemplo, SystemDrive \ Program Files \ Corel \ Corel Paint Shop Pro Photo X2 \.
C:\Arquivos de programas\Arquivos comuns\Protexis\License Service\PSIKey_2.dll
5. Renomear PsiClient.dll para PsiClient.bak, ou simplesmente excluí-lo.
6. PSIKey_2.dll Mudar para PsiClient.dll
7. Renomear PSIService_2.exe para PSIService_2.bak, ou simplesmente excluí-lo.

Como ficou os endereços apos instalação
C:\Arquivos de programas\Arquivos comuns\Protexis
C:\Arquivos de programas\Arquivos comuns\Protexis\License Service
C:\Arquivos de programas\Arquivos comuns\Protexis\License Service\PSIKey_2.dll
C:\Arquivos de programas\Arquivos comuns\Protexis\License Service\PsiService_2
C:\Documents and Settings\CorelDRAW Graphics Suite X4\Programs\PSIKey_2.dll
C:\Documents and Settings\CorelDRAW Graphics Suite X4\Programs\PsiClient.dll

Agora, Protexis Licensing Service  funcionará corretamente para que o PSIService não afete a funcionalidade do aplicativo instalado.
Bloqueio a redes sociais pode causar evasão de profissionais

De acordo com pesquisa, a existência de uma Geração StandBy nas empresas, para a qual não existe uma separação entre vida pessoal e profissional, levaria 21% dos profissionais a trocar de emprego caso fossem impedidos de acessar redes sociais.
Por CSO/US

A maioria dos profissionais valoriza a confiança e a permissão para usar a internet no trabalho mais até do que o salário. Pelo menos, é o que aponta uma pesquisa conduzida com 1,6 mil gestores e funcionários de empresas nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Austrália, durantes os meses de janeiro e fevereiro.

Entre os entrevistados, 21% dizem que trocariam de emprego se a empresa em que trabalham bloqueasse o acesso às redes sociais ou ao e-mail pessoal.

Esse novo comportamento, de acordo com o relatório, faz surgir a ‘Geração Standby’. Tratam-se de profissionais que não conseguem fazer essa separação entre a vida profissional e pessoal.

As característica dessa ‘Geração Standby’ ficam mais evidentes entre pessoas de 25 a 34 anos. Neste grupo, 57% dos ouvidos pelo estudo confirmam que realizam tarefas pessoais, como acessar as redes sociais e fazer compras online, durante o trabalho. Além disso, 66% de todos os profissionais dizem que utilizam o tempo de almoço ou as horas depois do expediente para acessar a Internet com objetivos pessoais.

O relatório, encomendado pela fornecedora de software para segurança Clearswift, aponta ainda que para 79% dos entrevistados a questão mais valorizada hoje – acima inclusive de cargos e salários – é ter a confiança do chefe direto para gerenciar o próprio tempo e isso inclui usar a internet durante o expediente. Adicionalmente, 62% dos funcionários sentem que deveriam ter acesso a redes sociais durante o trabalho por razões pessoais – esse índice cai para 51% entre os gestores.