Arquivo da categoria ‘Medo de avião’

Helicóptero da TV Record cai no pátio do Jockey Club de São Paulo

10/02 às 08h11 TV Globo, Marcelle Ribeiro, O Globo
  reprodução de imagem tv  globo reprodução de imagem tv  globo 
Video do helicoptero da Record girando e caindo – Imagens Rede Globo http://www.youtube.com/watch?v=-294LFeZm6Y
 
Aeronave caiu por volta das 7h30
SÃO PAULO – Um helicóptero da TV Record caiu nesta quarta-feira, por volta de 7h30m, após tentar fazer um pouso de emergência no pátio do Jockey Club, na Zona Sul de São Paulo. Imagens gravadas pelo helicóptero da Globo mostram o aparelho rodopiando no ar e caindo no gramado. Segundo informação de Fábio Camacho, médico veterinário do Jockey Club, o piloto Rafael Delgado Sobrinho não resistiu e morreu no local. O cinegrafista Alexandre da Silva Moura, conhecido como Alexandre Borracha, foi encaminhado a um hospital da região. Ele estava com o rosto cheio de sangue, estava consciente e reclamava de dores.
Durante o voo, o piloto do helicóptero da TV Record fez contato com o piloto da Globo. Os dois aparelhos tinham acabado de fazer imagens aéreas da avenida morumbi, na zona sul da cidade, onde uma quadrilha usou uma carreta para bloquear a via e tentar assaltar uma agência do Unibanco. O bando fez reféns num posto de gasolina e em uma farmácia vizinhos.

O helicóptero, em foto de Lucas Lacaz Ruiz
O helicóptero, em foto de Lucas Lacaz Ruiz
Dato de Oliveira, piloto do Globocop, afirmou que as duas equipes estavam fazendo imagens da Avenida Morumbi e que Rafael fez contato com ele pelo rádio , falando da instabilidade do aparelho, que seria decorrente de uma pane no rotor de cauda, a hélice traseira do helicóptero.
Oliveira teria então sugerido o pouso de emergência e Rafael seguiu para o Jockey, onde o aparelho acabou caindo.
– Tenho certeza absoluta que ele veio para cá porque sabia que aqui, se acontecesse algo, não atingiria outras pessoas. Se fosse na Marginal, seria mais grave – disse Dato, acrescentando que este tipo de pane na hélice é muito rara e que o rotor de causa é vital para um helicóptero, pois o mantém no eixo.
Dato afirmou que, logo em seguida, ele também pousou no pátio do Jockey Club, para ajudar no socorro. O piloto desligou a bomba de combustível, a bateria e a chave geral do helicóptero para evitar incêndio. Ao chegar perto do aparelho, viu o colega caído, desacordado.
– O Rafael era um amigo de muito tempo. A gente sempre se falava pelo rádio nos voos. Era um profissional consciente, de grande tranquilidade, excelente. Foi uma fatalidade.
Primeiro a fazer o atendimento no local do acidente, o soldado da PM Fabio Cézar disse o piloto já estava morto e o cinegrafista, muito nervoso, foi imobilizado e encaminhado ao Hospital Itacolomi Butantã. Segundo o PM, o cinegrafista apresentava sangramento na boca e dores nas costas.
Por volta de 9h20m, o corpo do piloto foi removido pelo IML. Peritos da Aeronáutica chegaram ao local para verificar o aparelho e iniciar os trabalhos para descobrir a causa do acidente.
‘Ele relatou pane pelo rádio’, diz piloto que viu queda de helicóptero em SP
Comandante da TV Globo foi o primeiro a chegar a local do acidente.
Aeronave teria caído por problemas no rotor da cauda; piloto morreu.
Juliana Cardilli do G1, em São Paulo
Foto: Filipe Araújo/AE
 Foto: Filipe Araújo/AE
Aeronave caiu na manhã desta quarta no Jockey Club de SP (Foto: Filipe Araújo/AE)
Uma pane no rotor de cauda e uma tentativa frustrada de fazer um pouso de emergência. O piloto do Globocop Dato de Oliveira acompanhou de perto a queda do helicóptero da TV Record, na manhã desta quarta-feira (10), no Jockey Club de São Paulo, e foi o primeiro a ajudar no socorro às duas vítimas. Uma delas, o piloto Rafael Delgado Sobrinho, de 45 anos, morreu no acidente.
Oliveira e o piloto da aeronave da Globo voavam lado a lado, capturando imagens de uma assalto a banco na Avenida Morumbi, Zona Sul de São Paulo. Sobrinho chamou Oliveira por rádio e informou que o painel acusava uma pane no rotor de cauda. O piloto da Record optou por tentar fazer um pouso de emergência no Jockey Club.
“Quando ele relatou o problema, decidi acompanhá-lo para ver o que estava acontecendo. Esse é um problema difícil de acontecer, porque o rotor de cauda é vital para o helicóptero. Se você o perde, você entra em giro”. A explicação de Oliveira coincide com as imagens da queda do helicóptero, que mostram a aeronave rodando até tocar o chão (veja ao lado).
Ao ver a queda, que foi toda filmada pelas câmeras do helicóptero da TV Globo, Oliveira pousou no gramado do Jockey imediatamente. Além do socorro às vítimas, o objetivo dele era desligar a bomba de combustível e a bateria e, assim, evitar uma explosão.
Oliveira era amigo de Rafael Delgado Sobrinho. Segundo o piloto da TV Globo, o colega era um profissional experiente. “Era um amigo de muito tempo, uma pessoa muito tranquila. Foi uma fatalidade mesmo”, disse.
Acidente
O helicóptero da TV Record caiu por volta das 7h20 desta quarta, no gramado do Jockey Club. A aeronave começou a rodopiar soltando fumaça, perdeu altitude e caiu. Além do piloto, estava a bordo o cinegrafista Alexandre Silva de Moura, que foi retirado com vida da aeronave. Segundo o hospital, o estado dele era grave no começo desta tarde.
Luiz Carlos Assunção, auxiliar de enfermagem do Jockey, foi um dos primeiros a chegar no local onde o helicóptero caiu. Segundo ele, o piloto estava desmaiado e o cinegrafista reclamava de dores.
“Ele gritava e reclamava de muita dor na coluna e na região dos rins. Falamos que iríamos socorrê-lo e tentamos acalmá-lo. Ele mexia os pés e estava aparentemente bem”, disse Assunção.
Investigações
A Aeronáutica vai usar as imagens da queda do helicóptero para saber quais foram as causas do acidente. Segundo o tenente coronel Ricardo Beltran Crespo, comandante do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), em São Paulo, as principais hipóteses para o acidente são falha técnica ou falha humana.
“Aquela fumaça que saiu do helicóptero pode ter algo a ver com algum problema técnico. Tudo indica que o piloto ainda tentou fazer um pouso forçado após a falha”, disse Crespo ao G1. As investigações podem levar até um ano.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, o helicóptero que caiu era do modelo AS-350BA, de fabricação da Eurocopter France. A aeronave comportava até cinco passageiros e suportava voar com até duas toneladas. O helicóptero estava devidamente certificado e inspecionado.
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“Buraco negro” quase engole outro voo

Lembra-se do voo Air France 447, que desapareceu no Atlântico, no dia 1º de junho, arrastando para a morte seus 216 passageiros e os 12 tripulantes?

Pois a edição de hoje do jornal francês “Le Figaro” relata que o voo que o substituiu, o AF 445, enfrentou problemas parecidos, mais ou menos no mesmo local, mais ou menos à mesma hora e utilizando basicamente o mesmo equipamento (Airbus A 330-203 no caso do AF 447 e Airbus A 330-200 para o AF 445).

Parece uma história de ficção ou de bruxaria em plena era da tecnologia mais avançada.

Para quem, como eu, faz com frequência o trajeto Brasil/Europa, seguindo essencialmente a rota do AF 447, torna-se ainda mais assustador.

O relato do “Figaro” sobre o caso do AF 445 é, em resumo, o seguinte: o avião saiu do Rio de Janeiro no dia 29 de novembro às 17h20. Quatro horas depois aproximadamente, enfrentou fortes perturbações atmosféricas exatamente na mesma zona em que o AF 447 desapareceu.

O jornal diz ter informações de que o avião foi obrigado a descer muito além dos parâmetros normais para turbulências: passou de 33 mil pés ou 11 mil metros para 28 mil pés ou 9.300 metros. Ou seja, desceu 1.700 metros, quando os manuais de procedimentos recomendam descer apenas 100 metros (300 pés).

O “Figaro” recupera ainda relato de um passageiro (ocupante do assento 4K), expresso em um blogue. Diz o passageiro ter tido a sensação de que a tripulação perdera o controle sobre o aparelho.

Não perdeu, ao contrário do que aconteceu com o voo 447.

A descida forçada foi feita por decisão dos pilotos porque, sempre segundo o jornal, não foi possível obter a autorização de praxe do controle aéreo de Dacar, a capital do Senegal, que, naquela altura, assume o controle do voo. Tudo o que a tripulação pôde fazer foi emitir sinal de rádio de urgência para informar que deixava seu nível de voo.

É importante relembrar que, no dia 7 de julho, os presidentes Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva falaram, em entrevista coletiva conjunta, sobre o acidente do 447, então bem mais recente.

Sarkozy anunciou que enviaria missão ao Senegal para discutir como eliminar o que chamou de “buraco negro de comunicações entre Recife e Dacar”. O “buraco negro” ficou em evidência no acidente do AF 447.

A investigação francesa indicou que os controladores brasileiros tentaram passar o monitoramento do voo para os senegaleses, mas não tiveram resposta imediata. Não foi a causa da queda, como Lula fez questão de dizer, mas, segundo a apuração francesa, pode ter retardado o início das buscas. “Não é normal” esse vazio de comunicação, reclamou Sarkozy, com apoio de Lula. O presidente brasileiro contou que, na volta de sua viagem à Líbia, na semana anterior, ele próprio pudera constatar que há nessa área “um espaço vazio em que ninguém consegue falar com ninguém”.

O incidente com o AF 445 deveria dar urgência à correção do “buraco negro”.

Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às quintas e domingos na página 2 da Folha e, aos sábados, no caderno Mundo. É autor, entre outras obras, de “Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e “O Que é Jornalismo”.

E-mail: crossi@uol.com.br
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/clovisrossi/ult10116u664681.shtml

Bronca e soneca em caixa de papelão causaram a confusão do “menino do balão”

Da EFE

Washington, 15 out (EFE).- O pai do menino que ganhou a atenção do mundo por se imaginar que viajaria sozinho dentro de um balão de gás artesanal declarou hoje que vai ter atenção redobrada no filho, ao mostrar-se aliviado depois que a criança fosse encontrada escondida na própria casa no estado do Colorado.

“Agradeço a todos os que participaram da busca. Foi terrível. Vamos vigiá-lo muito a partir de agora”, afirmou Richard Heene aos jornalistas na localidade de Latimer.

O pai de Falcon explicou que perdeu o filho de seis anos de vista após tê-lo surpreendido no sótão, quando entrava em caixas usadas para guardar baterias.

O menino ganhou uma bronca e se escondeu em uma delas, no sótão acima da garagem da casa da família, na cidade de Fort Collins.

“Ele disse que se escondeu quando gritei com ele. Me arrependo de haver gritado”, disse, abraçando o filho, que se explicou de forma simples aos jornalistas: “Comecei a brincar com meus brinquedos e acabei dormindo”.

“Estava no sótão. Me assustei quando levei a bronca. Por isso me escondi ali. Pensei que estava em problemas”, acrescentou o menino.

O incidente começou depois que um de seus irmãos disse que Falcon tinha entrado no balão que Richard Heene tinha fabricado e guardava no quintal, que se soltou e começou a subir.

A partir desse momento, as autoridades informaram que aparentemente Falcon estava a bordo do balão, começando uma grande operação para tentar “resgatá-lo”.

A jornada de quase quatro horas e foi transmitida ao vivo pela televisão de todo o país, terminando quando o balão pousou sobre um campo aberto com seu cesto vazio e Falcon acordou de sua soneca na caixa de papelão. EFE
G1 http://bit.ly/4hSPpN

Após gerar comoção, garoto do balão é encontrado na garagem

Falcon estava sendo procurado depois que TVs noticiaram que ele estaria em balão que voou por duas horas.

estadao.com.br


Falcon sendo fotografado após ser encontrado: garoto estava na garagem de casa
SÃO PAULO – Após diversos policiais e bombeiros de Colorado (EUA) terem dispensado enormes esforços em localizar um garoto de seis anos que teria subido em um balão da família e sobrevoado o céu de Denver por duas horas, mas que não foi encontrado após a aterrissagem do veículo, as autoridades finalmente encontraram Falcon Heene: ele estava escondido dentro de uma caixa, no sótão da garagem de sua casa.

O que se pensou ser o drama de uma criança de seis anos voando, sozinha, a esmo em um balão, atraiu boa parte da imprensa americana. Emissoras de TV acompanharam o voo do veículo ao vivo. Quando o balão finalmente chegou ao chão, em um pouso tranquilo, a surpresa: Falcon não estava ali. Chegou-se a se pensar no pior, ou seja, que o garoto teria caído de uma enorme altura. No entanto, após analisar o equipamento caído, a polícia passou a acreditar que o menino não chegou a entrar no artefato.

A comoção de sociedade, imprensa e polícia começou após o irmão de Falcon Heene dizer que viu o garoto de seis anos entrar no balão antes que o veículo saísse e percorresse uma distância de cerca de 80 quilômetros. Horas mais tarde o pai das crianças, Richard Heene, confirmaria que um de seus filhos viu o caçula entrando no veículo.

Balão caseiro percorreu distância de 80 quilômetros Foto: Reuters
O balão era um “experimento científico” dos pais da criança, Richard e Mayumi Heene, e estava amarrado do quintal da casa da família. Segundo um site de relacionamentos, os Heenes são cientistas amadores que se dedicavam a “procurar por alienígenas” e pesquisar sobre tempestades. O balão em formato de disco voador seria enviado para colher dados durante uma tempestade.
Ainda não está claro como que o balão deixou o jardim da casa da família Heene e começou a voar. Porém, o motivo do garoto ter se escondido foi revelado pelo próprio. Falcon, em entrevista ao jornal New York Times, disse que alguns dias atrás, seu pai já havia lhe dado uma bronca por ter entrado no balão. Então, quando viu o veículo sair voando, rapidamente se escondeu, com medo de ser repreendido novamente. “Fiquei com medo, não queria me meter em problemas”, disse Falcon.
Para alívio do garoto, seu pai já afirmou que foi um “acidente” e que não irá colocar a culpa em ninguém. Richard Heene inclusive aponta o que pode ter ocasionado o voo do balão: “Era para ele estar amarrado embaixo, porém não estava”, lamentou.

O artefato construído pelos pais de Falcon voou de Fort Collins a Keenesburg, por cerca de 80 quilômetros, e chegou a uma altitude aproximada de 3 mil metros, segundo a polícia. A Guarda Nacional enviou um helicóptero militar OH-58 Kiowa para o resgate, e outra aeronave se preparava para decolar. A ideia era lançar um cabo para capturar o balão.

Pilotos de ultraleves também foram acionados; eles tentariam jogar pesos sobre o balão, para fazê-lo perder altitude. Mas o equipamento acabou murchando sozinho, o que o fez desacelerar e cair em um campo. Depois da queda, sem sinais da presença de Falcon, as buscas se concentraram no bairro em que mora a família.


Autoridades procurando Falcon após a aterrissagem do balão Foto: AP

As cenas do estranho balão voando desgovernado foram transmitidas ao vivo e comoveram o país. Mas, o episódio também causou transtornos no tráfego aéreo do Colorado. A Agência Federal de Aviação cancelou, por 15 minutos, todas as decolagens do aeroporto de Denver. Os controladores aéreos tiveram de desviar os voo na rota do balão.
Com informações da Efe, Agência Estado e AP.

http://bit.ly/oshdR

El 'niño del globo' que mantuvo en vilo al mundo, ¿historia de un montaje?https://i1.wp.com/cdn.necn.com/files/2009/10/15/vlcsnap-2009-10-15-19h21m29s100.jpg

Falcon con su padre. Reuters
http://www.que.es

Saiu antes no Twitter Tiosamnews
Twitter.com
O pai do garoto do balão é caçador de tornados. Outra hipotese sobre a criança é que pode estar escondida com medo por ter soltado o balão. aqui: http://twitter.com/tiosamnews

Ultraleve cai em Ribeirão Preto e uma pessoa morre

Avião acidentado em Ribeirão Preto
Avião acidentado em Ribeirão Preto, no interior de SPUm ultraleve usado para instrução de voo caiu na manhã desta quarta-feira (16) perto de um canavial em Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo. O instrutor de 41 anos morreu no local e o aluno, de 50 anos, foi levado em estado grave para um hospital do município.

A aeronave sobrevoava uma pista agrícola perto do canavial quando houve o acidente, por volta das 9h desta quarta. O ultraleve teria perdido potência e batido em um barranco. A Polícia Civil irá investigar o acidente porque o modelo seria experimental.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 9 horas, quando o piloto preparava o avião para o pouso. Ele perdeu o controle da aeronave, que se chocou com um barranco.


Monomotor caiu em um canavial perto da rodovia Mário Donegá

O instrutor Nilson Rogério Luzente, de 41 anos, morreu na hora. O aluno Paulo Cesar Sine, de 50 anos, ficou gravemente ferido e foi encaminhado ao hospital.

Ainda segundo os bombeiros, o avião é do modelo Bravo 700 2008 e pertencia a uma escola de aviação. As causas do acidente serão investigadas pela polícia e pela Aeronáutica.


Sobrevivente de acidente com ultraleve está no CTI

Aeronave caiu em um canavial na manhã desta quarta (16); Uma pessoa morreu

É grave o estado de saúde do homem que sobreviveu ao acidente com um ultraleve na manhã desta quarta-feira (16) em Ribeirão Preto. O instrutor morreu no local. Segundo a assessoria do Hospital São Lucas, Paulo César Ciena, de 51 anos, corre risco de morte. Ele passou por uma cirurgia nas regiões da cabeça e do pescoço e está internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Ciena será submetido a uma avaliação neurológica.

Piloto do avião que perdeu parte da turbina não informou o problema, diz Aeronáutica

MANAUS – A Força Aérea Brasileira informou na tarde desta quinta-feira que o comandante do avião cargueiro, cuja parte da turbina caiu sobre um bairro de Manaus durante a madrugada, não reportou problema algum aos Órgãos de Controle de Tráfego Aéreo após a decolagem. A aeronave deixou o terminal de cargas anexo ao Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, na capital amazonense, por volta de 1h30, com destino a Bogotá, na Colômbia.

De acordo com a Aeronáutica, os bombeiros do aeroporto internacional informaram aos operadores da torre de controle terem ouvido um estrondo durante a decolagem do cargueiro. A torre questionou o piloto, que negou qualquer anormalidade. Ao tomar conhecimento da queda de peças do avião, ocorrida por volta de 1h45, o Centro de Controle de Aérea (ACC), do Cindacta 4, também entrou em contato com o piloto, que então informou um problema em uma das turbinas e decidiu continuar o voo.

AE

Parte da usina do avião cargueiro que caiu na zona norte da capital amazonense

Incidente

Segundo o Corpo de Bombeiros de Manaus, destroços de uma das turbinas do avião cargueiro modelo DC-10 atingiram 12 casas da rua Humaitá, no bairro Terra Nova, zona norte de Manaus, mas ninguém ficou ferido. Alguns moradores da área, após ouvirem um barulho durante a passagem da aeronave, perceberam a queda e depois o choque dos estilhaços do avião com as residências e quatro carros que estavam estacionados no local.

“Foram apenas fragmentos da carenagem da turbina que caíram sobre essas casas. Felizmente, os prejuízos se limitaram a telhados danificados, a uma parede rachada e à perfuração da lataria de alguns carros”, relatou o coronel do Corpo de Bombeiros, Antônio Dias.

AE

Técnicos da Aeronáutica retiram peça da aeronave que caiu em Manaus

A aeronave, que pertence à empresa norte-americana Arrow Cargo e não a uma companhia colombiana, como havia sido divulgado anteriormente, possuía quatro pessoas a bordo na hora do incidente. De acordo com a Aeronáutica, o avião estava com uma autorização para fazer um voo sem carga e sem fins comerciais. A Força Aérea Brasileira, no entanto, não soube confirmar se a aeronave estava realmente sem carga durante o trajeto.

Procurada pela reportagem do Último Segundo, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que não controla as cargas transportadas no País. Segundo a Anac, a empresa Arrow Cargo está autorizada a operar no Brasil, mas o credenciamento de aeronaves e o registro de pilotos são responsabilidades da matriz da companhia. O avião cargueiro pousou com segurança no aeroporto Jose Maria Cordova, na região metropolitana de Medellín, na Colômbia, pela manhã.

Investigação

De acordo com a Aeronáutica, por se tratar de uma aeronave estrangeira, a investigação do incidente cabe ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em Brasília. O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa), situado em Manaus, começou durante a madrugada a ação inicial, fazendo a coleta de dados preliminares.

AE
Morador mostra danos provocados em sua casa com a queda de turbina
Morador mostra danos provocados em sua casa com a queda de turbina

Na tarde desta quinta-feira, foram recolhidos o difusor do escapamento do motor, a parte final do escapamento e pequenos componentes internos do motor. A investigação realizada pelo Cenipa tem por objetivo garantir, cada vez mais, a segurança dos vôos realizados em território brasileiro e evitar qualquer anormalidade relacionada às questões de trânsito aéreo.

Uma equipe da Defesa Civil de Manaus prestou a primeira assistência às famílias após a queda dos fragmentos da aeronave, cadastrando as pessoas para realizar as providências necessárias. Não foi preciso transferir ninguém por insegurança das casas. Os danos causados pelo cargueiro aos moradores serão avaliados para garantir a ajuda necessária em cada situação.

Assista ao vídeo:

*com informações das agências Brasil e Estado

Sete crianças entre 14 mortos em acidente aéreo nos EUA


Um avião de pequeno porte com 14 pessoas a bordo caiu nesse domingo (22) no Estado americano de Montana, provocando a morte de sete adultos e de sete crianças, informaram autoridades locais nesta segunda-feira (23). A aeronave caiu em um cemitério a poucos metros da cabeceira da pista do aeroporto da cidade de Butte.

“Não sobrou nada”, disse Steve Guidoni, um morador de Butte que testemunhou a tragédia. “Ele caiu direto no chão. Fui até lá tentar ajudar. Pensei que talvez conseguisse ajudar alguém.”

Guidoni disse ter visto bagagens e assentos espalhados, mas nenhum corpo. Segundo ele, o maior pedaço restante depois da queda tinha o tamanho de uma pequena mesa de cozinha. Inicialmente, autoridades locais informaram que 17 pessoas haviam morrido na queda.

Hoje, porém, Karen Byrd, uma funcionária do departamento americano de aviação civil em Renton, Washington, disse que 14 pessoas haviam perdido a vida, sendo sete adultos e sete crianças.

O avião, um monomotor turbopropelido Pilatus PC-12 fabricado em 2001, caiu e incendiou-se no Cemitério da Santa Cruz, a apenas 150 metros da cabeceira da pista do Aeroporto Bert Mooney, em Butte, disse Mike Fergus, porta-voz do departamento de aviação civil.

O avião saíra da Califórnia com destino a Montana e acredita-se que as crianças a bordo estavam sendo levadas para uma viagem para esquiar. A causa do desastre ainda é desconhecida, mas o caso já está sendo investigado.

Segundo o plano de voo original, o avião seguiria da cidade de Oroville, na Califórnia, para Bozeman, em Montana, numa viagem de 1.500 quilômetros. Em algum momento a aeronave se desviou para Butte, em Montana, onde caiu.

Fonte: AE
http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/internacional/noticia/2009/03/23/sete-criancas-entre-14-mortos-em-acidente-aereo-nos-eua-182539.php

Perícia indica que empresário pilotava avião durante acidente


Redação CORREIO

A perícia, realizada pela Polícia Civil de Teixeira de Freitas, na manhã desta segunda-feira (23), constatou que empresário Gustavo Macedo Albernaz que pilotava o monomotor que caiu neste domingo (22) no município de Teixeira de Freitas.

O empresário treinava ao lado do instrutor de voo, Fylipe Leão, durante o acidente que matou os dois. Ambos serão enterrados nesta tarde (23). O corpo de Felype Leão foi levado pela família para Vitória.O enterro do empresário Gustavo Macêdo Albernaz será no Cemitério de Teixeira de Freitas, às 15h.

Três peças da aeronave foram recolhidas e serão encaminhadas para outra perícia em Salvador. O resultado vai revelar se o acidente foi causado por falha humana ou mecânica. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) enviou técnicos para a perícia no local.

http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=21878&mdl=50

Perícia aponta falha humana como causa de queda de avião em Teixeira de Freitas

A TARDE On Line*

O funcionário da Polícia Técnica de Teixeira de Freitas, Sandro Abreu, acredita que o acidente com o bimotor que matou duas pessoas na tarde deste domingo, 22, no município localizado no sul da Bahia tenha sido provocado por falha humana.

A explicação inicial é que o piloto estaria voando em um nível muito abaixo do recomendado. Abreu afirmou que alguns equipamentos da aeronave estavam intactos o que, segundo ele, confirma a hipótese de que não houve nenhum problema técnico.

O perito citou como exemplo os cabos de aço, necessários para fazer as projeções de voo, que estavam em perfeito estado. Para ele, se tivesse ocorrido alguma pane com o bimotor, algum cabo teria se rompido. Além disso, o motor também não apresentou nenhuma alteração, conforme Abreu.

Nesta segunda-feira, 23, técnicos da Agência Nacional de Aviação (Anac) de Salvador e Porto Seguro vão até a cidade para realizar nova perícia.

Vítimas – Os corpos das duas vítimas estão sendo velados nesta segunda-feira. O instrutor de voo, Felipe Leão Lira, de 31 anos, foi levado para o Rio de Janeiro, local onde nasceu. Já o do empresário Gustavo Macêdo Alberbasse, 37, está sendo veledo na primeira Igreja Batista de Texiera de Freitas.

http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1101856