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Facebook corre risco de sair do ar no Brasil. Cão seria o motivo da briga

Caio do Valle e Fábio Brito – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – O site do Facebook poderá sair do ar no Brasil nesta sexta-feira, 4, caso a empresa não cumpra uma decisão judicial publicada na quarta-feira, 2, pela Justiça paulista. A medida, anunciada pelo juiz Régis Rodrigues Bonvicino, da 1.ª Vara Civel de São Paulo, versa sobre um caso envolvendo a apresentadora de TV e modelo Luize Altenhofen.


No início do ano, ela fez supostos comentários ofensivos em redes sociais da internet contra um vizinho que acusa de ter agredido seu cachorro. Um dos cachorros da artista teria invadido o jardim do cirurgião dentista Eudes Gondim Júnior, no Butantã, bairro na zona oeste da capital paulista.

Segundo o advogado Paulo Roberto Esteves, que defende Gondim, o cão teria ameaçado os filhos pequenos de seu cliente, que se defendeu com uma barra metálica, batendo no animal, que não morreu. Altenhofen teria se vingado de Gondim, de acordo com Esteves, batendo com seu carro no portão do dentista. Além disso, ela reclamou no Facebook.

“Quando ela repercutiu a notícia no Facebook isso se espalhou rapidamente, e várias outras pessoas, inclusive artistas, foram dando opiniões agressivas. Na ação indenizatória por danos morais, pedimos que o juiz concedesse a tutela para retirar essas expressões ofensivas da internet. Havia até uma foto dele com uma faixa escrito assassino. O endereço dele também foi divulgado na rede social”, diz o advogado.

Ao longo do processo judicial, o Facebook solicitou que fossem indicados os endereços das páginas que a defesa de Gondim queria que fossem removidas do sistema. Segundo o despacho do juiz, Gondim juntou os endereços eletrônicos e os encaminhou para o Facebook. Contudo, no dia 31 de julho, a empresa “afirmou que não é responsável pelo gerenciamento do conteúdo e da infraestrutura do site”.

A resposta passada pela rede social ao Judiciário foi a seguinte: “É importante esclarecer que o Facebook Brasil não é o responsável pelo gerenciamento do conteúdo e da infraestrutura do site Facebook. Essa incumbência compete a duas outras empresas distintas e autônomas, denominadas Facebook Inc. e Facebook Ireland LTD., localizadas nos Estados Unidos da América e Irlanda, respectivamente”.

O juiz Bonvicino considerou essa afrimação “uma desconsideração afrontosa à soberania brasileira”, “agravada pela notória espionagem estatal, oficial, do governo americano”. Ainda de acordo com o magistrado, “cabe dizer que a ordem de um Juiz de Direito, exarada em um devido processo legal, integra a soberania do país, porque cabe ao Poder Judiciário também zelar por ela”.

Bonvicino escreveu ainda que “se o Facebook opera no Brasil, ele está sujeito às leis brasileiras”. O magistrado pondera ainda que a postura da empresa “torna-se ainda mais sombria” se confrontada com o próprio pedido do Facebook para que o requerente informasse, por meio do processo judicial, quais páginas deveriam ser removidas.

“Se o Facebook solicitou os URLs, solicitou para poder remover as páginas, confessando em consequência seu poder de administração de sua própria rede social”, afirmou Bonvicino. Para ele, ao descumprir a remoção das páginas depois desse pedido, o Facebook praticou “um ato de desobediência legal frontal”.

Soberania. Nesse sentido, o juiz concedeu 48 horas para o Facebook cumprir a ordem judicial, “sob pena de ser retirado do ar, no país todo, porque, ao desobedecer uma ordem judicial, afronta o sistema legal de todo um país”. O magistrado ainda escreveu que “o Facebook não é um país soberano superior ao Brasil”.

A decisão, proferida em despacho publicado na quarta-feira, 2, revela que se o Facebook não cumprir a ordem no prazo, as operadoras Embratel, Telefónica, Vivo, Globalcross, Level 7 e Brasil Telecom deverão bloquear “todos os IPs do domínio Facebook.com nos cabos Americas I, Americas II, Atlantis II, Emergia – SAM I, Globalcrossing, Global Net e Unisur”, “colocando uma página com este despacho” no lugar do serviço da rede social “visando a esclarecer seus usuários”.

Outro lado. Em nota, o Facebook Brasil informou que “tem por política cumprir ordens judiciais para bloqueio de conteúdo desde que tenha a especificação do conteúdo considerado ilegal”. Não informou, contudo, se retirará as páginas consideradas ofensivas por Gondim do ar. A empresa também informou que, até o momento, não recebeu nenhum endereço eletrônico relativo ao conteúdo em questão.

O advogado de Altenhofen, Luiz Otavio Boaventura Pacífico, afirmou ao Estado que contestou a ação movida por Gondim. “Eu pedi dano material porque esse vizinho deu uma paulada na cabeça do cachorro, um pitbull que ficou cego. Entrei com um pedido de dano material por tudo o que ela gastou com o cão e por dano moral, porque ela ficou muito abalada. Aí, muita gente se movimentou no Facebook. Muitas pessoas, as que defendem os animais, começaram a criticar esse sujeito”, diz. De acordo com ele, agora a “briga” é entre o Facebook e a Justiça.

Adolescente com anel preso no dedo em escola de Ribeirão Preto  
Hoje 03/10/2013, quinta-feira período da manhã, os Bombeiros foram chamados à uma escola para atender um adolescente com anel preso no dedo, [Rua Espírito Santo x Mato Grosso].
Se isto acontecer com você não entre em pânico e não corra pra cortá-lo fora também. Há algumas coisas simples que você pode fazer para remover o anel com segurança. 
Como Remover um Anel Preso no Dedo
Se não estiver certo de realizar as manobras aqui apresentadas, procure um profissional habilitado a fazê-lo!
1 Coloque seu dedo indicador gentilmente no anel preso e ponha o polegar abaixo dele. Comece a torcer o anel gentilmente para frente e para trás, enquanto lentamente puxa o anel para fora. 
2 Certifique-se de não puxar e rodar demais. Isso pode causar mais inchaço e fazer com que fique até mais difícil de tirar o anel. 
Método do Lubrificante 
1 Use algo escorregadio. Existem vários itens seguros em casa que podem ser usados como lubrificantes para remover o anel e com mínimos danos à pele. Limpadores à base de amônia funcionam melhor. Se a pele estiver rachada ou cortada, use seu lubrificante com cuidado. Do contrário, tente qualquer um destes, usando uma quantidade generosa até um pouco antes da base do dedo. 
  • Vaselina 
  • Limpador de janela (os joalheiros profissionais usam isso com frequência, mas certifique-se de que não há problemas em usar na pele, leia o rótulo primeiro) 
  • Loção para mãos 
  • Shampoo/Condicionador de cabelo 
  • Pomada antibiótica (a melhor opção se a pele estiver rachada) 
  • Spray de cozinha, manteiga ou óleo de cozinha 
  • Margarina Manteiga de amendoim em pasta (pode ser um pouco grudenta, mas funciona para tirar o anel) 
  • Sabão e água 
  • Óleo para bebê 
2 Mova o anel, fazendo com que o lubrificante entre por debaixo dele. Dê uma volta ou duas com o anel ao redor do dedo e coloque mais lubrificante. Gentilmente, puxe o anel do dedo, movendo-o para frente e para trás e girando enquanto faz isso, se preciso. 
Método da Elevação 
1 Eleve o braço. Se você ainda não puder remover o anel, tente elevar o braço acima do nível do ombro por alguns minutos. 

Método da Água Gelada 
1 Mergulhe a mão em água gelada. Você já percebeu que os anéis cabem melhor em você em dias frios ao invés dos dias quentes? Coloque a mão em água gelada, não congelante, e deixe lá por alguns minutos. Deixar sua mão na água não deve doer. 
Método do Fio Dental 
No vídeo abaixo mostra Bombeiros da Ilha do Governador tirando anel preso em um dedo inchado 
1 Coloque a ponta de um fio dental debaixo do anel. Se necessário, use uma agulha para passar o fio dental por debaixo do anel. 
2 Amarre o fio dental em seu dedo até a base dele. Amarre bem, mas não tão forte que cause dor ou seu dedo fique roxo. Desamarre se estiver muito apertado. 
3 Desamarre o fio dental, começando da base do dedo. À medida que você desamarra o fio dental da base, seu anel irá se mover no seu dedo até que você possa pegá-lo. 
4 Se o anel ficar parcialmente fora: repita os dois passos anteriores com o anel na sua posição atual. 
Aqui a tecnica usada com fio de nylon (linha de pesca)
Depois de Tirar o Anel 
1 Limpe a área onde o anel estava e cuide de quaisquer outros ferimentos. Não coloque o anel de volta até que o dedo desinche. 
Dicas 
  • Seja paciente. Não entre em pânico se você não conseguir tirar o anel de primeira. Pode levar algum tempo e algumas abordagens diferentes. 
  • Meça o seu tamanho de anel, se você não tiver feito isso ultimamente. Ele pode mudar se você ganhar ou perder peso, ou simplesmente à medida que você envelhece. Qualquer joalheiro deve ter um conjunto para fazer essa medição. 
  • Se seu anel precisou ser cortado, qualquer joalheiro profissional deve saber que é preciso esperar pelo menos duas semanas para medir seu dedo, para que ele tenha tempo de se curar. 
  • Não se preocupe em cortar seu anel, se você precisar. É rápido, não dói de jeito algum e anéis são fáceis de reparar. Não danifique sua mão com um anel que não cabe direito – vá para o hospital, bombeiros ou para um bom joalheiro. Eles poderão remover por você. 
  • Assim que o anel chegar na base do dedo, pressione ele contra a base e mova ele até o máximo possível que puder par a junta de cima. Isso facilita puxar o anel para fora do dedo. 
  • Sempre deixe o dedo do anel levemente dobrado já que isso reduz o “agrupamento” de pele na junta e logo faz com que as juntas fiquem levemente menores. 
  • Se seu anel estiver preso porque tem pele acumulada numa junta, segure o anel com seu polegar e o dedo médio e use o dedo indicador para puxar a pele para que ela fique agora debaixo do anel. Deixe o anel usar essa pele acumulada para passar por cima da junta. 
  • Se você precisar cortar o anel você mesmo, você deve fazer assim. Tente colocar um palito de picolé ou alguns palitos de dente entre o anel e a pele para proteger o dedo. Lentamente e cuidadosamente use uma lima fina para cortar uma abertura pelo anel. Limas estão disponíveis em qualquer loja de ferramentas. 
  • Se o anel não estiver preso muito firmemente, eis uma maneira simples de removê-lo com a ajuda de outra pessoa. Geralmente, o que deixa o anel preso é a pele ficar acumulada entre o anel e a junta do dedo, então se você puder deixar a pele lisa nesse local há uma boa chance do anel sair relativamente fácil. Simplesmente peça a alguém para puxar a pele na direção da sua mão, enquanto você puxa o anel para fora do seu dedo (lubrificado). 
  • Isso funciona bem quando você precisa remover seu anel de dedos que estão estufados pela manhã. 
  • Tome um longo banho frio ou saia se estiver frio, para diminuir a sua temperatura corporal. Não exagere, claro. 
  •  Se você tentou de todas as maneiras possíveis tirar o anel e não puder, pegue uma lima de metal de algum tipo e comece a limar um lado do anel. Pode levar algum tempo pra fazer isso, mas quando tiver um espaço no anel você pode alongar os lados dele e tirá-lo. 

Papel Semente
O que você faz com um papel depois de usá-lo?  Que tal plantá-lo ?



O Papel Semente nasceu com o propósito para dar continuidade ao processo de reciclagem do papel. 


Ele, que foi produzido a partir de aparas usadas, virou um novo papel, que será novamente usado e agora sim poderá ir  para o lixo, talvez para debaixo da terra de um aterro sanitário. 

Mas como virou um papel semente, ele continua o ciclo do reaproveitamento da matéria, transformando-se em suporte para sementes, e até em adubo para as mesmas. 

Esta idéia já usada em algumas partes do mundo começou a ser adotada no Brasil a partir de 2008, depois que  um cartão comercial, feito com papel plantável, vindo de um outro país, chegou ás mãos de Leila Novak,  Presidente do Instituto Papel Solidário (IPS). 


Como fornecíamos papel para o IPS ela nos desafiou a desenvolver o “papel semente” por aqui.  Demorou alguns meses para surgir os primeiros bons resultados.
Com a ajuda de Paulo Candian, então diretor de vendas do Instituto e hoje diretor da Papel Semente, trilhamos um continuo processo de aperfeiçoamento. E como tudo que vem do trabalho coletivo dá resultados, finalmente chegamos ao definitivo Papel Semente Brasileiro. 


Nosso Papel Semente pode ser cortado, vincado, dobrado e impresso, como qualquer outro papel, porem com este grande diferencial, de poder ser plantado no final do seu processo de uso, dando lugar a uma flor, uma verdura, uma árvore ou um tempero.

                                               Plante esta idéia!

Supermercados de SP vão oferecer sacolas biodegradáveis por R$ 0,19

SÃO PAULO – Dia 9 de maio. Essa é a provável data em que o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, vai firmar um convênio com a Apas (Associação Paulista de Supermercados) para extinguir as sacolinhas plásticas desses estabelecimentos.

Eles pretendem conscientizar os consumidores a utilizarem as famosas ecobags. Por isso, os supermercados vão oferecer uma grande variedade para os clientes. “Terá uma sacola retornável básica com a logomarca da campanha, mas cada empresa vai ter outros tipos, mais estilizadas e com cores diferentes”, explica o Diretor de Sustentabilidade da Apas, João Sanzovo.

A ideia é que exista variedade pelo menor preço possível. “Inclusive, a Apas está buscando fazer convênio com empresas para elas oferecerem preços bastante baixos para o supermercadista repassar para o consumidor”, diz. Na experiência de Jundiaí, cidade do interior paulista pioneira na eliminação das sacolinhas, as ecobags são vendidas por R$ 1,85. Tudo isso visa facilitar a mudança de comportamento do consumidor.

“Para aquele cliente que é de outra cidade, que está viajando ou em trânsito e que não se programou para fazer a compra, haverá a opção da sacolinha biodegradável vendida pelo preço de custo de R$ 0,19”, tranquiliza Sanzovo. Os estabelecimentos também vão disponibilizar gratuitamente caixas de papelão das mercadorias que eles revendem.

Fim da zona de conforto
“Na verdade, o que vamos fazer é pedir para todo mundo sair da zona de conforto”, diz Sanzovo. Ele lembra que as gerações mais velhas usavam sacolas retornáveis no passado – “que é a antiga sacola de feira, feita de lona”.

Porém, o advento da sacolinha plástica trouxe a comodidade, a praticidade e a facilidade. “Nós estamos destruindo a natureza para o nosso comodismo”, instiga.

Ainda não foi definido um prazo para o início da exclusão das sacolinhas, mas o diretor da Apas aposta no dia 12 de novembro deste ano, data em que é comemorado o Dia do Supermercadista. “A Secretaria fará campanhas de esclarecimento em escolas públicas e utilizaremos nossa rede de educação ambiental para conscientizar principalmente os jovens nas escolas”, explica o Secretário Estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas.

“Até lá, o setor vai fazer campanha nas lojas, colocar cartazes, conscientizar clientes e colocar sacolas retornáveis à venda a um preço bastante convidativo, assim como foi feito em Jundiaí”, acrescenta Sanzovo.

Estendendo horizontes
Localizada a 60 quilômetros da capital paulista, a cidade de Jundiaí iniciou, em agosto de 2010, a campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, uma parceria entre a Apas e a prefeitura do município.

Com seis meses completados em fevereiro, a cidade havia retirado de circulação 480 toneladas de plástico e 132 milhões de sacolas distribuídas em supermercados, o que representa uma redução de 95% de sacolinhas. Anteriormente, Jundiaí produzia 22 milhões de sacolas por mês.

“A coisa mais surpreendente e legal desse caso foi perceber a maturidade e o nível de consicência que o consumidor já se encontra em relação à sacola plástica”, ressaltou Sanzovo. “Eles só estão esperando alguém fazer algum movimento que os ajude a parar de usar as sacolas”. Por conta dessa experiência pioneira tão positiva, ele acredita que a adesão no resto do estado será semelhante.

“A orientação é a melhor estratégia para que a iniciativa tenha sucesso”, afirmou Covas.

Lixos do banheiro e da pia da cozinha
Muitas pessoas ainda têm receio em banir as sacolinhas plásticas, porque as utilizam nos lixos do banheiro e da pia da cozinha. Mas Sanzovo avisa: “A empresa que está fazendo a sacolinha biodegradável já está produzindo saco de lixo biodegradável. Daqui a pouco ele estará disponível para o consumidor”.

Ele ainda lembra que não usar as sacolinhas representa um maior aproveitamento do saco de lixo. “Antes, você jogava a sacolinha de supermercado com lixo dentro de um sacão”, alerta.

De acordo com o Instituto Akatu, existem outras alternativas menos impactantes para o meio ambiente como, por exemplo, uma dobradura feita com folha de jornal. No site http://www.institutoakatu.org.br eles ensinam como fazer esse saquinho.

“O plástico é feito de petróleo, portanto, aumenta o aquecimento global, leva centenas de anos para se degradar na natureza e, descartado errado, vai entupir bueiros e tubulações de esgoto, provocando enchentes. No lixão ou aterro sanitário, por impedir a circulação de gases, também atrapalha a degradação de outros materiais”, destaca o Akatu.

Os pontos positivos das sacolinhas!
A Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) defende que as sacolinhas têm, sim, benefícios. “Os plásticos são 100% recicláveis. Além de não emitir resíduos tóxicos, este tipo de material pode gerar energia para abastecer residências e indústrias”, aponta a entidade.

O presidente da associação, Alfredo Schmitt, defende a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa legislação tem o objetivo de promover o uso racional e responsável das sacolinhas, mas não eliminá-las.

Seguindo essa mesma ideia, a Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos recebeu a notícia sobre o acordo entre Apas e Governo Estadual com surpresa. “A preocupação da Plastivida é que esse tipo de acordo possa penalizar o consumidor, quando existem alternativas concretas de redução do consumo que presevam o meio ambiente, sem ferir o direito de escolha”, informou a entidade.

O Instituto defende que as ações de preservação ambiental sejam equacionadas para que, além de eficazes, não gerem prejuízo ao consumidor.
Bloqueio a redes sociais pode causar evasão de profissionais

De acordo com pesquisa, a existência de uma Geração StandBy nas empresas, para a qual não existe uma separação entre vida pessoal e profissional, levaria 21% dos profissionais a trocar de emprego caso fossem impedidos de acessar redes sociais.
Por CSO/US

A maioria dos profissionais valoriza a confiança e a permissão para usar a internet no trabalho mais até do que o salário. Pelo menos, é o que aponta uma pesquisa conduzida com 1,6 mil gestores e funcionários de empresas nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Austrália, durantes os meses de janeiro e fevereiro.

Entre os entrevistados, 21% dizem que trocariam de emprego se a empresa em que trabalham bloqueasse o acesso às redes sociais ou ao e-mail pessoal.

Esse novo comportamento, de acordo com o relatório, faz surgir a ‘Geração Standby’. Tratam-se de profissionais que não conseguem fazer essa separação entre a vida profissional e pessoal.

As característica dessa ‘Geração Standby’ ficam mais evidentes entre pessoas de 25 a 34 anos. Neste grupo, 57% dos ouvidos pelo estudo confirmam que realizam tarefas pessoais, como acessar as redes sociais e fazer compras online, durante o trabalho. Além disso, 66% de todos os profissionais dizem que utilizam o tempo de almoço ou as horas depois do expediente para acessar a Internet com objetivos pessoais.

O relatório, encomendado pela fornecedora de software para segurança Clearswift, aponta ainda que para 79% dos entrevistados a questão mais valorizada hoje – acima inclusive de cargos e salários – é ter a confiança do chefe direto para gerenciar o próprio tempo e isso inclui usar a internet durante o expediente. Adicionalmente, 62% dos funcionários sentem que deveriam ter acesso a redes sociais durante o trabalho por razões pessoais – esse índice cai para 51% entre os gestores.

Procuradora acusada de torturar criança dorme em cela especial de presídio no Rio
Diana Brito
da Sucursal do Rio
A procuradora aposentada Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes, 66, passou a noite de quinta e sexta-feira em uma cela individual especial para quem tem nível superior no presídio Nelson Hungria, no conjunto penitenciário de Bangu, zona oeste do Rio.
Foragida havia oito dias, ela se apresentou ontem à Justiça do Rio e chorou ao ouvir o juiz Guilherme Duarte, da 32ª Vara Criminal, ler os autos do processo em que é acusada de torturar uma menina de dois anos que estava sob sua guarda para adoção.
Quando deixou o fórum na tarde de ontem, já presa, para ser encaminhada à Polinter (Polícia Interestadual), no Andaraí (zona norte), a procuradora foi hostilizada por pessoas do lado de fora. Acompanhada de policiais e dois advogados, ela foi levada para a Polinter e, em seguida, encaminhada para o complexo penitenciário de Bangu.
Ainda na tarde de ontem, a defesa pediu a revogação da detenção, mas o juiz negou. Para ele, a soltura pode prejudicar a colheita de provas. Jair Leite Pereira, advogado da acusada, disse que espera obter “pelo menos” a prisão domiciliar e nesta sexta já faz novo requerimento à Justiça.
Pereira afirmou ainda que a cliente nega as acusações. “O laudo do IML afirma que a lesões foram leves e não causaram nenhum mal-estar maior na criança.” Já um laudo complementar do IML aponta lesões graves na garota.
Agressão
A criança agredida estava sob a guarda da procuradora desde 14 de março. No dia 15 de abril, após denúncia, uma equipe da Vara da Infância, acompanhada de uma juíza, uma promotora e oficial de Justiça, foi à casa da procuradora. Machucada, a menina foi levada para o hospital municipal Miguel Couto, na Gávea (zona sul). Com os olhos inchados, ela precisou ficar três dias internada.
A denúncia (acusação formal) contra a procuradora foi feita no começo de maio pelo Ministério Público, que pediu sua prisão preventiva pelo crime de tortura. Os promotores responsáveis pela acusação, afirmam que ela submeteu a criança “a intenso sofrimento físico e mental, agredindo-lhe de forma reiterada, como forma de aplicar-lhe castigo pessoal”.
(Folha Online)
Repercussão
Veja o que a Ivete Sangalo comentou no seu Twitter
ola ola que tal amiguitos!!! buenos dias
VERA LUCIA DE SANTANA GOMES. esse é o nome da procuradora que torturou uma menininha de 2 anos. 
Eu só quero dizer a vcs que eu estou vigiando cada passo desse caso.
Não vou sossegar . Isso realmente me deixa enlouquecida, essa infeliz maltratando uma criança de 2 anos, indefesa. 
Tenho mal estar só de olhar pra essa mulher, Mas ela pode saber que estarei de olho, mesmo quando esse assunto sair da midia e esfriar.
Esse será o meu grande objetivo desse ano. Só sossego quando se fizer justiça
a gente não pode deixar essas coisas passarem em branco. Não podemos.
Só vou sossegar quando se fizer justiça.
Vcs tem que vigiar tb! a rua, a casa vizinha, o restaurante, qualquer que seja o lugar. é preciso denunciar mal tratos com crianças e idosos.

Meu Deus, como pode isso acontecer? que loucura? 
O que elva uma pessoa a fazer isso. fico muito triste e revoltada
e ela ainda vai ter regalias por conta do 3 grau completo. Infeliz. Estudou pra que?
Faltando amor, faltando propagação desse amor.
Esse papo que palmada , que essas coisinhas que não fazem mal etc, etc, isso pra mim é balela. educar da trabalho, ter paciencia da trabalho
mas o que seria de nos pais sem essa função de dar carinho, ter paciência, ter calma. esse é o nosso dever e o nosso prazer tb

Tem que ter calma, tranquilidade e ver a cada momento o presente que Deus deu pra gente de ser pai e mãe. é coisa divina
São crianças, pequenininhas, mas sao individuos, que a gente tem que respeitar.Ghandi foi criança, Madre Tereza foi criança. pessoas boas,
Isso é mais que realidade nos nossos tempos. a gente fica alerta e ajuda a quem precisa.

Isso é mais que realidade nos nossos tempos. a gente tem que ficar alerta
to comendo e falando aqui com vcs. Me deixa preocupada demais.
mas, isso só veio à tona por que alguem denunciou, tem que denunciar. A identidade de quem denuncia nunca é revelada.
Criancas vou nessa. obrigada por me permitirem desabafar aqui com vcs. atentos sempre ok?
bjusssss

Os mais atentos à moda já perceberam a aparição das fitinhas. Evidentemente, não há estatísticas para explicar o fenômeno, mas a sensação de quem trabalha com acessórios, ou os admira, é taxativa. “Todo mundo usa”, sentencia a jornalista franco-americana Jenny Barchfield, especialista em moda da agência Associated Press em Paris. “Durante muitos anos, eu usava, mas não uso mais por causa disso. Tem “bobo” demais usando”, conta, valendo-se da expressão típica do francês para designar os parisienses “burgueses-boêmios”.

https://i1.wp.com/www.jptl.com.br/adm/arquivos/14314267f764be1bbcffef26fd3a769b.jpgFitinha do Bonfim vira moda na Europa
Os corpos continuam bem encobertos por casacos pesados e luvas, em um inverno europeu com temperaturas glaciais. Mas, dentro de dois meses, quando os braços e pulsos estiverem mais à mostra nas principais capitais do continente, como Paris e Londres, um pequeno adereço estético, colorido e bem familiar, vai chamar a atenção dos brasileiros: fitinhas do Nosso do Senhor do Bonfim. Isso porque, a exemplo do fenômeno Havaianas, as pulseirinhas de tecido vêm se tornando um novo hit dos fashionistas e “brasilófilos” de plantão.
Outro indicativo do sucesso das fitinhas é o rumor de que elas estariam prestes a desembarcar em pelo menos dois templos fashionistas parisienses, uma grande loja de departamentos e uma butique – caríssima -, ponto de romaria dos “mais descolados” à Rue Saint-Honoré. Os paninhos baianos benditos, conhecidos na França como “porte bonheur”, acabaram supervalorizados por vendedores de lojinhas badaladas. Seu preço pode variar de ? 0,50 a ? 5. Customizadas, são vendidas com o apelo “desenho Saint-Tropez” em lojas como a Spirit Wire, na Côte D”Azur, por valores de ? 11 a ? 25.
Boa parte da propaganda das fitas é feita no boca a boca. A “tendência” é mais presente entre os familiares e amigos de brasileiros e entre quem já foi ao Brasil. É, de certa forma, um símbolo de distinção de quem conhece o país, cuja imagem é positiva na Europa. “São bonitinhas demais!”, derrama-se Mélanie Durand, de 27 anos, uma francesa aficionada por capoeira que conhece o litoral do Nordeste melhor que muitos brasileiros.
Entre algumas tribos, a fitinha é até polêmica. Há quem defenda o uso respeitando ritos baianos. “A fitinha não se compra, se ganha! Enfim, as que eu recebi em Salvador me foram todas doadas”, reitera Laure Nakara, de 29 anos. Alheia à polêmica, a arquiteta Cláudia Cerantola, proprietária do site de comércio online de produtos brasileiros Pur Suco, que comercializa desde 2006 o “Souvenir du Dieu de Bahia”, por meio euro, trata de aproveitar a onda. “Viraram acessório da moda. As vendas só aumentam.” Segundo ela, empresas francesas as estão copiando, produzindo e vendendo como fitas “tipo brasileiras”, e com a escrita que o cliente quiser.
Fonte: Estadão Online
Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, o livro de Dale Carnegie ganha versão MP3; agora, o leitor pode aprender como aumentar seu poder pessoal enquanto dirige, pratica esportes etc.

Janeiro de 2010 – Considerado o maior best seller sobre relacionamento pessoal de todos os tempos, com mais de cinquenta milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, “Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, chega agora ao Brasil, pelas mãos da Editora Nossa Cultura, em formato de audiolivro.

“Lidar com as pessoas é provavelmente o maior problema observado no ramo de negócios”, destaca Carnegie no prefácio. Uma pesquisa realizada pela sua fundação, a Carnegie Foundation, apontou que 15% do sucesso financeiro de uma pessoa é conquistado pelo conhecimento técnico que possui e aproximadamente 85% pela capacidade de liderar pessoas. Foi com base nesses dados e em vários outros exemplos com os quais se deparou durante sua trajetória, que Carnegie dedicou sua vida a mostrar para as pessoas o quanto é importante conquistar amigos e influenciar pessoas.

No audiolivro, Carnegie apresenta seis maneiras de conquistar o outro, elenca doze passos que levam as pessoas a concordarem com as suas ideias e sugere nove maneiras para mudar as pessoas sem provocar ressentimento.
“ Ouça cada capitulo mais de uma vez, medite sobre o que está ouvindo e tente colocar em prática, pois só o conhecimento que você usa fica em sua mente”, ensina o autor.

São mais de nove horas de ensinamentos com exemplos de casos reais de pessoas, sejam ilustres ou ouvintes de suas palestras que entraram em contato para contar o sucesso conquistado depois de colocar em prática o que aprenderam.

Um dos exemplos é de um homem que frequentou um dos cursos ministrados por Dale Carnegie e há muitos anos havia ordenado, criticado e condenado seus funcionários sem restrição ou discrição. Gentileza, palavras de elogio e encorajamento eram estranhas aos seus lábios. Após estudar os princípios discutidos no livro, o empregador alterou consideravelmente sua filosofia de vida e 314 funcionários se transformaram em 314 amigos.

Em outra passagem, o autor conta a história de uma professora de Detroit que certa vez pediu para um de seus alunos encontrar um rato que havia fugido na sala de aula. Ele foi escolhido por ter uma audição excepcional que compensava sua cegueira. Essa foi a primeira vez que o menino foi reconhecido por seus ouvidos talentosos. Ele desenvolveu o dom de ouvir e se tornou Steve Wonder, um dos maiores cantores e escritores de música pop dos anos 70.

Sobre o autor:
Dale Carnegie – Famoso por sua ênfase na melhoria do ser humano e graças ao sucesso obtido por suas obras, chegou a ser conselheiro de líderes mundiais. Escreveu colunas em diversos jornais e teve o seu próprio programa de rádio. Fundou o que é hoje uma rede mundial de instrutores e escritórios em aproximadamente de 80 países em todo o mundo. Mais de 60 milhões de cópias dos livros de Dale Carnegie foram impressas e publicadas em 38 idiomas.

Sobre a Nossa Cultura –
Com sede em Curitiba (PR), a editora Nossa Cultura é especializada em audiolivros (ou audiobooks) e mídias que destaquem os recursos audiovisuais. Bastante popular em países como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, o audiolivro, em CD, pode ser ouvido em diferentes ambientes e situações, sendo a maneira mais prática de manter-se informado e desfrutar de grandes obras de maneira inovadora. O catálogo da Nossa Cultura é composto por mais de 150 títulos, entre obras próprias e de parceiros. Entre os títulos próprios destacam-se as coleções Pensamento Vivo, de Rubem Alves (quatro volumes) e de Celso Antunes (quatro volumes), a coleção Rubem Alves infantil (três volumes), da Comédia Stand-Up, os audioguias de Barcelona, Nova Iorque e Rio de Janeiro, Darfur – uma nova história de uma longa guerra, China na África e A Família do Milênio. Na área de negócios, a Nossa Cultura tem os audiolivros A Nova Proposta de Warren Buffett, Cartas a um Jovem Investidor, de Gustavo Cerbasi, Terapia Financeira, Porque queremos que você fique rico e Pai Rico, Pai Pobre. As biografias também estão presentes “Cartas a uma jovem atriz” da atriz Marília Pêra e “ A saga das mãos” do maestro João Carlos Martins, são exemplos. O catálogo completo pode ser conhecido no site http://www.nossacultura.com.br

Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas
Autores: Dale Carnegie
Formato: MP3
Duração: 09h47
ISBN: 978-85-98580-53-1
Preço de capa: R$ 29,00

Lula quer regular internet

Presidente encomendou marco regulatório que definirá direitos e obrigações dos cidadãos na rede de computadores

Encomendado por Lula, marco regulatório definirá direitos e deveres dos internautas

Mário Coelho

Por determinação do presidente Lula, a internet brasileira terá um marco civil regulatório a partir do próximo ano. O projeto, ainda em fase de discussão com a sociedade, deve originar uma legislação que preveja direitos e deveres dos internautas no uso dos meios digitais. A proposta aborta de vez a intenção inicial do Ministério da Justiça (MJ) de criar uma lei altamente restritiva para a internet.

Até março deste ano, a Secretaria de Assuntos Legislativos do MJ trabalhava a minuta de um projeto que pretendia aumentar o rigor na identificação dos internautas, exigindo dos provedores de acesso dados como o número do RG e o nome dos pais de quem está atrás do computador durante toda a navegação. Como o Congresso em Foco mostrou em março, o objetivo, na época, era coibir a prática de crimes na rede.

A minuta do MJ foi considerada, na época, um retrocesso em relação ao Projeto de Lei 84/99, elaborado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Apelidado de “AI 5 digital”, a proposta do tucano tem enfrentado uma série de resistências de membros da sociedade civil e até mesmo dentro do parlamento. Aprovado no Senado, ele agora tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informação (CTCI).

“A pressão popular gerou a demanda específica do presidente Lula”, afirmou o coordenador do projeto, Guilherme Alberto de Almeida, ao Congresso em Foco. Ele conta que a mobilização contra o projeto de crimes na internet fez o Palácio do Planalto mudar sua visão sobre o tema. A tese de um marco civil era, até então, defendida especialmente por professores do curso de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Estamos buscando contribuições qualificadas”, disse o professor de direito da FGV Ronaldo Lemos, à Agência Estado. Ele explica que o próprio Ministério da Justiça moderará a discussão. Podem participar pessoas físicas ou instituições, que terão peso igual. “Ganha o debate quem melhor expor sua opinião.”

Em 26 de junho, Lula já havia dado a senha publicamente para a mudança de rumo da pasta. Ao participar do 10° Fórum Internacional Software Livre, em Porto Alegre (RS), o presidente afirmou que “no governo dele é proibido proibir”. Quando chegou ao local do encontro, Lula foi recebido por participantes do fórum com uma faixa pedindo o veto ao substitutivo de Azeredo.

“Essa lei que está aí, essa lei que está aí, não visa corrigir abuso de internet. Ela, na verdade, quer fazer censura. O que nós precisamos, quem sabe, é mudar o Código Civil, quem sabe seja mudar qualquer coisa. O que nós precisamos é responsabilizar as pessoas que trabalham com a questão digital, com a internet. É responsabilizar, mas não proibir ou condenar”, disse Lula no Fórum.

Em 29 de outubro, o MJ lançou um blog para começar a discussão sobre o tema. O debate ocorre tanto virtualmente, pela rede de computadores, quanto em reuniões em diversas cidades. Na última sexta-feira (20), por exemplo, parlamentares, professores e membros do Ministério Público discutiram a elaboração da nova legislação. “Na consulta em São Paulo, estava toda a comunidade. Representantes dos ministérios da Cultura e da Justiça discutiram os direitos do cidadão na internet”, afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que participou do evento.

Polêmicas

Dois temas, até agora, têm monopolizado o debate. A guarda dos logs – registros de entrada e saída dos usuários na rede – e o direito à privacidade são as questões mais sensíveis e que devem exigir muita conversa e negociação entre as partes. “Nesse momento, queremos mais ouvir do que escrever”, disse Guilherme Almeida.

No projeto que tramita na Câmara e na proposta abortada pelo ministério, provedores seriam obrigados a guardar todos os registros de conexão de seus usuários – hórário de log on e log off – em seus arquivos. A do MJ ia além. Para combater práticas criminosas na internet, a proposta era aumentar a vigilância sobre os internautas.

O coordenador do projeto adianta que a intenção é enviar o texto ao Congresso até março do ano que vem. Apesar de afirmar que a discussão vai ditar os prazos, trabalha com 17 de dezembro para encerrar a primeira fase de debates. Com o recesso de fim de ano, a ideia é elaborar uma minuta e coloca-la no blog para discussão em janeiro. Feitas novas sugestões, aí sim ele estaria pronto para o debate final pelos parlamentares.

Mas, enquanto o projeto não é enviado ao Congresso, o PL de Azeredo continua tramitando. Para o deputado Paulo Teixeira, “ele já caducou”. “Ele perdeu o timming pelo número de matérias que ele quis incorporar. Acabou perdendo a força”, opinou.

Mas ele adianta que pelo menos quatro artigos devem ser aproveitados por ele e pelo deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), relator da matéria na CTCI. Entre eles, o roubo de senhas e a invasão e destruição de redes internas. O que restou do projeto deve virar um projeto à parte.

Além disso, o governo ainda não decidiu como vai enviar o texto do marco civil para apreciação dos parlamentares. Existe a possibilidade de ser um projeto de lei do Executivo. Ou, até mesmo, de a autoria ser compartilhada por Teixeira e Semeghini.

Fonte: Congresso em Foco
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=30724

Homem nada 7 horas para resgatar noiva em rio da Argentina
G1

Em uma história de cinema, uma mulher foi socorrida pelo noivo após passar 12 horas sozinha dentro do rio. Detalhe: ele nadou sete horas para encontrar ajuda.
O casal argentino havia partido do porto de La Plata, próximo de Buenos Aires, rumo a cidade uruguaia de Colônia em uma lancha. No meio do caminho, Laura Di Battista começou a passar mal e pediu para Luis Crespo, de 45 anos, voltar para casa. O problema, porém, foi quando um buraco se abriu no piso da embarcação, e a água passasse a tomar contar do barco. Momentos depois, os dois eram náufragos.

Segundo ela contou ao jornal “Clarin”, a situação foi tão rápida que ela perdeu o celular e os documentos em questão de minutos.

A cerca de 6 quilômetros da costa e passando mal, a arquiteta de 37 anos disse que não conseguiria nadar e contou com o colete salva-vidas. O piloto, então, pediu para que ela resistisse ao máximo possível que iria atrás de resgate. Munidos apenas com o colete salva-vidas, ele nadou em direção à terra firme. “Meu amor, vou buscar ajuda. Me espera”, disse ele. Naquele momento, eram 15h30.

“Vendo as ondas de um metro, pensei no pior e lembrei das minhas filhas”, disse Laura, de 37 anos, que tem uma menina de 14 e outra de 10 anos cada. “Quis nadar, mas não podia, não tinha forças. Já em desespero e sofrendo com hipotermia após 12 horas na água, ela ouviu o som e viu as luzes do helicóptero. Isto já era 1 e meia da manhã Sugou todas as suas forças para gritar por ajuda. Ao ser vista, Crespo participou do resgate.

“Foi lindo. Pedi que Luis chegasse são. Por sorte, ele tem um bom estado físico, não fuma”, afirmou Laura. “Voltamos a nascer, sem dúvidas.”

http://www.aquidauananews.com/index.php?action=news_view&news_id=143599