Arquivo da categoria ‘Publicidade’

Crime: Adnews e UOL inventam notícia sobre Record News e R7

Site voltado ao mercado publicitário afirmou que emissora e portal encerrariam suas atividades
Em “notícia” criminosa publicada pelos jornalistas Leonardo Pereira e Marcelo Gripa no site Adnews às 10h03 desta sexta-feira (17), o site “informa” que a Record News e o R7 terão suas atividades encerradas.Estranhamente uma semana depois da parceria entre Adnews e UOL ser alardeada em anúncios na Folha de S.Paulo, o Grupo Folha dá indícios de que o AdNews será o seu braço armado para atacar os concorrentes que o ameaçam.
Montagem adnews
Incapaz de ser efetivo em ataques gratuitos em suas próprias páginas, o UOL demonstra claramente que, a partir do anúncio da parceria, usará o Adnews como caneta de aluguel para tentar conter a real ameaça que sofre tanto em audiência quanto em faturamento nos últimos anos.
“Uma vez mais o Grupo Record é vítima de seu sucesso. O êxito do R7 e da Record News é inconteste e provado pelos números que apresentam. A Record tomará imediatamente as medidas judiciais cabíveis contra os jornalistas e o site que publicaram mais este ataque inverídico contra a empresa”, afirma Alexandre Raposo, presidente da Rede Record.
Leia abaixo o comunicado oficial da Record:
O Grupo Record  vem a público informar que foi vítima de mais um ataque criminoso contra as suas atividades empresarias. São absolutamente falsas as notícias sobre o encerramento do portal R7 e da Record News.

           
O ataque foi divulgado sem identificar qualquer fonte de informação pelo site Adnews, na mesma semana em que a empresa anunciou que se tornava parceira do portal UOL, um dos concorrentes do R7.
       
O R7 registrou excelentes resultados em menos de três anos de atividades. De janeiro a dezembro de 2011, o portal teve um crescimento de 111,61%, enquanto o mercado brasileiro de internet se expandiu 8,73% no mesmo período, segundo dados do Ibope/Nielsen. 
           
A Record News, apesar de sofrer boicote de algumas operadoras de televisão paga, segue como o canal de notícias com o maior número de telespectadores do país.
          
A atuação da Record News e do portal R7 permitiu que o Grupo Record expandisse seu alcance, democratizando ainda mais o acesso à informação. Ambos atendem a um público cada vez maior, telespectadores e internautas que, cientes da qualidade dos produtos, optam cada vez mais pelos seus serviços. 
             
O Grupo Record informa ainda que vai tomar medidas judiciais contra estes ataques, que podem trazer prejuízos para nossas atividades.   


São Paulo, 17 de fevereiro de 2012.
CENTRAL RECORD DE COMUNICAÇÃO

Os mais atentos à moda já perceberam a aparição das fitinhas. Evidentemente, não há estatísticas para explicar o fenômeno, mas a sensação de quem trabalha com acessórios, ou os admira, é taxativa. “Todo mundo usa”, sentencia a jornalista franco-americana Jenny Barchfield, especialista em moda da agência Associated Press em Paris. “Durante muitos anos, eu usava, mas não uso mais por causa disso. Tem “bobo” demais usando”, conta, valendo-se da expressão típica do francês para designar os parisienses “burgueses-boêmios”.

https://i2.wp.com/www.jptl.com.br/adm/arquivos/14314267f764be1bbcffef26fd3a769b.jpgFitinha do Bonfim vira moda na Europa
Os corpos continuam bem encobertos por casacos pesados e luvas, em um inverno europeu com temperaturas glaciais. Mas, dentro de dois meses, quando os braços e pulsos estiverem mais à mostra nas principais capitais do continente, como Paris e Londres, um pequeno adereço estético, colorido e bem familiar, vai chamar a atenção dos brasileiros: fitinhas do Nosso do Senhor do Bonfim. Isso porque, a exemplo do fenômeno Havaianas, as pulseirinhas de tecido vêm se tornando um novo hit dos fashionistas e “brasilófilos” de plantão.
Outro indicativo do sucesso das fitinhas é o rumor de que elas estariam prestes a desembarcar em pelo menos dois templos fashionistas parisienses, uma grande loja de departamentos e uma butique – caríssima -, ponto de romaria dos “mais descolados” à Rue Saint-Honoré. Os paninhos baianos benditos, conhecidos na França como “porte bonheur”, acabaram supervalorizados por vendedores de lojinhas badaladas. Seu preço pode variar de ? 0,50 a ? 5. Customizadas, são vendidas com o apelo “desenho Saint-Tropez” em lojas como a Spirit Wire, na Côte D”Azur, por valores de ? 11 a ? 25.
Boa parte da propaganda das fitas é feita no boca a boca. A “tendência” é mais presente entre os familiares e amigos de brasileiros e entre quem já foi ao Brasil. É, de certa forma, um símbolo de distinção de quem conhece o país, cuja imagem é positiva na Europa. “São bonitinhas demais!”, derrama-se Mélanie Durand, de 27 anos, uma francesa aficionada por capoeira que conhece o litoral do Nordeste melhor que muitos brasileiros.
Entre algumas tribos, a fitinha é até polêmica. Há quem defenda o uso respeitando ritos baianos. “A fitinha não se compra, se ganha! Enfim, as que eu recebi em Salvador me foram todas doadas”, reitera Laure Nakara, de 29 anos. Alheia à polêmica, a arquiteta Cláudia Cerantola, proprietária do site de comércio online de produtos brasileiros Pur Suco, que comercializa desde 2006 o “Souvenir du Dieu de Bahia”, por meio euro, trata de aproveitar a onda. “Viraram acessório da moda. As vendas só aumentam.” Segundo ela, empresas francesas as estão copiando, produzindo e vendendo como fitas “tipo brasileiras”, e com a escrita que o cliente quiser.
Fonte: Estadão Online
Twitter lança em breve sistema para publicidade
Um sistema semelhante ao AdSense, do Google, será uma das apostas do Twitter nos próximos meses. O modelo para veiculação de publicidade deverá seguir o padrão de 140 caracteres e será associado ao mecanismo de busca do microblog, segundo o The Wall Street Journal.
Inicialmente, o serviço será comercializado para agências de publicidade para posteriormente se transformar em um sistema de auto-serviço. Detalhes do projeto, preços e lançamento não foram divulgados ainda pelo Twitter, mas a expectativa é de que o sistema vá ao ar ainda no primeiro semestre.
Essa investida do Twitter se insere na proposta de criar fontes de receitas para o microblog.
Em visita ao Brasil, no ano passado, o co-fundador do microblog, Biz Stone, afirmou que a equipe está trabalhando em contas comerciais e já no fim deste ano ou no começo de 2010 podem aparecer.
Para Stone a fidelização de usuários recebendo posts pagos é uma tendência. “Vai valer a pena pagar, já que as mensagens serão mais eficazes”, disse.
Redação Adnews
Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, o livro de Dale Carnegie ganha versão MP3; agora, o leitor pode aprender como aumentar seu poder pessoal enquanto dirige, pratica esportes etc.

Janeiro de 2010 – Considerado o maior best seller sobre relacionamento pessoal de todos os tempos, com mais de cinquenta milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, “Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie, chega agora ao Brasil, pelas mãos da Editora Nossa Cultura, em formato de audiolivro.

“Lidar com as pessoas é provavelmente o maior problema observado no ramo de negócios”, destaca Carnegie no prefácio. Uma pesquisa realizada pela sua fundação, a Carnegie Foundation, apontou que 15% do sucesso financeiro de uma pessoa é conquistado pelo conhecimento técnico que possui e aproximadamente 85% pela capacidade de liderar pessoas. Foi com base nesses dados e em vários outros exemplos com os quais se deparou durante sua trajetória, que Carnegie dedicou sua vida a mostrar para as pessoas o quanto é importante conquistar amigos e influenciar pessoas.

No audiolivro, Carnegie apresenta seis maneiras de conquistar o outro, elenca doze passos que levam as pessoas a concordarem com as suas ideias e sugere nove maneiras para mudar as pessoas sem provocar ressentimento.
“ Ouça cada capitulo mais de uma vez, medite sobre o que está ouvindo e tente colocar em prática, pois só o conhecimento que você usa fica em sua mente”, ensina o autor.

São mais de nove horas de ensinamentos com exemplos de casos reais de pessoas, sejam ilustres ou ouvintes de suas palestras que entraram em contato para contar o sucesso conquistado depois de colocar em prática o que aprenderam.

Um dos exemplos é de um homem que frequentou um dos cursos ministrados por Dale Carnegie e há muitos anos havia ordenado, criticado e condenado seus funcionários sem restrição ou discrição. Gentileza, palavras de elogio e encorajamento eram estranhas aos seus lábios. Após estudar os princípios discutidos no livro, o empregador alterou consideravelmente sua filosofia de vida e 314 funcionários se transformaram em 314 amigos.

Em outra passagem, o autor conta a história de uma professora de Detroit que certa vez pediu para um de seus alunos encontrar um rato que havia fugido na sala de aula. Ele foi escolhido por ter uma audição excepcional que compensava sua cegueira. Essa foi a primeira vez que o menino foi reconhecido por seus ouvidos talentosos. Ele desenvolveu o dom de ouvir e se tornou Steve Wonder, um dos maiores cantores e escritores de música pop dos anos 70.

Sobre o autor:
Dale Carnegie – Famoso por sua ênfase na melhoria do ser humano e graças ao sucesso obtido por suas obras, chegou a ser conselheiro de líderes mundiais. Escreveu colunas em diversos jornais e teve o seu próprio programa de rádio. Fundou o que é hoje uma rede mundial de instrutores e escritórios em aproximadamente de 80 países em todo o mundo. Mais de 60 milhões de cópias dos livros de Dale Carnegie foram impressas e publicadas em 38 idiomas.

Sobre a Nossa Cultura –
Com sede em Curitiba (PR), a editora Nossa Cultura é especializada em audiolivros (ou audiobooks) e mídias que destaquem os recursos audiovisuais. Bastante popular em países como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, o audiolivro, em CD, pode ser ouvido em diferentes ambientes e situações, sendo a maneira mais prática de manter-se informado e desfrutar de grandes obras de maneira inovadora. O catálogo da Nossa Cultura é composto por mais de 150 títulos, entre obras próprias e de parceiros. Entre os títulos próprios destacam-se as coleções Pensamento Vivo, de Rubem Alves (quatro volumes) e de Celso Antunes (quatro volumes), a coleção Rubem Alves infantil (três volumes), da Comédia Stand-Up, os audioguias de Barcelona, Nova Iorque e Rio de Janeiro, Darfur – uma nova história de uma longa guerra, China na África e A Família do Milênio. Na área de negócios, a Nossa Cultura tem os audiolivros A Nova Proposta de Warren Buffett, Cartas a um Jovem Investidor, de Gustavo Cerbasi, Terapia Financeira, Porque queremos que você fique rico e Pai Rico, Pai Pobre. As biografias também estão presentes “Cartas a uma jovem atriz” da atriz Marília Pêra e “ A saga das mãos” do maestro João Carlos Martins, são exemplos. O catálogo completo pode ser conhecido no site http://www.nossacultura.com.br

Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas
Autores: Dale Carnegie
Formato: MP3
Duração: 09h47
ISBN: 978-85-98580-53-1
Preço de capa: R$ 29,00

SBT vende reportagem a anunciante

Publicado: 10 de dezembro de 2009 em Marketing, Publicidade, Televisão
Outro Canal: SBT vende reportagem a anunciante

da Folha Online

O jornalismo do SBT terá obrigatoriamente de fazer reportagens sobre uma série de shows em janeiro no hotel de Silvio Santos no Guarujá, se depender do acordo feito entre o departamento comercial da emissora e anunciantes.

Na apresentação do projeto Verão Jequitimar, na terça-feira passada, o diretor de vendas do SBT, Ricardo Ribeiro, afirmou que as quatro cotas comerciais incluem cobertura do evento pelo jornalismo da casa. A Folha o questionou se a cobertura jornalística estava sendo oferecida ao anunciante, e Ribeiro reiterou a informação.

Ontem, Ribeiro disse, por meio da assessoria do SBT, que “nosso jornalismo vai cobrir sim, como cobre todos os eventos do SBT, independente de plano comercial”. O evento foi anunciado por Patrícia Abravanel, filha de Silvio e diretora de novos negócios do grupo.

Diretor de jornalismo do SBT, Paulo Nicolau declarou ontem à Folha: “O jornalismo do SBT é independente e só faz cobertura do que é notícia”.

Nos anos anteriores, o jornalismo da emissora realizou reportagens sobre o evento.

A informação é da coluna Outro Canal, publicada na Folha desta quinta-feira. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u664259.shtml

image

Clubes de SP viram ‘rótulo’ de cerveja, e Andrés critica lei seca nos estádios
Carlos Padeiro
Em São Paulo

Torcedor bebe mais fora do estádio, diz AndrésCorinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo terão em breve suas marcas estampadas em latas e rótulos de garrafas de cerveja, fruto de acordo feito através do G4, grupo que engloba os quatro grandes do Estado. Tão logo o contrato foi divulgado, o assunto sobre a proibição de bebida alcoólica nos estádios paulistas voltou à tona. Na avaliação do presidente alvinegro, Andrés Sanchez, o veto é uma bobagem e não traz os efeitos esperados pelas autoridades.

O dirigente discorda da ideia de que com a restrição à venda de cerveja a violência será menor dentro do futebol. “O torcedor bebe lá fora”, argumenta.

“Eu acho ridículo o cara ficar na barraca bebendo, porque sabe que lá dentro não poderá. Ele bebe mais rápido pois sabe que dentro do estádio é proibido. Bebidas leves, como cerveja e champagne, devem ser liberadas”, declarou o dirigente. “É um absurdo liberar em qualquer lugar, e no estádio, não. Então tem que fechar faculdade, metrô, bares e restaurantes. Se não pode beber no estádio, não pode beber em lugar algum.”

Na quarta-feira, o G4 apresentou contrato feito com o Grupo Femsa Cerveja Brasil, que fabrica a Kaiser, Gold, Bavaria, Heineken, Santa Cerva, Xingu, Sol e Summer.

A Kaiser foi a escolhida para ter os distintivos dos clubes anexados. O acordo com os quatro grandes do Estado tem duração até o final de 2014.

Cada clube pode faturar R$ 2,5 milhões por ano com o acerto, valor que pode variar conforme a venda de produtos associados à marca. Quanto mais lata de Kaiser com o rótulo do Corinthians for comercializada, por exemplo, mais o time do Parque São Jorge recebe.

O clube de Parque São Jorge possui um acordo anterior com a Femsa, que estampava a marca Sol nos banners colocados atrás dos jogadores em entrevistas coletivas.

A comercialização de bebida alcoólica dentro de praças esportivas de São Paulo está proibida desde dezembro de 1996, conforme lei estadual número 97/90. Propagandas de cervejas e outras bebidas alcoólicas estão liberadas.

UOL Esporte
http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2009/12/10/andres-critica-veto-a-cerveja-nos-estadios-corinthians-estampa-marca-em-lata.jhtm

Grandes clubes de SP firmam parceria com Grupo FEMSA e Coca-Cola Brasil

O G4 Paulista, formado pelos quatro principais clubes do Estado (Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos), firmou na manhã desta quarta-feira (09), em evento realizado no Hotel Hilton, em São Paulo, uma parceria inédita com o Grupo FEMSA e a Coca-Cola Brasil.

A parceira, cujos valores não foram revelados, é válida até dezembro de 2014 e vai trazer uma série de benefícios além de enriquecer os cofres dos quatro clubes de São Paulo. Estão previstas realizações em conjunto de campanhas publicitárias e ações promocionais da Coca-Cola e Kaiser, que serão as duas bebidas oficiais dos times participantes.

A marca Coca-Cola e Kaiser não estarão estampadas nas camisas dos clubes, mas serão divulgadas em ações desenvolvidas durante os jogos e também em placas colocadas no interior dos estádios. Além de também ajudar na divulgação das partidas, um dos principais objetivos da parceria G4, Grupo Femsa e Coca-Cola Brasil é o combate à violência e a volta da família aos estádios e um controle fiscalizado no combate à pirataria.

Estiveram presentes no evento os presidentes do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, do Corinthians, Andrés Sanchez, do São Paulo, Juvenal Juvêncio, e o vice-presidente do Santos, Norberto Moreira. Também representou o Verdão o diretor de marketing, Rogério Dezembro. Participaram do evento o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o Padre Marcelo Rossi, escolhido como o garoto-propaganda da parceria.

“Os grandes clubes paulistas do G4 estão felizes em firmar o primeiro contrato com a FEMSA e Coca-Cola, empresas arrojadas, capazes de intuir o valor das novas oportunidades que se oferecem ao patrocínio esportivo”, afirmou o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos principais responsáveis por coordenar desde o início a parceria entre os quatro clubes do Estado.

“O futebol mudou o potencial de receitas e esperamos avançar cada vez mais nesse objetivo de atrair e conseguir novos parceiros. Sozinhos, não conseguiríamos essa parceria. Com os quatro unidos, sim. Essa união dos clubes fora dos gramados é saudável, pois precisamos nos ajustar às necessidades que o mercado pede. Mais do que dinheiro entrando nos cofres, estamos promovendo a marca de todos os envolvidos e ações que só vão acrescentar nesse espetáculo chamado futebol”, concluiu.

Belluzzo fez questão de elogiar o departamento de marketing do Palmeiras e dos outros outros clubes envolvidos na parceria. “Os diretores de marketing é que deveriam estar aqui no lugar dos presidentes, pois são os principais responsáveis por tudo o que aconteceu”, comentou. “É uma parceria inovadora e que vai servir de base e estímulo para outros centros do nosso futebol”, completou Rogério Dezembro.

Sambafoot.com

http://br.sambafoot.com/informacoes/15046_Grandes_clubes_de_SP_firmam_parceria_com_Grupo_FEMSA_e_Coca-Cola_Brasil.html

https://i0.wp.com/www.futebolinterior.com.br/imagens/galeria/img-3118.jpg

Com padre de garoto-propaganda, dirigentes de Palmeiras, São Paulo, Santos e Corinthians oficializam G4


GazetaEsportiva.Net

Os quatro grandes clubes paulistas se uniram sob a bênção do padre Marcelo Rossi. Na manhã desta quarta-feira, o religioso foi o garoto-propaganda do evento que divulgou o contrato de patrocínio firmado entre o G4 (parceria agora oficializada por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo) e a Coca-Cola e Kaiser.

“Eu era corintiano, mas troquei de time. Agora sou G4”, discursou Marcelo Rossi, que vestiu uma camiseta de divulgação sobre a sua batina, posou para fotos com uma lata de refrigerante em mãos e não fez reprovação às bebidas alcoólicas. Até chorou, no momento em que o prefeito Gilberto Kassab falava sobre as enchentes na cidade de São Paulo.

Sempre que alguém se dirigia a Marcelo Rossi, inclusive, o padre fazia jus ao papel de garoto-propaganda e respondia com um berro: “G4!”. Os presidentes Juvenal Juvêncio e Andrés Sanchez (de São Paulo e Corinthians, respectivamente) sorriam com o canto da boca a cada intervenção.

Após trocar diversos cochichos com Sanchez, Juvenal Juvêncio também se apresentou para discursar – o presidente do Corinthians, então, esticou os braços de maneira debochada, aparentemente incomodado com a demora do encontro e a eloquência do colega. O são-paulino defendeu a “rivalidade sadia” entre os clubes e a ampliação de ações de marketing em conjunto.

O Palmeiras foi representado pelo presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, que não permaneceu até o final da reunião – estava claramente incomodado com os problemas do seu time. Antes de sair pelos fundos, o dirigente foi o único a segurar uma lata de cerveja (ele não bebe) na foto oficial com os patrocinadores do G4.

Já Marcelo Teixeira, mandatário do Santos que perdeu a eleição para Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, sequer foi ao encontro. Viajou para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sob a desculpa de viabilizar a versão feminina do Mundial de Clubes. “O Marcelo já sonhava com o G4 há muito tempo. Tudo para ele emana de Deus”, disse o vice-presidente santista Norberto Moreira da Silva, que também deixará o cargo na próxima semana. A afirmação alegrou o padre Marcelo Rossi.

O primeiro contrato firmado pelo G4 paulista renderá aos clubes um valor entre R$ 8 e R$ 18 milhões, segundo o presidente Andrés Sanchez – a Coca-Cola e a Kaiser preferiram não divulgar o investimento. Pelo acordo, com duração até dezembro de 2014, as empresas poderão explorar comercialmente as marcas de Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, além de divulgar seu logotipo em placas de publicidade nos estádios.

correiobraziliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/09/esportes,i=159959/COM+PADRE+DE+GAROTO+PROPAGANDA+DIRIGENTES+DE+PALMEIRAS+SAO+PAULO+SANTOS+E+CORINTHIANS+OFICIALIZAM+G4.shtml

Presidente do Corinthians reforça veto a jogos no Morumbi

A realização de clássicos paulistas no estádio do São Paulo é uma das ações previstas no acordo que criou o “G4”

GazetaEsportiva.Net

Uma das ações divulgadas na oficialização do G4 paulista (união dos quatro grandes clubes de São Paulo) não será apoiada pelo Corinthians. Quando o superintendente santista José Carlos Peres falou sobre a realização de clássicos no Morumbi na manhã desta quarta-feira, o presidente corintiano Andrés Sanchez sorriu, ajeitou-se na cadeira onde estava sentado, bebeu bastante água e cutucou o mandatário são-paulino Juvenal Juvêncio.

O assunto alterou o humor de Sanchez cerca de meia hora depois. “Já falei que o Corinthians não joga mais no Morumbi! O meu torcedor está muito feliz no Pacaembu, onde o acesso é mais fácil e não há problema de enchente nas proximidades”, esbravejou o mandatário do Corinthians.

Sanchez decidiu não mandar mais jogos no Morumbi depois que o São Paulo passou a destinar apenas 10% da carga de ingressos à torcida rival e de uma confusão no setor visitante do estádio, em clássico disputado no início do ano. Na festa de aniversário de 99 anos do Corinthians, o presidente chegou a demonstrar orgulho de sua resolução quando um vídeo com a imagem de um ‘bambi’ foi exibido no telão: “No Morumbi, nunca mais!”, gritou.

Juvenal Juvêncio, por sua vez, ainda espera voltar a lucrar com o empréstimo do estádio do São Paulo ao Corinthians. “O Andrés está errado no seu juízo, mas não tenho nada contra. Isso me deixa sem alegria e sem tristeza. Somente respeito. Vamos ver se melhoramos alguma coisa no próximo ano”, comentou o presidente do Tricolor.

O discurso dificilmente convencerá Andrés Sanchez, que continuou irredutível. “O Corinthians está arrecadando bem no Pacaembu e vai arrecadar ainda mais em 2010. Se o São Paulo vier com números bons, a gente até pode conversar”, disse o presidente do Corinthians, que se corrigiu logo em seguida. “Sou um homem empreendedor. O São Paulo não vai chegar ao número que eu quero.

Correio Braziliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/09/esportes,i=159999/PRESIDENTE+DO+CORINTHIANS+REFORCA+VETO+A+JOGOS+NO+MORUMBI.shtml

Com a Amarok, a VW pode surpreender

Avaliamos a aguardada picape média da Volkswagen em solo argentino
(Foto: Divulgação)
Wilson Toume / de Córdoba, Argentina

Não é todo dia que se tem a experiência de rodar com um veículo 100% novo. Ainda mais quando esse modelo pertence a uma categoria na qual a montadora não atua. Pois foi a experiência que tive o prazer de experimentar com a Amarok, a novíssima picape média que a Volkswagen lançará no início do ano que vem. Vale lembrar, contudo, que na Europa, a empresa já comercializou um utilitário dessa categoria (a Taro), mas que se tratava, na verdade, de uma versão da Toyota Hilux com o logotipo da VW.

O primeiro test-drive da Amarok aconteceu em Córdoba, região central da Argentina, e foi realizado com duas versões da picape: a intermediária e a top de linha. Existirá ainda uma mais simples, mas que não nos foi disponibilizada. Todas, porém, serão equipadas com um moderno motor 2.0 diesel commom rail com dois turbocompressores, capaz de gerar 163 cv e 40,1 mkgf. O câmbio é manual de 6 marchas e a tração é integral.

Visualmente, a picape não se diferencia muito do protótipo SAR, exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2008, e é possível perceber uma semelhança com o design do novo Fox, por exemplo. O resultado é agradável, mesmo sem ser inovador. A intenção, nitidamente, foi dar ao utilitário um quê de automóvel de passeio, como confirmaria um executivo da empresa mais tarde.

Se na parte frontal a Amarok prima pela discrição, atrás a coisa não é diferente. As lanternas são retangulares, com visual convencional. A tampa da caçamba traz apenas um grande logotipo VW no centro e no alto, há apenas a maçaneta. O para-choque é cromado e foi criado atendendo às solicitações dos clientes em clínicas realizadas em diversos países, de acordo com os dirigentes da Volkswagen.

Voltando a falar do motor, ele surpreendeu durante a avaliação. Mesmo sendo movido a diesel, o propulsor apresentou baixo nível de ruído e vibrações a bordo. Da mesma forma, a transmissão mostrou-se digna de elogios. Os engates foram sempre fáceis e a posição e o formato da alavanca (curta e bem à mão) contribuíram muito. Além disso, o excelente torque (disponível desde os 1 500 rpm) proporciona excelente dirigibilidade à picape, já que não é necessário trocar as marchas constantemente. A tração, como já foi dito, é integral, mas pode ser desativada, caso o motorista assim deseje, por meio de um botão no console.

Quem nos acompanhou durante todo o teste foi Wolfgang Schreiber, executivo da Volkswagen Commercial Vehicles (da Alemanha) e responsável pela área de desenvolvimento técnico. De acordo com ele, a empresa procurou, de fato, conferir à Amarok um estilo de carro de passeio e a Toyota Hilux foi a maior referência usada para atingir esse objetivo. Nas unidades avaliadas, pelo menos, foi possível constatar que a VW fez um bom trabalho, embora seja preciso fazer uma ressalva: todas as picapes do test-drive possuíam um lastro na caçamba, o que certamente contribuiu para melhorar o desempenho do modelo, principalmente na terra. A picape, aliás, foi projetada para suportar até 1 tonelada de carga.

O espaço interno, por sua vez, merece elogios. No teste, a cabine acomodou quatro adultos com folga e a impressão é a de que um eventual quinto ocupante não teria problemas para viajar com conforto. Para os passageiros de trás, entretanto, faltam comodidades como uma saída de ar exclusiva, por exemplo. Os bancos, porém, são confortáveis e o acesso é fácil.

Motorista e ocupante do banco dianteiro não têm do que reclamar. O painel é bonito e segue a tendência dos demais VW, com dois relógios grandes (conta-giros à direita), e um visor digital bem dimensionado, que traz incorporado nível do combustível e da temperatura do motor. De acordo com Wolfgang Schreiber, aliás, o termômetro do motor foi um pedido dos consumidores brasileiros. Existe ainda uma espécie de “econômetro”, que indica a melhor marcha para a situação do momento. Há ainda dois espaços vagos no painel, que deverão abrigar, futuramente, um porta-copos ou um suporte para GPS.

Chamou a atenção, na versão intermediária testada, o rádio CD player, que é igual ao do Fox nacional. O ar-condicionado é automático, mas digital apenas na versão top de linha, que ainda traz acabamento em dois tons, revestimento de couro, trio elétrico, duplo airbag, freios ABS e ESP. As versões com ESP, aliás, contam com um sistema “hill hold” que segura a picape ao parar em aclives por 2s automaticamente. Há também uma função Off-Road que otimiza o funcionamento de ABS e ESP na terra, melhorando o desempenho da picape nessas condições.

Pelo que pudemos perceber durante o trajeto, a Amarok tem atributos para se destacar na categoria dos comerciais leves. É moderna, tem um bom conjunto propulsor e mostrou-se muito confortável. Sobre o preço, os dirigentes da VW presentes ao evento não quiseram se pronunciar, mas pode-se deduzir que será próximo ao do modelo da Toyota, já que a Volkswagen está mirando na Hilux para se dar bem no segmento.

A nova picape fará a sua estreia no próximo rali Dakar, onde será usada como veículo de apoio da equipe oficial da Volkswagen. Mais tarde – provavelmente em março – deverá chegar às lojas da América do Sul e, posteriormente, à Europa e África do Sul. O utilitário não será vendido nos Estados Unidos. “A VW quer ser a montadora líder mundial e a Amarok é uma das ferramentas para isso”, declarou Schreiber.

http://carroonline.terra.com.br/index.htm