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Smilingüido completa 28 anos e conquista pessoas de diferentes religiões com suas mensagens positivas de valorização da amizade
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Michelle Souza Silva
Da Agência BOM DIA

Nem parece, mas a formiga mais famosa do Brasil completa 28 anos. Nascido em Curitiba (PR), Smilingüido saiu do sul e hoje ganha a vida não só em território nacional como também em cerca de 30 países.

“O sucesso do personagem, como tudo na vida de uma formiga, é fruto de muito trabalho”, conta Jaqueline Firzlass, diretora de arte da editora Luz e Vida, responsável pela concepção do Smilingüido e pelos seus produtos.

A formiguinha, diferentemente de outros persongens, possui algumas peculiaridades. Primeiro, ela agrada não apenas ao público infantil e, segundo, apesar de remeter a conteúdos religiosos, consegue alcançar pessoas de diferentes crenças.

“Tão importante quanto o layout do personagem, são as mensagens que o acompanham”, aponta Jaqueline.

Davi Invernize da Rocha, 9 anos, concorda com a afirmação. Em entrevista ao BOM DIA, fez questão de frisar que, mais do que o desenho, o que mais gosta são das mensagens.

Sua irmã, Gabriela Invernize da Rocha, 14, também é fã do Smilingüido. “Gosto das lições de respeito e amizade. Acho que essas coisas são universais e, por isso, agradam a todos.”

Os dois irmãos contam com vários produtos da formiguinha, como marcadores de livros, adesivos e até mesmo camiseta.

Há cerca de 150 produtos vinculados ao personagem. Luana Marques de Carvalho, 25, vendedora de uma livraria de produtos religiosos, conta que Smilingüido é procurado por todos os tipos de pessoas.

“Só não vende mais porque é uma linha que sai um pouco cara. A gente paga dois impostos, o de Curitiba a São Paulo e o de São Paulo ao Interior”, reclama.

Outro termômetro do sucesso da formiguinha é o site do personagem (www.smilinguido.com.br), que somente no ano passado recebeu 135 mil acessos.

Voltado às crianças, o site traz jogos e área interativa com espaço para publicação de fotos e blogs.

Cerca de 20 empresas têm licenciamento para usar o personagem – como a Credeal, no segmento de materiais escolares, a Chocolates Garoto e a Aladdin, que desenvolve lancheiras e garrafas térmicas.

Smilingüido e sua turma mantêm parceria com a ONG Amazônia Para Sempre, que incentiva as “ações de formiguinha” na proteção da Floresta Amazônica.

Personagem ganha amigos
A formiguinha Smilingüido foi criada em 1980 por Márcia D‘Haese e carlos Tadeu Grzybowski. “A intenção era desenvolver um projeto que levasse mensagens de esperança, fé e amor”, destaca Jaqueline Firzlas, diretora de arte da editora Luz e Vida.

O fato de o personagem ser uma formiga não é à toa. “As formigas, por serem pequenas, simbolizam a pequenez dos seres humanos perante a grandeza de Deus”, arremata a diretora de arte.

Em sua concepção, Smilingüido chegou a receber o nome de Zecão. “O novo nome veio de forma espontânea. Todos achavam o desenho um pouco esmilingüido [magrinho]”, brinca.

A partir de 1989, a formiguinha passou a ser editada pela editora Luz e Vida. Ao longo dos seus 28 anos, Smilingüido foi ganhando também novos amiguinhos.

Fazem parte da turma da formiguinha a Rainha Formosa, o mestre Formisã, Pildas, Faniquita, Forfo e Piriá.

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Um dos maiores desafios das empresas nestes tempos é conseguir segurar seus talentos e atrair os que estão na concorrência ou acabam de chegar ao mercado. A guerra por profissionais qualificados nunca foi tão intensa. Há alguns anos, a China e a Índia assistiam passivas à saída de seus melhores pesquisadores, assediados pelas companhias européias e norte-americanas. Devido principalmente ao crescimento acelerado de suas economias, entraram na disputa global pela mão-de-obra especializada. A competição por talentos atinge todos os níveis hierárquicos. O Yahoo!, por exemplo, sofre com a falta de lideranças. De janeiro a junho perdeu 17 altos executivos, na maioria atraídos por propostas de outras companhias.

O professor Stuart Black, da escola de negócios Insead, acha que a balança de poder pende agora para os empregados, não mais para os empregadores. “Hoje, se querem atrair e manter os mais brilhantes funcionários, as empresas precisam oferecer-lhes grandes atrativos”, afirma. É uma tarefa difícil para quem sempre deu as cartas nesse jogo e agia como se qualquer assalariado pudesse ser substituído sem dificuldade. Agora, as companhias precisam aprender a lidar com negociadores cada vez mais exigentes e informados. A internet virou um novo canal para que saibam de oportunidades de trabalho. Stuart Black acredita que as empresas podem ser bem-sucedidas nessa empreitada se derem aos funcionários o que chama de quatro “valores”. São esses:

1. Liderança – Os funcionários sabem que um bom líder influi positivamente não apenas no desempenho da empresa, mas também no ambiente de trabalho e nas suas próprias carreiras. É alguém que sabe identificar outras lideranças, o que motiva aqueles que acreditam ter a potencialidade de comando.
2. Companhia – Um conceito que, na visão do professor do Insead, engloba a reputação da empresa, seus valores, sua cultura e sua contribuição ao mundo. Uma companhia conhecida por danos ao meio ambiente perderá necessariamente bons profissionais.
3. Trabalho – É uma referência ao dia-a-dia dos funcionários. Gostam do que fazem? Consideram sua atividade interessante? Recebem treinamento para atingir seus objetivos? “Em suma, qual o grau de liberdade, de autonomia e de desafio que tenho para fazer o que me é pedido?”, pergunta Black.
4. Recompensa – Salários e benefícios. Mas não apenas isso. Também inclui valores intangíveis, como a possibilidade de crescer na carreira e de ter contatos sociais com os colegas de trabalho.

Black diz ser difícil medir o impacto desses valores no resultado do negócio, mas é possível ter uma idéia. Se as pessoas têm pressa de sair do trabalho, é sinal de que algumas coisa está dando errado..

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Boneca Clara ao centro na foto

Depois do sucesso de Joana Mocarzel, portadora de Síndrome de Down, no papel da encantadora Clarinha na novela Páginas da Vida , de Manoel Carlos, chega às lojas a boneca da personagem, acompanhada por uma “turminha de amigos” que também apresentam a síndrome. Em São Paulo, a boneca Clarinha – produzida pela fabricante de brinquedos Walbert – está nas prateleiras da loja Armarinhos Fernando, na rua 25 de março, centro de São Paulo.

De acordo com Antônio Epaminondas Filho, dono da Walbert e criador do produto, a boneca vai chegar nesta semana ou na próxima ao Extra e às Lojas Americanas e futuramente à Ri Happy. O preço vai variar em torno de R$ 59.

A boneca foi produzida com apoio da Globo Marcas e a renda, revertida para a Associação de Voluntários do Hospital Infantil Darcy Vargas – Grupo Síndrome de Down, em São Paulo.

Segundo o pai de Joana, o jornalista e cineasta Evaldo Mocarzel, Joana foi convidada para ser garota-propaganda de grifes infantis e promover produtos, entre outras atividades com apelo comercial. Porém, diz Mocarzel: “Só dei permissão para essa boneca (a primeira boneca Down no mundo, cuja renda será toda para um hospital de São Paulo que atende crianças com Down) e para a participação dela no desfile da Império Serrano, que terá como enredo “Ser Diferente É Normal”.

Quanto à participação de Joana no desfile da Escola de Samba Império Serrano, Mocarzel conta que a escola aderiu à proposta do Instituto MetaSocial, uma ONG, sem fins lucrativos, que desenvolve projetos e parcerias com empresas para inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

A coordenadora do instituto é Helena Werneck, mãe da Paula Werneck, também portadora de Síndrome de Down e que atuou ao lado do ator Marcos Frota na novela América, da Globo, que também discutiu o assunto dos portadores de deficiências visuais entre outras. Segundo Mocarzel, Helena trabalhou com Joana nas gravações da novela Páginas da Vida, que chegou ao fim na última sexta-feira.

Fonte: ultimo segundo

Foto: O Globo

As 7 (sete) modelos brasileiras que fazem parte do ranking sexy do site Models.com, havia dito que quase nada sabia sobre duas maravilhosas patrícias: a Fernanda Motta e a Brenda Costa. Transcrevi algumas informações sobre elas retiradas do próprio site, para justificar por que fazem parte desse ranking das tops mais sexies do mundo. Uma dos critérios, vocês se lembram, é a visibilidade nos meios profissionais da alta moda e na mídia. Outro critério são as perspectivas de trabalho nesse mercado altamente competitivo para os próximos anos.
Eis que, ontem à noite, vendo o Fantástico, fiquei sabendo que a Brenda Costa é aquela topmodel que tem deficiência auditiva total desde o nascimento e que havia aparecido numa reportagem de dois anos atrás, na época do Carnaval, sambando sensual e maravilhosamente apenas com base na hiper-sensibilidade que desenvolveu para observar e captar ritmos e movimentos, inclusive labiais.
O tema da matéria de ontem foi exatamente o tratamento baseado na medicina de alta tecnologia, a que ela está se submetendo, e que já permite que ela ouça com a ajuda de um aparelho e consiga até conversar, apesar de ainda ter uma surdez muito acentuada e uma fala com bastante dificuldade.
Brenda Costa é carioca, tem 24 anos, e, como já havia registrado, é modelo de enorme sucesso, tendo sido capa de revistas, editoriais de moda e campanhas para as grifes mais sofisticadas do planeta. Hoje mora em Nova York, mas na prática viaja pelo mundo inteiro. Ela conquistou tudo. Mas a história dessa moça não se resume às passarelas e aos estúdios fotográficos ou de vídeos. Foi nesse ambiente extremamente competitivo que essa menina conseguiu brilhar e se superar. A história da Brenda é muito mais forte e mais bonita do que a gente pode imaginar observando apenas a sua beleza física e o seu charme nas passarelas e estúdios.
Ela tinha, desde o nascimento, o diagnóstico de surdez profunda. Quer dizer, ela não ouvia nada, nunca tinha ouvido nada, o que também a impedia de se comunicar através da fala. Mas sempre foi muito determinada e soube o que gostaria de fazer na vida, profissionalmente. E sua beleza ajudou muito nesse sentido. Com a ajuda da família e de amigos, enfrentou todos os obstáculos, venceu e faz sucesso no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa, tornando-se uma das nossas estrelas no universo fashion.
Recentemente, Brenda submeteu-se a uma cirurgia chamada de implante coclear. Os médicos fizeram um corte na nuca de Brenda e colocaram um chip nas terminações nervosas ligadas à audição. Ela conta que, segundo avaliação dos médicos, a possibilidade de o seu nervo auditivo estar vivo era quase nula, porque era deficiente auditiva de nascença. Milagrosa e espantosamente, na hora em que foi feita a cirurgia, o médico verificou que o nervo auditivo estava vivo.
Ela diz que foi uma emoção indescritível quando chegou no Brasil depois da cirurgia e, pela primeira vez na sua vida, ouviu a voz do pai. Seu pai também ficou profundamente emocionado. Ele relata: -“Ela disse que estava ouvindo. Eu falei: ‘Que felicidade’. Ela se emocionou, eu me emocionei, obviamente. Hoje, às vezes ela pede para eu falar mais baixo, quando a gente conversa, porque a minha voz é muito grossa”
Hoje, decorridos alguns meses após a cirurgia, ela explica que tudo ainda a assusta um pouco. O que para a gente é natural ela está aprendendo agora e está se adaptando aos poucos, com a ajuda de uma médica fonoaudióloga.
Brenda usa um aparelho especial, de altíssima tecnologia, para ajudá-la a descobrir os sons, o qual é programado com a ajuda de um computador. Ela está ouvindo tudo e de forma potencializada. Esse aparelho ajuda a equilibrar e a suavizar os sons que chegam até os seus ouvidos.
Após a cirurgia feita na França, e antes de voltar ao Brasil para reencontrar a família, o primeiro som de verdade que Brenda ouviu foi na África do Sul. Ela estava posando para fotos no alto de uma montanha acompanhada da sua equipe de produção, mas sem o aparelho. A modelo tinha só o silêncio absoluto. Quando ela sentiu uma brisa e pediu para colocar o aparelho, começou a ouvir o barulho do vento. Foi nesse momento que teve a consciência de que ela estava entrando em um mundo novo.
A vida da menina que nasceu surda e brilha nas passarelas do mundo emocionou tanta gente que acabou virando livro na França. Lá, a modelo brasileira começou a ser conhecida como “A bela do silêncio” — este é o título do livro que conta a sua história.
Há apenas cinco anos atrás, Brenda estava começando no mundo da moda. Hoje ela está no auge do sucesso internacional. Sua história prova que otimismo, vontade, determinação e um pouco de sorte fazem toda a diferença, principalmente quando se pode contar com a ajuda da medicina de alta tecnologia, que ainda é acessível a poucos, infelizmente.
TRANSCRITO DE PLANO GERAL – MARCOS ROCHA