Arquivo da categoria ‘Cerveja’

https://i0.wp.com/www.ratebeer.com/beerimages/full_size/51758.jpgA cerveja ’Bohemia Confraria’ deixa de ser edição especial e vira produto de linha. Após ser lançada duas vezes como edição limitada, o produto passará a ser produzido o ano inteiro pela AmBev. A Confraria estará à disposição nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Espírito Santo além das cidades de Brasília, Salvador e Recife. Ela estará nos bares e supermercados, em garrafas de 550 ml ao preço sugerido de R$ 7,50.

A imagem “https://i0.wp.com/www.meioemensagem.com.br/novomm/img/logo.gif” contém erros e não pode ser exibida.


  • Anúncios Google

O requinte da cerveja

Publicado: 16 de junho de 2007 em Cerveja

Produtos mais elaborados e marcas exclusivas estão elevando o status da bebida

CLAUDIA JORDÃO

FOTOS: WELLINGTON CERQUEIRA
CONSUMO O paulista Caio Carvalho gasta mais em cervejas do tipo premium do que com roupas
O copo certo para cada cerveja
Brinde à sofisticação

Um bordão publicitário diz que a cerveja é uma paixão nacional: agrada ao paladar de muitos brasileiros. E ao bolso também. Mas agora ela está atingindo um patamar que modifica costumes de um bom número de amantes da bebida. Até há pouco tempo, o publicitário Caio Carvalho, 36 anos, ainda a enxergava como um prazer de baixo custo. Algo para ser tomado em grande quantidade, em um boteco. Hoje, ele chega a pagar até R$ 200 por uma garrafa de Gouden Carolus – cerveja belga de tradição -, não tem mais o hábito de tomar uma depois da outra e freqüenta bares que vendem importadas famosas ou nacionais de marcas exclusivas.

A chegada de produtos mais elaborados e a criação de rótulos especiais mostram que os brasileiros estão dispostos a pagar mais por essas cervejas. “A primeira vez que bebi uma delas foi há cinco anos. Experimentei várias e levei um susto com a conta”, lembra Caio, que atualmente gasta mais em cerveja que em roupas. Foi graças a esse tipo de postura que o mercado premium da bebida tem crescido no Brasil. Em 2001, elas representavam 2,6% das vendas. Cinco anos depois, esse número subiu para 6%. Se antes essas preciosidades se restringiam a redutos de estrangeiros, hoje as cervejas importadas podem ser encontradas em diversos supermercados. As gôndolas também recebem novas levas de nacionais requintadas, produzidas por microcervejarias, inspiradas nas fábricas européias, ou por gigantes, como a Ambev.

Produzidas a partir do que há de melhor em malte de cevada, lúpulo, levedura e água – e trigo, no caso das bebidas do tipo weizen -, essas nobres cervejas surpreendem por seus sabores, aromas, textura e teor alcoólico. Mas as embalagens também impressionam. Há produtos condicionados em garrafas iguais às de espumantes. São as champenoise, que têm bolhas e pedem uma taça para ser degustadas. Na opinião do australiano Greigor Caisley, proprietário do bar Drake’s, em São Paulo, que oferece 120 opções premium, esse mercado está em expansão. “Quem experimenta essas cervejas não consegue mais só tomar as comuns”, aposta. É um desafio que um amante da bebida não hesitará em aceitar.

A imagem “https://i2.wp.com/www.terra.com.br/istoe/imagens/logo_ie10.gif” contém erros e não pode ser exibida.


  • Anúncios Google

Ambev lança nova cerveja na Bahia

Publicado: 9 de junho de 2007 em Cerveja

A Ambev lançou ontem uma nova cerveja que será comercializada em 65 bares e restaurantes de oito cidades baianas, a Brahma Fresh.

O lançamento tem como objetivo aumentar as vendas da marca no estado. A Brahma é a segunda marca de cerveja mais vendida no Brasil, mas a terceira na Bahia, com 11% do mercado – contra 42,3% da Nova Schin e 34,1% da Skol.

O desenvolvimento do produto durou um ano e meio e a produção da nova marca está sendo feita exclusivamente pela fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. A Ambev deve esperar os primeiros resultados da novidade no mercado para nortear a estratégia de expansão no país.

Em julho, a Brahma Fresh deve estar disponível em todos os pontos de venda baianos. No mesmo mês, entra no ar a campanha da nova cerveja, criada pela agência publicitária África.

A imagem “https://i2.wp.com/jbonline.terra.com.br/img/logo.gif” contém erros e não pode ser exibida.


  • Anúncios Google

https://i2.wp.com/www.milanezmilaneze.com.br/img/logomarcas/logo_930.jpg


A 9ª Câmara Cível do TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul), em decisão unânime, julgou improcedente a ação movida pela empresa Comercial de Bebidas Moro, que alegou ter sofrido concorrência desleal na distribuição de refrigerantes Pesi-Cola e cerveja Brahma após a união da Antártica e da Bharma, que resultou na criação da Ambev. Da decisão cabe recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).

De acordo com a assessoria do tribunal gaúcho, o proprietário da destruidora de bebidas Moro ajuizou ação indenizatória por danos morais e materiais acusando a Ambev, a Pepsi-Cola Engarrafadora e a Companhia Brasileira de Bebidas de abuso de poder econômico. Alegou que as empresas violaram à livre concorrência, uma vez que vendiam as bebidas diretamente ao consumidor por valor inferior ao que repassava à autora da ação.

Na primeira instância a ação foi julgada improcedente. Recorreu da decisão ao TJ-RS, que manteve na íntegra a sentença.

Segundo o relator do processo no TJ-RS, desembargador Odone
Sanguiné, a operação de concentração da Antártica e Brahma foi submetida ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que aprovou a fusão sob determinadas condições, dentre as quais prevendo a possibilidade de a Ambev distribuir diretamente sua produção.

“Neste passo, não há ilicitude na conduta da demandada [Ambev] em passar a distribuir diretamente os produtos por ela fabricados.”, afirmou. Segundo Sanguiné, a imposição de preços não eqüitativos ao mercado só configura ilicitude caso haja ”prática predatória, com aumento arbitrário de lucros e prejuízo à livre concorrência”. Para o magistrado, nenhum das situações estava configurada no caso sob análise.

Ainda segundo o desembargador, a decisão do Cade permitiu à Ambev compartilhar sua rede de distribuição com outra empresa. “A ausência de provas quanto a atitudes lesivas à concorrência ou manipuladoras do mercado, não permite constatar a concorrência desleal e enseja a improcedência do respectivo pedido de indenização”, concluiu o desembargador em seu voto.
Processo 70018077529

Sábado, 9 de junho de 2007


  • Anúncios Google

A imagem “https://i0.wp.com/ultimainstancia.uol.com.br/flash/logoui.gif” contém erros e não pode ser exibida.


Objetivo é evitar medidas irreversíveis até o julgamento do CADE ou até a venda da marca a outra empresa.

A AmBev – Companhia de Bebidas das Américas e o Sr. José de Sousa Cintra assinaram nesta quarta-feira em Brasília um Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (Apro) com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Com o acordo, a AmBev se compromete a manter a produção e comercialização da cerveja Cintra sob as mesmas condições atuais até a venda da marca a uma terceira empresa ou o julgamento do CADE. O compromisso reflete o que já havia sido estabelecido no contrato de compra e venda de Cintra.

Além disso, a AmBev acordou com o CADE a manutenção da capacidade produtiva das fábricas adquiridas. A empresa se compromete a não adotar quaisquer medidas que possam resultar em redução da eficiência ou capacidade produtiva das unidades fabris de Cintra. O compromisso está em linha com a estratégia definida pela AmBev de ampliar a capacidade de produção das fábricas de Cintra, dando início à produção de refrigerantes ainda no primeiro semetre de 2007. A empresa já abriu processo de seleção para a contratação de cerca de 70 novos funcionários e planeja contar com as novas fábricas para suprir a demanda do próximo verão.

Em relação à marca Cintra, o compromisso inclui a manutenção dos investimentos em marketing no mesmo patamar observado nos 12 meses anteriores à compra pela AmBev. O acordo permite a venda da marca Cintra e dos respectivos ativos de distribuição a qualquer parte não relacionada com a AmBev com faturamento superior a R$ 400 milhões, e exige manifestação prévia do CADE na hipótese de empresa com faturamento inferior a esse montante.

O fechamento da operação de compra da Goldensand Comércio e Serviços Ltda, controladora da Cervejarias Cintra, foi feito em 17 de abril de 2007. O negócio envolve as duas fábricas da empresa no Brasil, localizadas em Piraí (RJ) e Mogi Mirim (SP), mas não inclui a marca de cervejas Cintra e os ativos de distribuição.

As empresas AmBev – Detentora das marcas Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Guaraná Antarctica, a AmBev – Companhia de Bebidas das Américas é a maior indústria privada de bens de consumo da América Latina, onde emprega 23 mil funcionários. A Companhia está presente em 14 países das Américas e integra a maior plataforma de produção e comercialização de cervejas do mundo desde a aliança global firmada com a Interbrew, atual InBev, em 2004.

A AmBev trabalha no presente, de olho no futuro. Como uma das dez maiores pagadoras de impostos do Brasil, a Companhia entende que sua atuação deve ir além das obrigações legais e do compromisso com a qualidade. Desde sua criação, a AmBev desenvolve um Sistema de Gestão Ambiental que é referência no uso racional de água, no consumo de energias limpas e no reaproveitamento de resíduos industriais. Também patrocina a Recicloteca, maior centro de informação sobre reciclagem da América Latina. Ainda no campo da Responsabilidade Corporativa, a empresa foi pioneira no lançamento, em 2001, do Programa AmBev de Consumo Responsável.

Cintra – O grupo europeu Cintra, de origem portuguesa, iniciou as suas atividades no Brasil em 1997. Desde então, inaugurou duas fábricas no país: uma em Mogi Mirim, no interior de São Paulo, e outra em Piraí, no Rio de Janeiro. A tecnologia empregada na fabricação da cerveja é equivalente à utilizada pelas melhores e mais tradicionais cervejarias do mundo. Juntas, as duas unidades têm capacidade de produção de 420 milhões de litros de cerveja e 280 milhões de litros de refrigerante por ano.

A Cerveja Cintra é produzida no Brasil e em Portugal. A produção brasileira é exportada regularmente para a Bolívia, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Angola. A Cintra também atua no mercado colombiano e vem conquistando espaço em mercados importantes da Europa, como o Reino Unido.


  • Anúncios Google


Temporão rebate críticas de Zeca Pagodinho

Publicado: 18 de maio de 2007 em Cerveja


Cantor chamou ministro de incompetente por querer tratar da propaganda de álcool

Para Zeca Pagodinho, não há mal nenhum em fazer propaganda de cerveja

Jamil Chade

GENEBRA – O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, voltou a rebater nesta quinta-feira, 17, na Europa, as críticas feitas pelo cantor Zeca Pagodinho que acusou o chefe da pasta de Saúde de “incompetência” por querer tratar da questão do álcool e não dos hospitais. “Os discos de Zeca Pagodinho tocam todos os dias na minha casa, mas ele tem um contrato de R$ 8 milhões. Não preciso dizer mais nada”, afirmou o ministro.

Na quarta-feira, o cantor não confirmou que tenha chamado o ministro de incompetente, mas disse que não há mal nenhum em fazer propaganda de cerveja. “Mal é fazer mal aos outros. “Questionado sobre as declarações do ministro sobre o papel social do artista, ele respondeu sorrindo: “Não acho nada, o que eu quero é achar minha bolsa de cerveja”.

Na quarta-feira da semana passada, Temporão defendeu, entre outras medidas, que não seja permitida a presença de artistas e de atletas em anúncios de bebida alcoólica. Para tanto, o ministro citou o sambista Zeca Pagodinho, estrela de comerciais de cerveja. “Sou admirador do Zeca Pagodinho, mas ele tem de parar de fazer essa propaganda. Chega a ser patético. A questão do álcool é dramática”, afirmou durante audiência pública realizada no Congresso.

Na ocasião, o ministro voltou a apoiar a restrição no horário da veiculação das propagandas, com o argumento de que atualmente há anúncios até para estimular as crianças a, no futuro, serem consumidoras de bebidas alcoólicas.


  • Anúncios Google


São Paulo, 15 Mai (Lusa) – A aquisição da cervejaria Cintra pela Ambev – Companhia de Bebidas das Américas ainda não tem data para ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão ligado Ministério da Justiça, informou nesta terça-feira uma fonte ligada ao processo.

“Nosso objetivo é que o processo seja apreciado no menor espaço de tempo possível, mas por se tratar de uma grande operação ainda não há uma data determinada”, afirmou a fonte à Agência Lusa.

A operação está sendo analisada desde o último dia 19, três semanas depois de anunciada pelas duas empresas.

Atualmente, o processo de número 08012.003302/2007-97, sob responsabilidade do conselheiro Luiz Carlos Thadeu Delorme Prado, que trata da “aquisição pela AmBev da totalidade das ações do senhor José de Souza Cintra”, encontra-se em “fase de instrução”, informou a mesma fonte.

A Ambev anunciou em 28 de março a aquisição das duas fábricas da Cintra no Brasil, localizadas nas cidades de Piraí (RJ) e Mogi Mirim (SP), por US$ 150 milhões.

Criada em 1999, a AmBev é a atualmente a maior indústria privada de bens de consumo do Brasil e a maior cervejaria da América Latina, presente em 14 países, destacou o comunicado.

Em 2004, a partir da aliança mundial com a InBev, passou a integrar a maior plataforma de produção e comercialização de cerveja do mundo, proporcionando a entrada de seus produtos na América do Norte, com a incorporação da canadense Labatt.

A Cintra detém participação de 1,3% no mercado brasileiro de cerveja, que movimenta um total de 8,2 bilhões de litros por ano.

A rede de distribuição inclui 100 mil pontos, distribuídos pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

No Brasil desde 1997, os investimentos da Cintra já chegam a cerca de US$ 200 milhões. A produção da cervejaria no país é exportada para Bolívia, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Angola.


  • Anúncios Google