CULTURA – SP | Grade de Programacao de domingo 19-02-2012

Publicado: 18 de fevereiro de 2012 em Televisão, Tv Cultura

Tv Cultura – SP – Grade de Programação de domingo, 19 de fevereiro de 2012
Programação Tv Cultura

domingo, 19 de fevereiro de 2012

07:00 – Mosaicos – A Arte de Baden Powell

O documentário musical retrata o compositor e violonista fluminense na semana em que ele completaria 70 anos, com participações de Toquinho, Paulo César Pinheiro, Marcel Powell, Marcus Tardelli, Marianna Leporace e Ana Paula Lopes.

No repertório do programa estão todos os grandes sucessos de Baden (1937-2000), desde sua primeira composição gravada – “Samba Triste”, feita em parceria com Billy Blanco – até as músicas que foram consagradas nas vozes de intérpretes como Elis Regina e Elizeth Cardoso. É uma lista interminável de sambas e canções espetaculares: “Canto de Ossanha”, “Samba em Prelúdio”, “Berimbau”, “Tristeza e Solidão” (estas em parceria com Vinicius de Moraes), “Vou Deitar e Rolar (Quaquaraquaquá)”, “Lapinha” e “Refém da Solidão” (estas com Paulo César Pinheiro).


O Mosaicos apresenta também um choro inédito de Baden, “Um Abraço no Trio Elétrico” (dedicado ao instrumentista Armandinho), interpretada pelo filho do compositor, Marcel Powell, que descobriu a música nos arquivo do pai.

Referência musical para gerações diversas de artistas, Baden construiu uma obra que, hoje em dia, ganha vitalidade na interpretação de jovens talentos da música brasileira. O programa apresenta alguns desses artistas. A carioca Marianna Leporace, que acaba de lançar um CD dedicado ao compositor, é atração cantando “Refém da Solidão” e “Apelo”, em duo com Marcel Powell.

Ana Paula Lopes, que é apontada como uma das revelações da nova geração de cantoras brasileiras, interpreta os sambas “Lapinha” e “Consolação”, acompanhada por uma banda formada pelos músicos Paulo Costa (violão), Marcus Klis (baixo), Celso Marques (saxofone), Alê Damasceno (bateria) e Beba Zanettini (piano).

Já Marcus Tardelli, ex-integrante do Quarteto Maogani e um dos mais elogiadas violonistas da atualidade, faz um número solo baseado na composição “Samba Novo”.

08:00 – Missa de Aparecida
09:00 – Viola, Minha Viola – Renato Borghetti

Nasceu em Porto Alegre e na adolescência começou a tocar acordeom e gaita-ponto nos CTGs (Centros de Tradições Gaúchas). Com 20 anos já era um mestre no instrumento, e em 1984 lançou seu primeiro LP, “Renato Borghetti Gaita-ponto”, o primeiro disco instrumental brasileiro a receber um Disco de Ouro, por vender mais de 100 mil cópias, o que representou um marco principalmente por sua identificação com o regionalismo gaúcho. Além do mais, a gaita-ponto (um tipo de acordeom) é um instrumento ameaçado de extinção. Borghetti não se intimida com influências de outras formas e estilos brasileiros e do mundo em seu trabalho, como o pop, samba, jazz, tango e outros, os quais adapta e agrega ao seu estilo único de tocar acordeon. O instrumentista é um mestre popular que renova a sonoridade folclórica de seu estado natal – um sucesso mais surpreendente para um músico que ao invés de um trabalho vocal optou por um trabalho instrumental. Hoje é referencia nacional em seu estilo, e já conta com 23 discos gravados e dois DVDs.

Cacique e Pajé

Formada originalmente por Antônio Borges de Alvarenga, o Cacique, nascido em Monte Aprazível-SP em 1935, e Roque Pereira Paiva (Pajé), nascido em Bofete-SP em 1936. A dupla Cacique e Pajé começou no ano de 1977, com o nome de Rei do Gado e Boiadeiro – os índios caiapós, gravando um LP em homenagem ao Rancho Quarto de Milha. Em 1978, apadrinhados por Tonico e Tinoco, a dupla oficializou o nome Cacique e Pajé, que tem até hoje, e lançou alguns dos seus maiores sucessos “Pescador e Catireiro”, “Rabicho”, “O Milagre do Batismo” e “Rapaz de Gosto”. No ano seguinte, gravou outros sucessos como “Caçando e Pescando”, “Deixa o Índio em Paz”, “Boiadeiro do Mar” e “Minha Palhoça”. Em 1994, com dor muito grande, a dupla Cacique e Pajé perde um dos integrantes, falece Roque Pereira Paiva (Pajé). Somente no ano de 1997, Cacique (Antônio Borges de Alvarenga) voltou a gravar com novo parceiro, José Pereira Sousa (Cachoeira), que passou a representar o Pajé. Neste programa, vão apresentar novas composições do repertório caipira.

Eduardo Araújo

Um dos ídolos da jovem guarda, nasceu na cidade de Joaima, no interior de Minas Gerais e foi para Belo Horizonte estudar. No Rio de Janeiro, participou de um programa de televisão com sua composição “Deixe o Rock”, sendo em seguida convidado para gravar o primeiro compacto, “Garoto do Rock”. A partir daí passou a integrar o Clube do Rock, ao lado de Roberto Carlos, Tim Maia, Erasmo Carlos, Renato e Seus Blue Caps e outros. Seu maior sucesso foi “O Bom”. Começou a se apresentar ao lado da cantora Silvinha, que mais tarde se tornou sua esposa. Participou de vários programas de rádio e televisão e chegou a comandar seu próprio programa, O Bom, na TV Excelsior. Desde os anos 80 dedica-se ao estilo country, uma volta às suas origens de filho de fazendeiro. Neste programa, Eduardo faz músicas do repertório sertanejo.

10:15 – Sr. Brasil – Raul Sampaio

Rolando Boldrin recebe o convidado Raul Sampaio (Cachoeiro de Itapemirim – ES).

11:15 – Mestres do Riso – Simão, o Caolho
Simão, o Caolho
Trata-se da história de um caolho que deseja a qualquer custo recuperar a visão, mesmo que tenha que se submeter às criações de um inventor maluco. Subjugado aos experimentos, Simão começa a fantasiar situações graças a um olho mágico com poder de transformá-lo num celebrado milionário do Jockey Club envolvido com magnatas do mercado de carne e, posteriormente, elegendo-se presidente da república. O elenco conta com artistas renomados da cena clássica nacional como Mesquitinha, Yara Aguiar, Oswaldo de Barros e Nair Bello. Vale ressaltar a notável fidelidade que o diretor mantém com a realidade da classe média paulistana ao retratar os principais aspectos cotidianos do grupo, inclusive a atmosfera das ruas onde estes figuraram nos últimos 20 anos.

Ficha Técnica
Gênero: Comédia
Diretor: Alberto Cavalcanti
Ano: 1952
País de origem: Brasil
Duração: 95 minutos
PB
Classificação indicativa: Livre

12:45 – Matinê Cultura – Os Três Zuretas

O público confere neste domingo, o longa Os Três Zuretas. Imagine só quanta confusão pode acontecer quando três amigos descobrem como realizar seus sonhos… Com Cláudio Marzo e Walderez de Barros, e dirigido por Cecílio Neto, Os Três Zuretas apresenta uma engraçada história sobre a amizade de três garotos e suas peripécias numa pequena cidade do interior. Ambientada no começo dos anos 60, a trama começa quando os meninos divagam sobre a possível morte do professor, para que este não veja que colaram na prova e repitam no colégio. No dia seguinte, o mesmo sofre um acidente de carro. Após uma série de coincidências, os garotos liberam todas as fronteiras entre o possível e o imaginário, e criam uma espécie de culto para que consigam as coisas.

Ficha Técnica
Gênero: Ficção
Título Original: Os Três Zuretas – A Reunião dos Demônios
Ano: 2000
País de Origem: Brasil
Duração: 82 minutos
Colorido
Direção: Cecilio Neto
Elenco principal: Cláudio Marzo, Walderez de Barros, Ilana Kaplan, Lygia Cortez, Assunta Perez, Angelo Brandini, Guto Coelho, Júlio Torres, Ronaldo França.
Classificação indicativa: 14 anos

14:00 – As Aventuras de Tootle and Poodle

14:30 – Almanaque Brasil – Santos, anjos e outros seres alados

No programa de hoje você verá a história dos santos, Mário Sérgio Cotella, Amélia, Fafá de Belém, Mário Quintana e pássaros.

15:00 – Cultura Mundo – Rússia – Uma Viagem com Jonathan Dimbleby: Tesouros Nacionais

Neste episódio, vamos conhecer a Sibéria, uma região cujo subsolo é muito rico em pedras preciosas, minérios e petróleo. Na verdade, há 400 anos atrás, um pirata chamado Yermak atingiu a Sibéria, para conquistá-la em nome do czar. E desde aí tornou-se parte do território russo. Jonathan visita a cidade de Ekaterinburg, referência em matéria de abundância de minérios de ferro. Aqui entraremos em contato com o novo rock russo e seu criador, o hoje famoso Wladimir Shakhrin. Ele revolucionou o padrão musical russo, resgatando-o dos melosos hinos de louvor à União Soviética. Nessa mesma cidade entraremos, também, em contato com grupos que combatem a destilação química do álcool cujo consumo mata cerca de 20 mil russos por ano. Jonathan também visita, ainda, o local em que o último czar e sua família foram assassinados pela forças bolcheviques. Agora vamos para Nizhnevartovsk, região riquíssima em reservas petrolíferas, seguramente a maior da Rússia. Trinta anos atrás era um humilde povoado com poucas famílias. Com a descoberta do petróleo, houve uma formidável expansão demográfica. Através do Rio Ob seguimos para Tomsk, cidade célebre por suas universidades e seu clima intelectual. A cidade conseguiu manter a maioria de suas construções de madeira, como haviam sido erigidas no século XIX. Na cidade está localizada a Akademgordok, fundada por um célebre matemático e que manteve esta universidade – por muito tempo – em um nível científico de excelência. Houve a decadência, com o desaparecimento da União Soviética, mas agora há um renascimento pujante. Seguimos pelo mesmo Rio Ob e atingimos a República de Altai, uma espécie de Shangri-La siberiano. Encontramo-nos a cerca de 2 mil metros de altitude e perto das fronteiras russas com a Mongólia e com a China.

16:00 – Clássicos – O Padre Vermelho

Clássicos leva ao ar o documentário O padre vermelho, sobre a vida de Antonio Vivaldi. O documentário parte de uma descoberta recente. Enquanto se fazia o inventário dos livros numa biblioteca, na cidade alemã de Dresden, foi encontrada, acidentalmente, uma música composta por uma das personalidades musicais mais famosas do mundo.

Essa verdadeira obra-prima, que havia sido atribuída a outro compositor durante cerca de 200 anos, é o ponto de partida da biografia musical do maestro Antonio Vivaldi. Além da estréia mundial dessa peça, o filme faz uma recriação da vida e obra de Vivaldi, desde seu nascimento, em Veneza.

Especialistas renomados na obra do compositor revelam informações fascinantes sobre as peças. E intérpretes famosos completam essa “redescoberta” do maestro com grandes apresentações, incluindo um concerto de violino nunca antes gravado.

17:00 – Especial Cultura Meio Ambiente – Caracóis Zumbis

Neste episódio você vai se maravilhar com uma das criaturas mais complexas, esquisitas e mortíferas que vocês já viram, a “Garrafa Azul” ou Caravela-Portuguesa! Um cardume de belugas que migrou para o sul, para o golfo de São Lourenço, por duas razões. Elas estão procurando comida e algum lugar para mudar de pele. Uma mãe-canguru cuida de duas gerações de filhotes ao mesmo tempo. Alguns patinhos recém-nascidos se preparam para mergulhar. Também, uma visita aos cidadãos mais trabalhadores da natureza! Aqueles castores que constroem barragens! Por último, o corpo de um caracol da espécie Succinea é foi invadido por vermes do gênero leucochloridium, que depois de incubar no caracol, um número enorme de larvas da parasita invade os pendúnculos oculares do caracol. As larvas ficam com cores vivas e os pedúnculos oculares, habitualmentes finos, incham parecendo lagartas vibrantes.

17:30 – Repórter Eco – Lençóis Maranhenses

A paisagem dos Lençóis Maranhenses toma cerca de 155 mil hectares, uma área maior que a da cidade de São Paulo. O espaço se transforma constantemente com as lagoas que surgem na época de chuvas e desaparecem na seca.

A dinâmica da região ajuda a explicar os fatores que a põem em risco. Segundo uma das teorias mais aceitas, a areia dos lençóis é trazida pelos ventos que sopram desde o delta do Rio Parnaíba. Com isso, o lixo descartado por embarcações no leito também acaba sendo carregado. A pesca ilegal e plantações de macaxeira por comunidades que ainda vivem no parque são outras ameaças.

A importância de manter a beleza da paisagem é reforçada pelo pescador Antonio Diniz dos Santos: “O povo que chega aqui diz que é o lugar melhor que ele já achou, o mais bonito”, conta. “Eu me sinto num paraíso”. Para Franklin Evrard, administrador do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, trata-se de “um lugar que todo brasileiro deveria conhecer”.

A edição deste domingo de Carnaval do Repórter Eco ainda vai trazer uma reportagem no Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, no Pará. Um dos mais importantes centros de pesquisa da Amazônia. O museu localizado em Belém é um pedaço da Amazônia em plena área urbana.

Aberto à visitação pública nos finais de semana, o Emílio Goeldi promove trilhas educativas que instruem a população sobre a biodiversidade local. “Eles precisam vir aqui para perceber o quanto é diversificado, a Amazônia é muito mais do que se prega fora da própria Amazônia”, conclui a guia de turismo Ana Paula Magalhães.

18:00 – Planeta Terra – A Vida dos Mamíferos – Roedores

Com os dentes incisivos fortes capazes de quebrar uma castanha, as cotias pertencem a um grupo de mamíferos muito grande: os roedores, sendo peritos em furtar sementes. Já os esquilos preferem as sementes ou bolotas do carvalho que são mais nutritivos e também os fazem engordar para poder passar o inverno. Sabem distinguir os frutos dos diferentes tipos de carvalho. Nos meses de inverno os roedores usufruem da dispensa de sementes armazenadas em outras estações, enquanto o castor usa a água como refrigerador sendo exímios nadadores e comem madeira, folhas e sementes. Os ratos toupeiras pelados criam uma rede de corredores subterrâneas roendo com seus dentes afiados a terra em busca de tubérculo.

19:00 – Matéria de Capa – Uma Janela Para o Espaço

Se no passado os poetas sonhava com os astros como fonte de inspiração para seus versos, hoje os cientistas olham para o infinito em busca de outras respostas. Principalmente para a questão: de onde viemos e para onde vamos?

O Matéria de Capa desta semana, em reportagem exclusiva, faz uma visita ao deserto de Atacama, onde estão instalados os telescópios mais poderosos do mundo.

19:30 – Reis da Rua – Nego Blue

Cantar e trabalhar sempre foram dois verbos que guiaram a vida de Evandro Miranda Laureano. De pai mineiro e mãe baiana, Evandro começou cedo a trabalhar e a cantar. Aos 9 anos, já fazia alguns bico nas feiras próximas a sua casa: “ensacava frutas e verduras, ajudava a limpar a barraca e os feirantes no final me davam um carrinho cheio de comida que eu levava para casa para ajudar minha mãe”, lembra Evandro.

O menino também era reconhecido nos cultos da igreja evangélica que frequentava com sua mãe. Lá, já começava a se destacar cantando no coro. Aos 12 anos já era cantor solo. Então, se apaixonou pelo grupo Raça Negra e começou a se dedicar ao samba. Como se dava bem em estilos como soul e blues, ganhou o apelido de Nego Blue. No trabalho, também começou outras atividades, como catar papelão e engraxar sapatos no centro de São Paulo. Foi então que ganhou reconhecimento pelo seu talento de vendedor.

Com uma barraca de CDs e DVDs nas ruas, aliou seu dom de cantar ao de vender: “Passava os dias cantando as músicas mais famosas que estavam nos DVDs e o público parava para ouvir e também comprar”, conta com ar de celebridade. “Cheguei a faturar mais de R$ 3 mil por mês, além das namoradas que consegui dedicando músicas às gatas que passavam!” Hoje, Nego Blue está lançando uma marca de roupa, a Big Blue. Sua estratégia de divulgação, claro, passa pela música.

20:00 – Cultura Documentários – O Homem que Filmou Chinatown: Vida e Obra de John A. Alonzo

Este perfil de 60 minutos mostra a vida e a obra de John A. Alonzo e descreve seu processo criativo, que nasce de sua personalidade única e de seu background artístico, não só no campo da cinematografia, mas também como ator, escultor e fotógrafo. Coragem, persistência e confiança na sua capacidade explicam como ele passou de um empregado de fazenda mexicano a um dos mais reconhecidos “Artistas em cinematografia de Hollywood”.

Este filme não é apenas uma homenagem, mas também traz à luz a arte da cinematografia. O técnico em cinematografia não é somente um técnico. Ele é um artista, um pintor de luz e sombra, criador de espaço e movimento, desenhistas de cores, ele motiva, interpreta e dirige o ambiente e aplica sua arte a tudo isso. Nesse perfil, Alonzo dá um exemplo de motivação e inspiração, especialmente para a nova geração. Com suas ideias progressistas, ele enfrentou alguma resistência do establishment. Para ele, o técnico em cinematografia era muito mais um artista do que qualquer outra coisa. Olhando os créditos de Alonzo, nos surpreendemos de ele não ter recebido um reconhecimento maior.

Durante toda a vida, ele permaneceu um outsider. Por um lado foi o primeiro técnico em cinematografia mexicano-americano e no início não foi muito bem recebido na indústria cinematográfica americana. Por outro lado, ele estava muito à frente de seu tempo, provocando, por isso, a inveja dos colegas. Ao mesmo tempo, ele nunca se considerou um concorrente. Era muito aberto em relação a seus conhecimentos, especialmente à curiosidade dos cineastas jovens. Alonzo sempre se preocupou em que houvesse variedade étnica na sua equipe, o que possibilitou o rompimento com as estruturas obsoletas. Hoje em dia, talentos jovens têm chances melhores de se iniciar no mundo profissional. Como resultado, a iniciativa de Alonzo trouxe menos racismo, menos nepotismo e mais competência.

Clipes de filmes como “Chinatown”, “Corrida Contra o Destino”, “Ensina-me a Viver”, material dos sets de filmagem sobre Alonzo e entrevistas com a Sra. Jan Alonzo, atores como Richard Dreyfus e Sally Field, o crítico de cinema americano Roger Ebert, os diretores William Friedkin, John McNaughton, Mike Figgis, como também o escritor e diretor Michael Crichton, os técnicos em cinematografia Haskell Wexler, John Toll, Viktor J. Kemper e muitos amigos e colegas, como Frank Sinatra Jr. acrescentam interesse ao documentário. Além disso, esse filme se refere à discussão atual do formato “Alta Definição”. Alonzo foi um dos primeiros ténicos em cinematografia a se interessar por esse formato, já na década de 1980, e também mostra seu interesse especial pela tecnologia digital. Visando ao encorajamento generoso e irrestrito que John Alonzo deu às novas gerações de artistas visuais, o objetivo, a esperança e a finalidade desse documentário será informar, inspirar e motivar cada espectador a se exprimir com toda a criatividade possível. Como John Alonzo.

Título Original: The Man Who Shot Chinatown: The Life And Work Of John A. Alonzo
Direção: Axel Schill
Ano: 2007
Origem: Alemanha
Duração: 60 min.
Colorido
Classificação Indicativa: 12 Anos

21:00 – Carnaval 2012

Twitter.com/tiosamnews

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