Médico de Michael Jackson tentou enganar investigadores

Publicado: 2 de março de 2010 em "Os Famosos"
Médico de Michael Jackson tentou enganar investigadores
RIO – O médico particular de Michael Jackson tentou acobertar detalhes sobre a morte do cantor, acreditam policiais que investigam o caso. Segundo especialistas, inclusive um anestesista que analisa as prováveis causas da morte, Jackson recebeu uma injeção intravenosa de propofol em sua perna no dia 25 de junho de 2009, que se revelaria fatal. Aos policiais, porém, Murray informou que havia ministrado uma pequena dose de 2,5 ml propofol no popstar.

O médico particular de Michael Jackson tentou acobertar detalhes sobre a morte do cantor, acreditam policiais que investigam o caso. Segundo especialistas, inclusive um anestesista que analisa as prováveis causas da morte, Jackson recebeu uma injeção intravenosa de propofol em sua perna no dia 25 de junho de 2009, que se revelaria fatal. Aos policiais, porém, Murray informou que havia ministrado uma pequena dose de 2,5 ml propofol no popstar.
De acordo com o blog TMZ, sua versão foi contestada pelo médico John Dombrowski, um conceituado anestesista, diretor da American Society of Anesthesiologists, para quem uma injeção desse volume não seria capaz nem de fazer Jackson dormir, quanto mais de matá-lo. De fato, relatório legista aponta que o nível da substância encontrado no corpo do músico era o equivalente ao utilizado em cirurgias de grande porte.
No quarto do cantor, foi encontrado um frasco vazio de 20ml de propofol, mas a chave para o caso pode estar num compartimento secreto dentro de um closet, onde foram encontrados numerosos recipientes vazios do analgésico, incluindo um de 100ml com um rasgo na tampa de plástico – uma dose 40 vezes maior da que a admitida pelo médico. Este detalhe pode ser também crucial para a investigação, já que indica que o doutor Murray pode ter aplicado a substância diretamente na veia de Jackson. Os doutor Drombowski e os investigadores do caso apostam nessa tese, que aponta para um comportamento “incauto” do médico em relação ao paciente.

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