Fantástico tem tradição de lançar quadros que se tornam programas

Publicado: 22 de março de 2009 em Fantástico, Globo

Fantástico tem tradição de lançar quadros que se tornam programas

Profissão Repórter e Central da Periferia surgiram da atração dominical

TV Globo/Divulgação

O Central da Periferia, apresentado por Regina Casé, teve como base o Na Geral, quadro do Fantástico

Boa parte do sucesso conquistado pelo Fantástico, desde que estreou na Rede Globo em 1973, pode ser creditada aos quadros do programa. E muitas vezes estes segmentos caem tanto no gosto popular que acabam adquirindo vida própria, tornando-se atrações à parte na programação da emissora – uma tradição que começou há decadas, com Chico Anysio.

No humor, foi de Chico Anysio até Pedro Cardoso e Luiz Fernando Guimarães

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Nos primeiros anos do Fantástico, Chico apresentava a cada domingo um monólogo em que vivia um personagem feito especialmente para o programa: Azambuja, um carioca da gema, bom de papo e cheio de malandragem. Dois anos depois, Azambuja ganharia sua própria atração: em 1975 estreava Azambuja & Cia., exibido uma vez por mês e sempre às segundas-feiras, trazendo histórias do gaiato personagem e de todos que marcavam presença ao lado dele aos domingos.

(Veja edição do Vida ao Vivo sobre o mundo do futebol no vídeo)


Mais de duas décadas depois, em 1997, foi a vez de Pedro Cardoso e Luiz Fernando Guimarães estrelarem no Fantástico o Vida Ao Vivo. Nele, Pedro e Luiz Fernando apresentavam um telejornal que dava a qualquer assunto banal um tratamento extraordinário, com a dupla interpretando os mais diversos personagens em esquetes hilários. Resultado: um sucesso que, em 1998, transformou o quadro no Vida Ao Vivo Show, programa exibido nas noites de terça às 22h30. Lembra?

Profissão Repórter é jornalístico que nasceu no Fantástico

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Mas na história do Fantástico não foram só os quadros humorísticos que se popularizaram a ponto de virarem programas: alguns segmentos jornalísticos também alcançaram essa condição.

(Assista de novo ao quadro Profissão Repórter exibido no Fantástico)

Comandado pelo repórter Caco Barcellos, o Profissão Repórter estreou em abril de 2006, mostrando a rotina de oito jovens jornalistas durante todo o processo de produção de uma reportagem. A cada semana, eles apresentavam uma reportagem de cerca de 12 minutos, mostrando ângulos diversos de um mesmo fato.

Ao longo de sua existência dentro do Fantástico, o Profissão Repórter abordou assuntos como os perigos da internet, o cotidiano de um presídio e a cobertura da visita do então presidente americano, George W. Bush, ao Brasil; e pouco mais de dois anos depois de sua estreia, o quadro ganhava independência: em junho de 2008, estreava Profissão Repórter, o programa, que segue na programação até hoje.

Central da Periferia, comandado por Regina Casé, teve início no dominical

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No histórico do Fantástico como plataforma de lançamentos de quadros que viram atrações independentes, uma personagem se destaca: Regina Casé. O envolvimento da atriz e humorista com o programa dominical começou em 1994, com o Na Geral, segmento em que Regina ia às ruas tratar de assuntos diversos, sempre de forma leve e divertida.

(Reveja o Central da Periferia no Fantástico)

O Na Geral pode ser considerado uma espécie de embrião do Central da Periferia, programa de auditório comandado por Regina que estreou na Globo em 2006 e cujo foco era mostrar a produção cultural das regiões brasileiras que não costumam ganhar espaço na mídia tradicional. Na mesma época, Regina Casé apresentava uma espécie de versão compacta do Central da Periferia no próprio Fantástico: era o Minha Periferia, em que ela acompanhava, a cada domingo, o cotidiano de um artista ilustre surgido de comunidades pobres.

Mais informações: http://fantastico.globo.com/

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