“A Mulher do Candidato” estará em cartaz no Teatro Municipal neste final de semana

Publicado: 2 de outubro de 2008 em Ribeirão Preto, Teatro

“A Mulher do Candidato” estará em cartaz no Teatro Municipal neste final de semana
Espetáculo dirigido por Cidinha de Paula, conta história de um cacique político que se apaixona por telefone

O Teatro Municipal de Ribeirão Preto recebe neste sábado às 21h, e domingo, às 20h, uma comédia inédita do escritor Walcyr Carrasco, “A Mulher do Candidato”. A peça, dirigida por Cidinha de Paula, conta a história de um cacique político que se apaixona por telefone pela voz de Sílvia, esposa de seu amigo partidário. Os ingressos estão à venda nas lojas “O Boticário”, do shopping Santa Úrsula e na “Paraler” do Ribeirão Shopping e custam R$ 40,00 antecipado, R$ 50,00 para a platéia e R$ 25,00 para estudantes.

Divulgação

Giuseppe Oristânio, Laura Proença, Andréa Avancini, Rogério Fabiano e Anselmo Vasconcellos dão vida à comédia escrita por Walcyr Carrasco

Os atores Giuseppe Oristânio, Laura Proença, Andréa Avancini, Rogério Fabiano e Anselmo Vasconcellos integram o elenco do espetáculo em que o vulgo Arnaldo Alves, um político do interior, sonha virar deputado. Ele é casado com Sílvia Alves que, um belo dia, atende ao telefonema de Florípedes Bezerra, presidente do partido de seu marido que, além de deter o poder nas mãos, ainda controla as verbas de campanha. O cacique político se apaixona pela voz de Sílvia.

Alertado por seu fiel assessor Camarão de que Florípedes adora a mulher alheia, Arnaldo entra em pânico. Camarão, então, arranja uma saída para o dilema do patrão: tirar Sílvia da jogada e contratar uma prostituta para se passar por ela. É aí que entra em cena Marinéia Fogueteira.

A confusão começa a se estabelecer a partir do momento em que Arnaldo conhece Marinéia, que, além de desbocada é chegada a uma birita. Mesmo correndo risco de o plano ir por água abaixo, ele topa levar à frente a idéia de seu assessor. E Marinéia acaba convencendo Florípedes de que é Sílvia, apesar de o cacique político sentir uma dúvida entre a voz da mulher por quem ele havia se apaixonado e a que estava lhe sendo apresentada como a mulher do candidato.

O quiprocó se instala de vez quando Sílvia volta, inesperadamente, para casa e encontra Marinéia no seu lugar. Só que ela não desmonta a farsa de Arnaldo e Camarão, mas os coloca em situações que só quem assistir ao espetáculo saberá o desfecho.

Coordenadoria de Comunicação Social

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