Final de Duas Caras

Publicado: 1 de junho de 2008 em Duas Caras, Novela

Duas Caras termina com final feliz para Ferraço

Noveleiros

Cena do hospital é prenúncio de final feliz Foto: Divulgação

Divulgação

O último capítulo de Duas Caras – a novela das oito que começa às nove na Globo – não apresentou grandes surpresas dentro do que se previa nas últimas semanas, tanto nas revistas especializadas, como também nos sites e blogs – incluindo o do próprio autor, Aguinaldo Silva.

A primeira cena desta noite de sábado resgatou o dia anterior, com a perseguição policial para a captura de Silvia (Alinne Moraes). E então o capítulo passou a ser constantemente recortado por trocas de sequências explorando os finais das tramas paralelas de diversos personagens importantes – além de muitos e longos intervalos comerciais. Confira abaixo o fim escolhido por Aguinaldo Silva (e desde já eu pergunto – o que vocês acharam? deixem seus comentários…):

Ferraço feliz: Liberto da cadeia, Marconi Ferraço (Dalton Vigh) recebe mesmo o trote de Maria Paula (Marjorie Estiano), que diz ter fugido com toda sua fortuna para o advogado Barreto. Mas depois da decepção, ele recebe o telefonema da amada, pega uma passagem de avião e a encontra no Caribe, onde se beijam apaixonadamente na última cena. Ricos, casados, e com Renato (Gabriel Sequeira) a tira colo.

O diretor-sufocador: A surpresa da noite foi a aparição de Geraldo Peixeiro (Wolf Maya) como o Sufocador. O diretor da novela estava entre os cotados para ser o “cadeirudo de Duas Caras”, mas não liderava as bolsas de apostas. Ele retira a máscara para as câmeras após atacar a beata Edivânia (Susana Ribeiro) na mata da Portelinha. Ele consegue escapar livre.

Não teve beijo gay: Bernardinho (Thiago Mendonça) e Carlão (Lugui Palhares) se casam. Mas não se beijam. Aguinaldo Silva evita a polêmica. Os dois apenas se deram as mãos no altar, nada mais. Nem um selinho.

Fuga bem sucedida: A maluca Silvia é deixada por João Batista (Júlio Rocha) durante a fuga e desiste de matar Renato depois de ser enfrentada em uma discussão pelo menino. Ela abandona o carro com o qual sequestrou Renato e fuge pela mata, deixando o filho de Maria Paula para trás. Em seguida, Silvia é atropelada por uma caminhonete, e recebe ajuda do motorista – com quem foge para Paris, levando JB a tira colo. Ela encerra a participação sorridente e envia uma carta para a mãe, relatando seu sucesso.

Alegria no Bacalhau: Bernardinho, Dália (Leona Cavali) e Heraldo (Alexandre Slaviero) recebem um telefonema do advogado Barreto (Stênio Garcia) avisando que a Justiça autoriza o registro da menina Ana Rosa Maria com dois pais e uma mãe. O trio delira.

Fim do racismo: Barreto vai buscar o filho, a nora e o neto no Aeroporto, quando sofre um ataque racista do motorista do táxi. Ele revida, mas é espancado pelos taxistas do ponto. Barreto dá um fim ao racismo surgindo todo enfaixado para uma foto com a família inteira – a nora e o genro negros, mais a foto da avó, antes retirada do álbum da família.

Alzira vai para Ibiza: Alzira (Flávia Alessandra) se despede de Juvenal Antena (Antônio Fagundes) com um beijo apaixonado, dizendo que vai dançar em um famoso night club de Ibiza.

Juvenal fica na mão: O final do chefão da favela da Portelinha, o Justamente Bazuca, ou Juvenal Antena, foi bastante simplório. Depois de levar um pé de Alzira, Guigui (Marília Gabriela) pergunta se ele não vai se casar. E ele responde que “vai se casar com o povo dele”. Pronto. Ficou sozinho.

No Senado: Gioconda (Marília Pêra) mal aparece, mas Barreto passa aos telespectadores a informação. Ela se elegeu senadora, e está em Brasília.

Amara volta: Depois de bastante tempo afastada devido a problemas de saúde da atriz, Amara (Mara Manzan) retorna. A vidende Amora (Fafy Siqueira) – sua irmã – aponta o paradeiro dela a Bernardo (Nuno Leal Maia), que procura Amara e pede perdão de joelhos. O casal se abraça e sela a reconciliação com um caloroso beijo.

Mais acontecimentos: Houve casamento coletivo, a eleição de Evilásio, a confirmação do Oscar para o filme Batalha da Portelinha, a ida de Petrus para um intercâmbio na Suíça, e a reabertura do centro de religião africana da Portelinha, nas mãos de Biju.

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